Artigos
A dança como território de liberdade e transformação social
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
alfredinho
O prefeito de Sítio do Mato, na região do Velho Chico, Oeste baiano, Alfredinho Magalhães (União), anunciou na noite desta quinta-feira (16) o rompimento político com o governador Jerônimo Rodrigues (PT). Na ocasião, o político declarou apoio ao ex-prefeito de Salvador e correligionário, ACM Neto (União) para as eleições deste ano.
Segundo o Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, o anúncio foi feito por meio de uma publicação nas redes sociais, na qual o gestor municipal atribuiu a decisão ao que chamou de não cumprimento de compromissos assumidos pelo governo nas áreas de saúde, infraestrutura e segurança pública.
Na postagem, Alfredinho afirmou que a população do interior enfrenta problemas estruturais sem a devida resposta do poder público estadual. "Não dá para conviver com problemas estruturais tão graves e agir como se estivesse tudo bem. A Bahia precisa avançar, principalmente o interior", escreveu o prefeito.
O gestor também mencionou dificuldades enfrentadas pela população, como a espera por vagas na regulação da saúde e a necessidade de melhorias na malha viária. "Minha decisão foi tomada a favor de Sítio do Mato e de uma Bahia que ofereça mais oportunidades", acrescentou.
Entre as cobranças, o prefeito citou a reforma do hospital de pequeno porte de Sítio do Mato e a conclusão das obras de pavimentação das rodovias BA-161 e BA-576. O gestor também afirmou que famílias atingidas por enchentes aguardam a entrega de moradias prometidas pelo governo estadual.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.