Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
aliada
Com um nome do partido ou sem, o PT já começa a traçar estratégias para as eleições municipais na Bahia. Um dos pontos revelados ao Bahia Notícias por interlocutores do partido é que o diálogo com diretórios de outros estados pode facilitar o entendimento na Bahia.
O movimento de "cessão de espaços" em outras capitais, pode, inclusive, ajustar o nome do arco de apoio em Salvador. "O ajuste pode ser feito, basta ter diálogo, incluindo em outras capitais", indicou um dos líderes do grupo político.
Principal opositor do grupo liderado pelo ex-prefeito ACM Neto (União) em Salvador, o PT, pode não disputar a prefeitura da capital baiana, segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias. A informação repassada por lideranças da legenda indicam que o movimento pode sofrer intervenções federais (reveja aqui).
Logo após, o presidente do PT da Bahia, Éden Valadares, garantiu que o grupo que faz oposição a Bruno Reis (UB) terá candidatura própria na disputa pela Prefeitura de Salvador em 2024. Apesar disso, Éden sinalizou que o grupo teria um nome, podendo ter a abertura para uma candidatura aliada (veja mais).
Éden revelou ainda, em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Salvador FM 92,3, que os partidos vão brigar pelo protagonismo no pleito do ano que vem (leia mais). O presidente da legenda indicou que a federação entre Brasil da Esperança - composta entre PT, PCdoB e PV - têm projeto para as eleições municipais de 2024.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.