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Artigos

Lucas Figueredo
Entre a urgência do país e o vazio da oposição
Foto: Divulgação

Entre a urgência do país e o vazio da oposição

O Brasil atravessa 2026 sob um espelho partido: problemas reais nas ruas e uma disputa política que frequentemente transforma demandas públicas em munição eleitoral. A insegurança pública segue como uma das principais angústias da população. Episódios recentes, como a chacina ocorrida no Rio de Janeiro, escancaram o avanço de uma violência que já não se limita a territórios específicos nem admite soluções fáceis. Ainda assim, parte relevante do debate insiste em tratar segurança como slogan, não como política de Estado. A direita, em especial, costuma reduzir o tema a discursos de endurecimento penal e enfrentamento retórico, sem apresentar propostas estruturadas, integração federativa ou estratégias de inteligência capazes de enfrentar o crime organizado.

Multimídia

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador

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O secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sosthenes Macedo, afirmou, nesta segunda-feira (26) durante o Projeto prisma, Podcast do Bahia Notícias, que a Sedur vai priorizar eficiência, atração de investimentos e desenvolvimento urbano com impacto social, mesmo diante das críticas da oposição sobre espigões e áreas verdes em Salvador.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

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Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

ana claudia quintana

Autora e paliativista, Ana Claudia Quintana reflete necessidade de sensibilizar população sobre Cuidados Paliativos
Fotos: André Carvalho / Bahia Notícias

Pensar na morte, na despedida de amigos e familiares, no momento de partida do mundo, ainda é um paradigma para uma grande parte da sociedade. Se falar em cuidados e tratamentos para amenizar a dor desse processo, por muitas vezes, é de desconhecimento de muitos brasileiros. 

 

No entanto, a médica paliativista e autora, Ana Claudia Quintana, inverteu a perspectiva do senso comum e refletiu sobre a finitude da existência, para que a população entenda a importância e o verdadeiro significado dos Cuidados Paliativos, e vivam bem até o dia da partida. 


Considerada uma das maiores referências sobre Cuidados Paliativos no Brasil, a escritora esteve em Salvador, na noite desta quarta-feira (24), para conduzir uma palestra sobre “Dignidade até o fim: uma conversa necessária”. O evento da Florence, hospital de transição e referência nacional em Cuidados Paliativos e Reabilitação Intensiva, com unidades em Salvador e Recife, ocorreu no Cerimonial Rainha Leonor (Pupileira) e contou com a presença de profissionais de diversas áreas de saúde e entusiastas da médica. 

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, antes do começo da iniciativa, a escritora comentou a relevância dos cuidados paliativos no segmento. Ela destacou como eventos e discussões sobre o assunto mostram o interesse em aprender e discutir sobre a dignidade das pessoas durante a vida, não apenas na hora da morte.

 

“Eventos como esse mostram que as pessoas querem ouvir sobre esse assunto. A gente não vai ter um evento como esse no meio da semana, no final do dia, com tantas pessoas se empenhando, se não tiver interesse público. Isso mostra que existe, de fato, uma coisa muito poderosa dentro da sociedade. De querer falar e ouvir falar sobre isso, de discutir, de levar para dentro de casa - para conversar sobre a importância dos cuidados. Essa consciência sobre a dignidade das pessoas durante a vida delas, não é só na hora da morte. Mostra também que os profissionais de saúde estão errados, quando dizem que as pessoas não querem falar sobre o assunto. As pessoas querem, precisam e a gente tem que acompanhar essa necessidade”, disse Quintana. 

 

 

Reconhecida pela abordagem sensível e humanizada, ela defendeu como hospitais especializados em cuidados paliativos são importantes para quebrar preconceitos e garantir a qualidade de vida dos pacientes. 

 

“Penso que hospitais como o que a gente tem aqui em Salvador, com a melhor qualidade, tanto do público quanto do privado, a exemplo da Florence - mostra que os outros estados do nosso país, deveriam ter isso em todas as unidades com mais de 50 leitos. É necessário ter profissionais qualificados para identificar e cuidar de pessoas nessa condição de extremo sofrimento. O cuidado paliativo já ultrapassou essa história de que é exclusivamente para os 5 minutos finais de vida. As pessoas que ainda têm este preconceito, não falam sobre isso antes da doença aparecer. É mais um motivo para conversar sobre o assunto enquanto está todo mundo saudável dentro de casa. Quando a hora chegar - o que não tem como a gente impedir que isso aconteça, estará todo mundo na mesma página da necessidade de cuidar”, observou Ana. 

 

A especialista ainda abordou sobre o que é preciso para expandir os cuidados paliativos no Brasil, incluindo ações políticas e projetos que visam a formação de equipes e a criação de políticas públicas funcionais. A arte e a escrita também são ferramentas importantes para disseminar o conhecimento sobre o tema e sensibilizar a sociedade.

 

“A gente tem a necessidade de olhar para todas as camadas que podem mudar a realidade da nossa cultura e da nossa sociedade. Tenho trabalhado nessa dimensão da arte da escrita, porque na hora que escrevi o livro furei a bolha da área da saúde. O livro já tem mais de um milhão de cópias e a gente tem isso como o cotidiano do profissional mais jovem. Ele está buscando isso”, considerou. 

 

“Esse assunto precisa chegar na política. Temos um grande preconceito no nosso país em relação a isso. É por isso que a gente passa o que passamos, pois é claro, se a gente não faz, alguém vai fazer, e vai fazer mal feito. Nesse movimento, desde a pandemia, tenho me envolvido muito com a questão de proporcionar esse espaço de discussão dentro do universo da nossa política, para que a gente tenha, de fato, políticas públicas funcionais. [...] Precisamos ter a formação de equipes, de professores nas universidades, as diretrizes de ensino da medicina rodarem. Necessitamos que a psicologia faça a mesma coisa, a fisioterapia, a enfermagem. Existe a necessidade de envolvimento de cidadania, pois é preciso pensar no cuidado dos brasileiros, não só das altas tecnologias, para a gente conseguir não fazer tratamentos mirabolantes, mas sim cuidar das pessoas no meio da vida”, finalizou.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Resgataram o nome de Harry Potter Envelhecido só pra ele poder desagradar todo mundo. Não teve graça pros vermelhos, pros azuis e nem pro centrão. Mas o clima de traição está mesmo no ar. É briga por candidatura de deputado, é amizade destruída pela cadeira do Senado... Como disse o Molusco, esse ano é guerra. E só a vinda do Molusco já resgatou outros nomes que estavam de pijama por aí. Mas uma outra coisa me preocupa: de onde os políticos tiraram que dançar traz voto? Porque o Carnaval nem chegou e eu já não aguento mais. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Hugo Motta

Hugo Motta
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

"A PEC da redução da jornada de trabalho 6x1 é uma destas agendas. A tramitação via Proposta de Emenda Constitucional é, ao mesmo tempo, o respeito das prerrogativas da deputada Erika Hilton e do deputado Reginaldo Lopes, que apresentaram seus projetos, e a oportunidade de promover um debate amplo. O equilíbrio e a responsabilidade são essenciais numa matéria de tamanho impacto". 


Disse o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) ao comentar sobre a colocação na pauta sobre o fim da escala 6x1 e indicar anteriormente que seria “vender um sonho que não se sustenta”.

Podcast

Presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

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Presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, Carlos Muniz é o entrevista do Projeto Prisma nesta segunda-feira (9). O programa é transmitido a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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