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O artista soteropolitano Alberto Pitta abriu, na última terça-feira (2), a mostra “Àkùko, Eiyéle e Ekodidé – Uma Revoada” na Galeria Nara Roesler, em São Paulo. A exposição reúne 24 obras inéditas, entre pinturas, serigrafias e um carrinho de cafezinho em madeira. Na mesma data, também foi lançado o livro “Alberto Pitta”, publicado pela editora Nara Roesler Books, dedicado à trajetória do artista.
A exposição fica aberta à visitação até dezembro e tem como inspirações aves que, na cultura iorubá, representam seres divinos, protetores comunitários e emissários de energia positiva. “O trabalho nasce da observação e do meu interesse enquanto pesquisa dessas aves e sua importância para as religiões de matriz africana”, contou Pitta.
As três aves que direcionam a exposição são: Àkùko (galo, símbolo de ancestralidade e continuidade), Eiyéle (pomba branca, da paz e prosperidade) e Ekodidé (pena vermelha ou papagaio, sinal de proteção e realeza). Para a curadora da mostra, Galciani Neves, esse trabalho de Pitta “nos mobiliza a viver com esperança e nos encoraja a reivindicar ambientes onde possamos celebrar, nos alegrar e regozijar”.
Reunidas nesta série, essas aves evocam um sentido de revoada, voo coletivo ou migração de um grupo de seres da mesma espécie. Esse simbolismo reafirma o compromisso político de Pitta com o senso de comunidade e a transformação social.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.