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O artista soteropolitano Alberto Pitta abriu, na última terça-feira (2), a mostra “Àkùko, Eiyéle e Ekodidé – Uma Revoada” na Galeria Nara Roesler, em São Paulo. A exposição reúne 24 obras inéditas, entre pinturas, serigrafias e um carrinho de cafezinho em madeira. Na mesma data, também foi lançado o livro “Alberto Pitta”, publicado pela editora Nara Roesler Books, dedicado à trajetória do artista.
A exposição fica aberta à visitação até dezembro e tem como inspirações aves que, na cultura iorubá, representam seres divinos, protetores comunitários e emissários de energia positiva. “O trabalho nasce da observação e do meu interesse enquanto pesquisa dessas aves e sua importância para as religiões de matriz africana”, contou Pitta.
As três aves que direcionam a exposição são: Àkùko (galo, símbolo de ancestralidade e continuidade), Eiyéle (pomba branca, da paz e prosperidade) e Ekodidé (pena vermelha ou papagaio, sinal de proteção e realeza). Para a curadora da mostra, Galciani Neves, esse trabalho de Pitta “nos mobiliza a viver com esperança e nos encoraja a reivindicar ambientes onde possamos celebrar, nos alegrar e regozijar”.
Reunidas nesta série, essas aves evocam um sentido de revoada, voo coletivo ou migração de um grupo de seres da mesma espécie. Esse simbolismo reafirma o compromisso político de Pitta com o senso de comunidade e a transformação social.
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Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.