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aluana dos santos
Uma mulher de 35 anos, identificada como Aluana Ângela Matos dos Santos, foi assassinada com diversos golpes de faca pelo ex-companheiro nesta segunda-feira (29), na zona rural de Jequié, no Médio Rio de Contas. O crime ocorreu ainda em via pública no distrito de Florestal, localizado a cerca de 36 km da sede do município. Segundo as investigações, o autor orquestrou o ataque por não aceitar o fim do relacionamento.
Informações da Polícia Civil ao Bahia Notícias (BN) confirmam que o suspeito, Cleber de Jesus Santos, de 37 anos, planejou a ação monitorando a rotina da vítima. Ele teria aguardado o momento exato em que Aluana sairia da residência para trabalhar, quando realizou a abordagem até o momento em que desferiu as facadas.
Cleber também foi encontrado morto no local, e a Polícia Civil investiga se ele tirou a própria vida logo após cometer o feminicídio. Os corpos foram localizados por vizinhos, que acionaram a Polícia Militar. O relacionamento entre Aluana e Cleber durou anos e, devido ao histórico de conflitos, a vítima já possuía uma medida protetiva vigente contra o suspeito.
Cleber dos Santos e viatura da PM-BA no local | Fotos: Reprodução / Blog do Marcos Frahm
Conforme informações do Blog do Marcos Frahm, a mulher era bastante conhecida no distrito, com participação ativa na vida social da comunidade. Casos como esse parecem se repetir no interior da Bahia, ainda por meio de um descumprimento da ordem judicial e a premeditação do ataque chocaram a comunidade local. O ex-casal deixa um filho de três anos.
A Polícia Civil segue acompanhando o caso. Os corpos foram encaminhados ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) e liberados ainda na segunda. O sepultamento de Aluana dos Santos ocorre ainda na manhã desta terça (30), no cemitério do distrito de Florestal.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.