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ana kalil
A arquiteta e cenógrafa Ana Kalil vai ministrar uma oficina gratuita sobre adaptação de espaços culturais entre os dias 30 de março e 2 de abril, em Salvador. A atividade será realizada das 8h às 13h na Casa Preta Espaço de Cultura, localizada no bairro do Dois de Julho.
A oficina propõe discutir a adaptação de espaços culturais a partir de conceitos de arquitetura efêmera, com foco na transformação temporária de ambientes internos e externos. A proposta inclui a criação de soluções para organização de fluxos, montagem de experiências e realização de atividades culturais.
Durante os encontros, os participantes serão convidados a observar os ambientes da Casa Preta Espaço de Cultura e propor usos para atividades como espetáculos teatrais e musicais, exposições, saraus, performances, festas e palestras. As propostas poderão utilizar mobiliário e materiais existentes ou ser apresentadas em forma de desenhos e maquetes.
A atividade também abordará práticas relacionadas à reutilização de materiais e à possibilidade de desmontagem e reaproveitamento de estruturas. A arquitetura efêmera é apresentada como um recurso de transformação espacial que permite novos usos para ambientes culturais.
Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Ana Kalil atua há cerca de 20 anos nas áreas de arquitetura e cenografia. Ao longo da carreira, participou de projetos relacionados a teatro, música e exposições.
Entre os trabalhos citados estão projetos para o Rock in Rio em Lisboa e Madri, além de lojas em Luanda. A arquiteta também desenvolveu cenários para projetos ligados a empresas como Petrobras e Amil, além de camarotes no Sambódromo da Marquês de Sapucaí.
Entre os trabalhos de cenografia estão shows dos grupos Moinho e Belô Veloso e a peça “Deus é um DJ”, com direção de Marcelo Rubens Paiva.
A arquiteta também participou da concepção de exposições relacionadas a nomes como Fernando Sabino, Chico Mendes, Dona Canô e Carolina Maria de Jesus, além de projetos ligados aos artistas Giovani Caramello, Mario Cravo Neto e Laerte Coutinho.
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Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.