Artigos
É nosso dever combater a violência contra a mulher
Multimídia
Elmar Nascimento cita Wagner e crítica “presunção de culpa” contra políticos: "Estão fazendo uma barbaridade"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
allan jesus
A Justiça do Rio de Janeiro acolheu parcialmente os embargos de declaração apresentados pela equipe jurídica do empresário Allan Jesus contra Iran Ferreira, o Luva de Pedreiro.
Com a nova decisão, o baiano sofreu mais uma derrota no processo contra o ex-empresário e terá que pagar uma multa no valor aumentado.
O juiz reconheceu um erro de cálculo na aplicação do redutor da multa, que passa a custar R$ 3.640.000,00. O valor devido por Luva pode ultrapassar a casa dos 7 milhões por conta de sua rescisão unilateral no contrato que mantinha com Allan Jesus.
De acordo com o jornal 'Extra', a decisão mantém os demais termos e efeitos da sentença anterior, incluindo correção monetária e juros. A equipe de Luva deve recorrer da nova decisão.
O influenciador digital Iran Ferreira, o Luva de Pedreiro, teve uma nova derrota na Justiça no processo contra o ex-empresário, Allan Jesus.
O baiano, natural de Quijingue, terá que pagar mais de R$ 3 milhões após ter o pedido de embargo do processo anterior negado na Justiça.
Luva foi condenado em abril deste ano pela 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca a pagar R$ 5.558.285,07 (valor, somando indenização por danos morais à empresa ASJ Consultoria).
De acordo com o jornal 'Extra', a decisão reafirma a validade da sentença anterior e indica que não há evidências de erros, contradições ou omissões para justificar uma revisão de valor da multa, como o pedido feito pela defesa de Luva.
O influenciador pedia na Justiça a redução da penalidade para 30% do valor original. Além deste valor, o produtor de conteúdo de esportes terá de arcar com mais de R$ 120 mil por danos morais e outros gastos que o empresário teve ao investir na carreira dele.
O baiano ainda deve recorrer novamente da decisão.
Luva de Pedreiro é condenado a pagar R$ 5 milhões a ex-empresário Allan Jesus por quebra de contrato
O influenciador Iran Ferreira, popularmente conhecido como Luva de Pedreiro, foi condenado nesta semana pela Justiça do Rio a indenizar seu ex-empresário Allan Jesus por romper o contrato de agenciamento. A decisão da 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca estabelece que o criador de conteúdo deverá pagar R$ 5,05 milhões, acrescidos de juros e correções, além de R$ 120 mil por danos morais.
A sentença ainda obriga Luva a reembolsar todos os valores investidos por Allan em sua carreira e no sustento do próprio influenciador e de sua família. O valor, somando indenização por danos morais à empresa ASJ Consultoria, pula de R$ 5.052.986,43 para um total de R$ 5.558.285,07.
O juiz Mario Cunha Olinto Filho reconheceu que o sucesso do baiano, natural de Quijingue, nas redes sociais, que saltou de 285 mil para 17 milhões de seguidores, foi impulsionado diretamente pelo trabalho do ex-agente.
"A participação de Allan e sua empresa não foram meramente acessórias: foram fundamentais para o incremento da marca e da sua afirmada projeção, bem como da pessoa de Iran", argumentou o magistrado.
A defesa de Iran alegou que o contrato era abusivo e que ele não possuía instrução suficiente para compreender os termos. Também afirmou que Luva seria analfabeto, o que comprometeria a validade do documento. No entanto, o juiz rejeitou as alegações, destacando que o influenciador contava com assessoria jurídica na época da assinatura e que sua condição social não anulava sua capacidade de consentimento.
Os advogados de Iran Ferreira ainda podem recorrer da decisão.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Hoje o Metrópoles fez uma matéria criminosa querendo marginalizar a advocacia. Eu fiz um trabalho para uma empresa, fui contratado para isso, prestei serviços advocatícios. Tudo certo. Relação completamente legal e privada".
Disse o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou, em vídeo publicado nesta quarta-feira (22), ter prestado serviços à Copenhagen Consultoria e Assessoria S.A., empresa apontada como de fachada no esquema de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.