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O convidado do podcast BN na Bola desta terça-feira (2) foi Diego Assis, advogado e conselheiro do Vitória. Durante a conversa com Hugo Araújo e Thiago Tolentino, Diego ressaltou que seguir o caminho da reestruturação do clube e manter a competitividade esportiva não é um caminho fácil e demanda viver o processo.
“De fato, não é um caminho fácil. E aí não podemos deixar de usar aquela máxima: ‘Temos que aprender a viver o processo’. O Vitória, há quatro anos, quase esteve na Série D e hoje está na Série A. O clube está vivendo um processo de reconstrução e viver o processo é complicado, é chato. A gente sofre pra caramba, mas faz parte. Não vamos nos tornar um clube de potência econômica do dia pra noite”, ressaltou.
Diego Assis destacou a possibilidade da efetividade da liga brasileira. Citando a Libra, o advogado comentou que enxerga uma janela de esperança de crescimento e estruturação financeira dos clubes por meio de uma organização e gestão inteligente, mesmo sem adotar o modelo de SAF.
“Ainda assim, eu considero que existe uma janela hoje, no futebol brasileiro, que a gente ainda precisa explorar antes de dar espaço para SAF’s, que é a janela da formação da Libra. A liga que está chegando no Brasil vai trazer um grande investimento econômico nos clubes, vai trazer uma mudança na repartição das receitas do futebol brasileiro. Um clube com um baixo endividamento, como relativamente tem o Vitória, tem condições de zerar seu déficit, equilibrar suas contas, e a partir disso, ter condições de investir boa parte do seu orçamento em futebol”, afirmou o conselheiro do Vitória.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.