Artigos
A crise nos preços do cacau e os caminhos possíveis
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
aisha
Réu confesso de estuprar e matar Aisha Vitória, de 8 anos, passou por audiência de custódia na Vara de Audiência de Custódia às 9h15 da manhã desta quinta-feira (25). Joseilson Souza da Silva, de 43 anos, ouviu gritos e ameaças da população que indagava “assassino”, “você vai morrer”. O assanino foi mativo preso após a sessão.
Os pais de Aisha chegaram cinco minutos depois na companhia de advogados da família para participar da audiência. Joseilson foi ouvido por 45 min e saiu por um local alternativo, sem o que evitou o contato com a imprensa, tanto na entrada, quanto na saída.
No depoimento, o criminoso confessou contou que precisou emboscar a jovem, pois ela negou o convite para acessar a casa dele e que já havia sido orientada pelos pais de que não deveria brincar com homens.
O autor da tortura e assasinato de Aisha revelou também que, no dia do crime, decidiu faltar ao trabalho porque já pretendia atrair a vítima para a casa dele. Além disso, o homem contou que já observa a criança há semanas para ter uma noção da rotina dela.
No dia do homicídio, segunda-feira (22), por volta de 16h30, ele viu a garota brincar na rua acompanhada de um menino da mesma faixa etária de idade, também morador do bairro de Pernambués. Quando o menino trocou de rua, ele decidiu chamar a Aisha.
“"Ei, entra aqui na minha casa, tem uma boneca para você brincar", Joseilson Souza.
Dentro da casa, o réu conseguiu acalmar a criança oferecendo uma boneca que furtou da filha da vizinha já com o intuito de atrair Aisha. Em seguida, deu um celular para a menina brincar. Depois disso, ele confessou que pegou a criança à força e a violentou. A mãe da pequena Aisha desmaiou no local e foi socorrida por familiares e amigos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.