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A Seleção Brasileira voltou a ser derrotada pela França em uma partida oficial. O revés por 2 a 1 no Gillette Stadium, em Boston, na última quinta-feira (26), encerrou um tabu de 15 anos de invencibilidade do Brasil contra os franceses.
Antes do jogo em Boston, a última vez que o Brasil havia perdido para os Bleus foi em um amistoso realizado em 2011. Na ocasião, a França venceu por 1 a 0, com gol de Karim Benzema. Aquela partida ficou marcada pela expulsão do meia Hernanes ainda aos 40 minutos da primeira etapa.

Foto: Divulação
Sob o comando de Mano Menezes, o Brasil jogou com Júlio César; Daniel Alves, David Luiz, Thiago Silva e André Santos; Lucas Leiva, Hernanes, Renato Augusto e Elias; Alexandre Pato e Robinho. Já a França, de Laurent Blanc, alinhou Lloris; Sagna, Rami, Mexès e Abidal; Diarra, M’Vila e Gourcuff; Malouda, Ménez e Benzema.
Após o tropeço de 2011, o Brasil emplacou duas vitórias expressivas. Confira abaixo:
Brasil 3 x 0 França (2013): Sob o comando de Felipão, o Brasil venceu com gols de Oscar, Hernanes e Lucas Moura.
A escalação teve: Júlio César; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar; Hulk, Neymar e Fred.

Foto: Rafael Ribeiro / CBF
França 1 x 3 Brasil (2015): Já no ciclo pós-Copa de 2014, o time que era comandado por Dunga (em sua segunda passagem) venceu de virada em solo francês. Oscar, Neymar e Luiz Gustavo marcaram para o Brasil, enquanto Varane descontou.
A Seleção atuou com: Jefferson; Danilo, Thiago Silva, Miranda e Filipe Luís; Luiz Gustavo, Elias e Oscar; Willian, Neymar e Roberto Firmino.

Foto: Rafael Ribeiro / CBF
O hiato de 15 anos sem derrotas contrasta com o período anterior, entre 1987 e 2011, quando o Brasil amargou um jejum de vitórias contra os franceses (quatro derrotas e dois empates em seis jogos).
Já nos primórdios do confronto, entre 1930 e 1987, o retrospecto era amplamente favorável aos brasileiros: em nove partidas, foram cinco vitórias, três empates e apenas uma derrota.
A Seleção Brasileira já se encontra em Boston, cidade onde enfrentará a França em amistoso nesta quinta-feira (26), no Gillette Stadium. A delegação desembarcou às 19h45 (horário de Brasília) da última quarta-feira (25).
Na chegada ao hotel, membros da comissão técnica e jogadores foram recepcionados por torcedores locais. O técnico Carlo Ancelotti e alguns atletas, inclusive, pararam para cumprimentar alguns fãs antes de iniciar a concentração.

Foto: Rafael Ribeiro / CBF
Para o confronto contra os franceses, Ancelotti confirmou a proposta ofensiva com quatro atacantes. No meio-campo, Andrey Santos deve formar a dupla de volantes ao lado de Casemiro.
A principal mudança, no entanto, ocorre no setor defensivo. Marquinhos está fora da partida devido a dores na região do quadril. Diante do desfalque, a dupla de zaga será formada por Ibañez e pelo estreante Léo Pereira. Nas laterais, Wesley assume a direita, enquanto Douglas Santos ocupa a esquerda.
Com base nas indicações do treinador, o Brasil deve entrar em campo com Ederson; Wesley, Léo Pereira, Ibañez e Douglas Santos; Casemiro e Andrey Santos; Vinícius Júnior, Matheus Cunha, Raphinha e Gabriel Martinelli.
O confronto está marcado para as 17h (horário de Brasília). Após a partida, a Seleção retorna a Orlando para seguir a preparação visando o duelo contra a Croácia, que acontece no dia 31 de março.
A seleção da França pode ter mais um problema importante para os amistosos da Data Fifa contra Brasil e Colômbia. Convocado pelo técnico Didier Deschamps, o atacante Hugo Ekitike sofreu uma lesão neste sábado (21), durante partida do Liverpool.
O jogador torceu o tornozelo esquerdo logo aos dois minutos de jogo, antes de um choque com James Milner. Mesmo tentando permanecer em campo, Ekitike não resistiu e foi substituído, chorando, aos seis minutos, dando lugar a Curtis Jones.
Hugo Ekitike left the pitch crying. He got injured. #LFC #BHALIV
— WideFootball? (@_widefootball) March 21, 2026
Quick recovery ??????pic.twitter.com/aBEs2j3sOI
A situação do atacante passa a ser uma preocupação para a comissão técnica francesa às vésperas dos compromissos internacionais. Na atual temporada, Ekitike soma 17 gols e seis assistências em 41 partidas pelo Liverpool.
Além dele, Deschamps convocou outros nomes para o setor ofensivo, como Akliouche (Monaco), Cherki (Manchester City), Dembélé (PSG), Doue (PSG), Kolo Muani (Tottenham), Mbappé (Real Madrid), Olise (Bayern de Munique) e Thuram (Inter de Milão).
A França enfrenta o Brasil na próxima quinta-feira (26), em Boston, nos Estados Unidos. Em seguida, encara a Colômbia no dia 29, na região metropolitana de Washington, também em território norte-americano.
Prestes a enfrentar o Marrocos em seu primeiro trabalho com a Seleção Brasileira principal, o técnico Ramon Menezes disse que, durante a semana, buscou trazer um equilíbrio defensivo à sua equipe. Isso, contudo, não significa abdicar do ataque.
"Eu sempre falo em equilíbrio no setor defensivo, com algumas variações quando a gente tiver a bola. Vamos enfrentar uma equipe muito qualificada, uma transição e bola parada ofensiva muito fortes. Não foi à toa que fez um grande Mundial. Penso muito no equilíbrio, mas, quando temos a bola, toda a liberdade para os jogadores mostrarem o futebol brasileiro, de improviso", explicou, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (24).
Brasil e Marrocos se enfrentam em amistoso neste sábado (25), às 19h, em Tânger. Com uma convocação diferente daquela que foi utilizada na Copa do Mundo do Catar, o técnico não deu muitas pistas sobre qual será o time escalado.
"Todos os atletas convocados têm condições de jogar. Desde a minha chegada, me senti muito à vontade em relação a isso. São atletas de alto nível, que entendem muito rápido tudo que se passa. O importante é fazer um time muito forte. Está todo mundo preparado para entrar e nos ajudar", pontuou.
A formação, de acordo com o ge.globo, deve ser essa: Ederson (Weverton), Emerson Royal, Éder Militão, Ibañez e Alex Telles; Casemiro, Andrey Santos e Lucas Paquetá; Rodrygo, Vitor Roque (Antony ou Roni) e Vini Junior.
Marrocos vem de uma campanha história no Mundial, no qual ficou com a quarta colocação. Para Ramon, a atmosfera do confronto será uma pressão a mais, mas os jogadores já estão acostumados.
"Hoje, no hotel, falei a respeito da atmosfera que envolve esse jogo. Os atletas estão acostumados com a pressão, casa cheia, grandes jogos. Encaro como uma grande oportunidade, e estou tentando desfrutar o máximo disso, fazendo meu trabalho. Sabemos da nossa responsabilidade. Sinto nossos atletas muito motivados para fazer esse jogo. Eles transmitem o prazer de vestir a camisa da Seleção Brasileiro. A torcida marroquina fez uma festa fantástica na Copa do Mundo, e aqui não vai ser diferente", destacou.
Por fim, comentou sobre sua primeira experiência no comando técnico da Seleção.
"Eu não tenho nem palavras para descrever como estou me sentindo. Eu fui muito bem recebido por todos. Esses atletas são referências para o futebol, e para mim tem sido uma experiência fantástica. Apenas estou dando continuidade ao que eu fazia no sub-20. Um trabalho olho no olho, de muita conversa, poucas sessões de treinos que você tem que aproveitar ao máximo", afirmou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.