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agredido durante jogo
O adolescente Alerrandro Marques de Sousa, de 13 anos, morreu na última quarta-feira (22) em Barreiras, no Extremo Oeste baiano. A vítima ficou internada por dez dias em estado grave em decorrência das lesões sofridas durante uma briga em uma partida de futebol, em Luís Eduardo Magalhães, na mesma região.
Segundo a TV Oeste, o caso ocorreu no dia 12 de julho, em uma quadra localizada no bairro Solar dos Buritis. Durante um jogo, os adolescentes iniciaram uma discussão que evoluiu para uma briga. Um dos agressores, de 15 anos, teria desferido socos contra Alerrandro, que caiu e bateu a cabeça no chão.

Foto: Reprodução / Redes Sociais
De acordo com informações da polícia, ele chegou a espumar pela boca antes de ser socorrido. A vítima foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Luís Eduardo Magalhães e depois transferida para o Hospital do Oeste, em Barreiras, onde morreu.
Abalada com a morte do adolescente, a família cobra a apuração dos fatos e a responsabilização dos envolvidos. Segundo a tia da vítima, Ana Naiara Franca, testemunhas relataram que Alerrandro tentou defender um amigo que havia sido agredido momentos antes da confusão.
A mulher disse que a família entende que a agressão pode não ter sido premeditada, mas ressalta que o episódio resultou na morte de um adolescente de apenas 13 anos. Ela também lembrou que Alerrandro era apaixonado por futebol, mantinha forte vínculo com a família e era muito querido por parentes e amigos.
O adolescente de 15 anos apontado como autor das agressões foi conduzido à Delegacia Territorial de Luís Eduardo Magalhães. Após passar por audiência de custódia, ele foi liberado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.