Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
aliada
Com um nome do partido ou sem, o PT já começa a traçar estratégias para as eleições municipais na Bahia. Um dos pontos revelados ao Bahia Notícias por interlocutores do partido é que o diálogo com diretórios de outros estados pode facilitar o entendimento na Bahia.
O movimento de "cessão de espaços" em outras capitais, pode, inclusive, ajustar o nome do arco de apoio em Salvador. "O ajuste pode ser feito, basta ter diálogo, incluindo em outras capitais", indicou um dos líderes do grupo político.
Principal opositor do grupo liderado pelo ex-prefeito ACM Neto (União) em Salvador, o PT, pode não disputar a prefeitura da capital baiana, segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias. A informação repassada por lideranças da legenda indicam que o movimento pode sofrer intervenções federais (reveja aqui).
Logo após, o presidente do PT da Bahia, Éden Valadares, garantiu que o grupo que faz oposição a Bruno Reis (UB) terá candidatura própria na disputa pela Prefeitura de Salvador em 2024. Apesar disso, Éden sinalizou que o grupo teria um nome, podendo ter a abertura para uma candidatura aliada (veja mais).
Éden revelou ainda, em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Salvador FM 92,3, que os partidos vão brigar pelo protagonismo no pleito do ano que vem (leia mais). O presidente da legenda indicou que a federação entre Brasil da Esperança - composta entre PT, PCdoB e PV - têm projeto para as eleições municipais de 2024.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.