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alexandre kalil
O ex-presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, chegou a um acordo verbal com os responsáveis pela futura Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Santa Cruz para assumir a gestão do departamento de futebol. Ele também atuará no processo de transição para o novo modelo de administração.
Kalil é esperado nesta sexta-feira (25) em Recife, onde deve integrar a comitiva da Cobra Coral Participações S/A. O grupo negocia a aquisição de 90% das ações do futebol tricolor e prepara anúncios conjuntos com a diretoria do Santa Cruz.
Desde a saída de Vinícius Diniz do projeto, os investidores vinham em busca de um nome de projeção nacional para liderar o setor esportivo. Kalil surgiu como alternativa viável, em razão da relação próxima com integrantes da Cobra Coral Participações S/A, que são de Belo Horizonte, sua cidade natal.
Empresário e político, Kalil tem longa trajetória no futebol. Presidiu o Atlético-MG entre 2008 e 2014, período em que o clube conquistou a Copa Libertadores, a Copa do Brasil e outros títulos. Antes disso, ocupou cargos como diretor de futebol e presidente do conselho deliberativo da equipe. Após deixar o futebol, foi eleito prefeito de Belo Horizonte, cargo que ocupou de 2017 a 2022.
No Santa Cruz, Kalil deverá desempenhar papel semelhante ao exercido por Vinícius Diniz, com possibilidade futura de também integrar o quadro de investidores. O plano da SAF prevê um investimento de até R$1 bilhão ao longo de 15 anos.
As negociações avançaram nos últimos dias, especialmente após a reformulação das condições financeiras oferecidas pela Cobra Coral Participações. Kalil também mantém ligação política com Iran Barbosa, ex-deputado estadual e um dos nomes do grupo investidor. Em 2023, ambos estiveram juntos em articulações políticas visando a disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.