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alvo de bolsonaristas
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), evitou, nesta segunda-feira (7), se posicionar em relação ao projeto da Anistia, um dia após manifestação bolsonarista a favor da pauta. Ele se manifestou durante um encontro promovido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em que ele também falou que a decisão será tomada "ouvindo só líderes" e "respeitando a maioria da Casa".
"O que o Brasil precisa é de pacificação. Não é desequilibrando, aumentando a crise e distanciando as instituições que vamos resolver o problema e encontrar a saída para esse momento delicado e difícil que o Brasil enfrenta", disse o presidente da Câmara. Ele falou após comentários de dois empresários.
Sem falar de anistia, Motta declarou que os parlamentares da casa precisam ter “sensibilidade para corrigir algum exagero que vem acontecendo com relação a quem não merece receber uma punição”.
"Não contem com esse presidente para agravar uma situação do país que já não é tão boa. Vamos enfrentar com cautela, com o pé no chão, mas com esses dois pontos, sensibilidade e responsabilidade, para que o Brasil possa sair mais forte", finalizou o deputado. Ele não concedeu entrevista após o evento.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.