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alerta falso
A Polícia Federal vai abrir um inquérito para investigar as circunstâncias da invasão à plataforma Defesa Civil Alerta, após o disparo de mensagens falsas em celulares de diferentes regiões do país na noite de sexta-feira (19) e na madrugada deste sábado (20). A informação foi divulgada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
Em nota, a pasta informou que a plataforma foi retirada do ar às 1h30 e confirmou a invasão. Segundo o ministério, os alertas foram disparados remotamente por uma pessoa alheia ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil e, provavelmente, o episódio se trata de um ataque hacker.
“A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional acionará a Polícia Federal e tomará as providências para religar o sistema o mais rapidamente possível, quando todas as condições de segurança forem restabelecidas”, informou o órgão.
Os primeiros registros ocorreram por volta das 23h45 de sexta-feira (19), em Curitiba. Houveram relatos também de alertas em Salvador, em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal. Na capital baiana e nas demais localidades, os celulares tocaram por volta das 1h23 da madrugada.
A mensagem era classificada como “Alerta Extremo” e continha a palavra “misantropia” ou, em alguns casos, “Misantropi4”. O termo significa aversão, desconfiança ou repulsa generalizada ao ser humano e à natureza humana.
O Defesa Civil Alerta é utilizado para comunicar a população sobre riscos relacionados a desastres naturais, como chuvas intensas, alagamentos e deslizamentos de terra. As notificações são enviadas diretamente aos celulares por meio da tecnologia Cell Broadcast, administrada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.