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alerta de chuvas
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu neste domingo (19) um alerta laranja de acumulado de chuvas para 48 municípios da Bahia. O aviso vale até as 10h desta segunda-feira (20) e indica possibilidade de chuvas intensas, com volumes entre 30 e 60 mm/h ou até 100 mm/dia.
De acordo com o Inmet, o cenário representa risco de alagamentos, cortes de energia elétrica, queda de galhos de árvores e descargas elétricas. A orientação é para que moradores evitem áreas alagadas e não se abriguem debaixo de árvores durante tempestades. Em caso de emergência, o instituto recomenda acionar a Defesa Civil pelo número 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.
Além do alerta de chuvas, o Inmet também divulgou um aviso de ventos costeiros para sete cidades do litoral sul e extremo-sul da Bahia, com rajadas que podem provocar agitação marítima e dificuldades na navegação.
ALERTA POR ACUMULADO DE CHUVAS
Alcobaça, Barreiras, Caculé, Candiba, Cândido Sales, Caravelas, Cocos, Condeúba, Cordeiros, Correntina, Encruzilhada, Eunápolis, Formosa do Rio Preto, Guaratinga, Ibirapuã, Itabela, Itagimirim, Itamaraju, Itanhém, Itarantim, Iuiu, Jaborandi, Jacaraci, Jucuruçu, Lajedão, Licínio de Almeida, Luís Eduardo Magalhães, Macarani, Maiquinique, Malhada, Medeiros Neto, Mortugaba, Mucuri, Nova Viçosa, Palmas de Monte Alto, Pindaí, Piripá, Porto Seguro, Prado, Riachão das Neves, Ribeirão do Largo, São Desidério, Sebastião Laranjeiras, Teixeira de Freitas, Tremedal, Urandi, Vereda e Vitória da Conquista.
ALERTA DE VENTOS COSTEIROS
Alcobaça, Caravelas, Mucuri, Nova Viçosa, Porto Seguro, Prado e Santa Cruz Cabrália.
O alerta laranja indica perigo potencial moderado a alto, com probabilidade de chuvas fortes e ventos intensos, especialmente no Sudoeste, Extremo-Sul e Oeste baiano.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.