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O Corinthians acertou a renovação do patrocínio máster com a Esportes da Sorte até o fim de 2029. Pelo novo acordo, a empresa de apostas vai repassar R$150 milhões fixos por temporada ao clube. O valor pode chegar a R$200 milhões anuais com a inclusão de bônus atrelados ao cumprimento de metas esportivas, como a conquista de títulos.
O novo contrato representa um aumento expressivo em relação ao vínculo anterior, firmado em 2024, que previa R$309 milhões por três anos, média de R$103 milhões por temporada.
Uma das principais mudanças está na destinação dos recursos. Diferentemente do acordo anterior, o Corinthians passa a ter autonomia total para utilizar o valor do patrocínio. Antes, parte da verba era obrigatoriamente direcionada a ações de marketing e outra parcela vinculada à contratação de um jogador de impacto, caso do atacante Memphis Depay.
Com os novos números, o contrato se torna o segundo maior patrocínio máster do futebol brasileiro. O líder do ranking segue sendo o Flamengo, que recebe R$268,5 milhões por ano da Betano.
A marca da Esportes da Sorte continuará estampada no espaço principal das camisas de jogo e de treino da equipe masculina de futebol. No time feminino, a empresa seguirá como patrocinadora máster, mas aceitou ceder o espaço nobre do uniforme caso o clube consiga propostas comerciais mais vantajosas. Nessa hipótese, a marca seria realocada para outra área da camisa. A mesma lógica será aplicada às equipes de basquete, vôlei e futsal.
As negociações pela renovação estavam avançadas há meses, mas sofreram uma pausa no fim de 2025, quando o Corinthians analisou uma proposta para criar uma casa de apostas própria. Após avaliação interna, a alternativa foi descartada, e as conversas com a Esportes da Sorte foram retomadas.
De acordo com o planejamento financeiro do clube, o orçamento para 2026 projeta arrecadação de R$255 milhões em patrocínios, um crescimento de 47% em comparação com 2025.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu vetar o projeto de lei que aumento o número de deputados federais de 513 para 531. O prazo para a sanção acaba nesta quarta-feira (16) e o veto deve ser publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta (17).
Segundo informações do Estadão, Lula já havia confidenciado que era contra o aumento no número de deputados. De acordo com aliados do presidente, o petista criticou a aprovação do projeto em um momento de contenção dos gastos públicos. A ampliação de cadeiras na Câmara custaria, pelo menos, R$ 95 milhões por ano.
Além disso, na avaliação do presidente, é preciso marcar posição sobre esse tema e mostrar que o governo não pode aceitar passivamente tudo o que vem do Congresso. Sob a orientação do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, o Palácio do Planalto tenta passar a mensagem de que não é refém do Legislativo.
Integrantes da ala política do governo tentaram convencer o petista a não vetar nem sancionar a proposta, deixando para que o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), promulgasse o projeto.
Todavia, pessoas próximas do presidente alegaram que ele poderia ser acusado de omissão ao não se manifestar sobre a medida. Em favor do veto, interlocutores do presidente lembram ainda que o governo tem sido cobrado pelos próprios deputados a adotar uma política de austeridade fiscal.
O veto de Lula ainda terá de ser analisado pelo Congresso Nacional, que poderá manter ou derrubar a decisão. Caso o veto caia, o projeto passa a valer.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.