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O cantor e vocalista da banda Capital Inicial despediu-se publicamente de seu amigo, o músico Alvin L, conhecido por ter assinado grandes hits do repertório da banda. O músico faleceu no último domingo (5), vítima de infarto.
Em suas redes sociais, o cantor descreveu o domingo como um “dia trágico”. “Como o destino pode ser tão cruel? eu tô arrasado-me arrastando pelas sombras. eu escrevo essas palavras de um avião à caminho do rio onde vamos encontrar mais e família para dizermos adeus”, escreveu Ouro Preto.
“O Alvin era meu amigo mais querido, aquela pessoa com quem passava horas no telefone. Aquele cara que parece entender tudo que você quer dizer e não consegue. Aquele amigo que sempre está ao seu lado”, confessou.
Para o Capital Inicial, Alvin escreveu composições como “Natasha”, “Eu vou estar”, “Não olhe pra trás” e “Olhos vermelhos”. Além da banda, Alvin compôs para outros artistas, como Marina Lima em “Não Sei Dançar” e “Motim”.
O compositor e guitarrista Arnaldo José Lima Santos, conhecido como Alvin L, teve a morte confirmada no último domingo (5), no Rio de Janeiro, aos 67 anos.
Alvin, que havia feito aniversário no início do mês, faleceu em decorrência de um ataque cardíaco enquanto dormia.
Nascido em Salvador, mas registrado no Rio de Janeiro, o artista se tornou uma referência no rock brasileiro entre as décadas de 1970 e 1990, através de suas composições.
O artista deu a Marina Lima a canção 'Não Sei Dançar', sucesso de 1991, e hits como 'Deve Ser Assim', 'Na Minha Mão', e as mais recentes 'Motim' e 'Kilimanjaro', ambas de 2021.
Já ao lado de Dinho Ouro Preto, Alvin foi responsável por um dos maiores hits da banda na retomada nos anos 2000. O baiano compôs 'Natasha' e 'Eu Vou Estar'.
O velório e a cremação estão programados para esta segunda-feira (6), a partir do meio-dia, no cemitério Memorial do Carmo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.