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Artigos

Luciana Santos
Pesquisa, diagnóstico e dignidade: o compromisso do MCTI com a saúde da mulher
Foto: Rodrigo Cabral / MCTI

Pesquisa, diagnóstico e dignidade: o compromisso do MCTI com a saúde da mulher

Governar com sensibilidade é transformar o conhecimento científico em dignidade e qualidade de vida para as pessoas. Por muito tempo, as dores e os desafios da saúde menstrual e da endometriose foram tratados sob o manto da invisibilidade, relegados a um silêncio que penaliza milhões de mulheres, trabalhadoras e estudantes brasileiras. Neste mês de junho, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em um esforço conjunto com o Instituto Alana, deu um passo histórico para mudar essa realidade.

Multimídia

Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno

 Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Em entrevista ao podcast Projeto Prisma, com Fernando Duarte, o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) afirmou ter confiança na vitória do atual governador Jerônimo Rodrigues na disputa contra ACM Neto (União) pelo governo do estado.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

agostina paez

VÍDEO: Pai de influencer que imitou macaco no RJ refaz o gesto após filha retornar à Argentina
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A influenciadora e advogada argentina Agostina Páez, acusada de injúria racial no Brasil após imitar um macaco em um bar no Rio de Janeiro, se envolveu em uma nova polêmica racial, desta vez, envolvendo a sua família. O pai de Agostina foi filmado durante a madrugada em um bar do centro da cidade fazendo gestos semelhantes. 

 

 

O caso ocorre menos de 24 horas depois da chegada da influenciadora na província de Santiago del Estero. O pai dela, o empresário Mariano Páez, foi filmado durante a madrugada em uma saída noturna acompanhado da companheira. Em determinado momento, ele grita e imita um macaco. As imagens foram divulgadas por um site local.

 

Por meio das redes sociais, também foi divulgada uma outra gravação em que o empresário afirma que foi ele quem pagou a fiança de US$ 18 mil para que a filha responda ao processo em liberdade e que não recebeu dinheiro público.

 

Na gravação, ele diz: “Eu tenho asco do Estado. Não vivo da política. Sou empresário, milionário e agiota. E narco…”, afirma, cercado por outras pessoas.

 

Em janeiro, Agostina Páez passou a responder por injúria racial na Justiça brasileira após a divulgação de um vídeo em que aparece fazendo gestos associados a um macaco em direção a funcionários de um bar em Ipanema. Ela foi detida e permaneceu por mais de dois meses no país, sob monitoramento com tornozeleira eletrônica. 

 

Segundo o jornal La Nación, o Mariano afirmou que as gravações foram feitas com uso de inteligência artificial. O portal brasileiro g1 informou que as imagens foram submetidas a ferramentas de análise que identificaram entre 0% e 2% de chance do vídeo ter IA na geração das imagens.

Advogada argentina que fez gestos racistas no Rio volta à Buenos Aires após fiança e retirada de tornozeleira eletrônico
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A advogada argentina Agostina Páez retornou ao seu país de origem na noite desta quarta-feira (1º), após dois meses de monitoramento eletrônico no Brasil. Ela respondia a processo por injúria racial na Justiça fluminense por ter imitado um macaco em frente a um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em janeiro deste ano. A viagem foi possível porque a tornozeleira eletrônica que usava foi retirada no dia anterior, após o pagamento de fiança no valor de R$ 97,2 mil.

 

Relembre:

 

 

 

Ao desembarcar no Aeroporto Jorge Newbery, em Buenos Aires, Agostina afirmou ao jornal La Nacion que estava “ansiosa para chegar” e classificou o retorno à Argentina como algo “incrível”, depois de se tornar a “inimiga pública número 1” no Brasil. “Me arrependo de ter reagido mal. Apesar do contexto e de tudo, me arrependo de ter reagido dessa forma”, disse ela. “Quero chegar à minha província, Santiago del Estero, reencontrar minha família, meus amigos, e nada mais.”

 

A viagem foi acompanhada pelo pai de Agostina, Mariano Páez, e por dois advogados, o argentino Sebastián Robles e a brasileira Carla Junqueira. A argentina usava a tornozeleira eletrônica desde 21 de janeiro, quando passou a ser investigada pelos gestos direcionados a funcionários de um bar em Ipanema. Em fevereiro, a Polícia Civil do Rio chegou a prendê-la em um apartamento alugado em Vargem Pequena, na Zona Sudoeste carioca, mas o mandado de prisão foi revogado pela Justiça horas depois.

 

No início desta semana, na segunda-feira, o juiz Luciano Barreto Silva, do Tribunal de Justiça do Rio, concedeu habeas corpus à argentina e criticou a manutenção das medidas cautelares pela primeira instância, mesmo com o avanço do processo.

 

O magistrado determinou o pagamento de 60 salários mínimos, além da remoção da tornozeleira, retirada na terça-feira, e a comunicação à Polícia Federal para que a ré fosse autorizada a deixar o país. No último dia 24, uma audiência de instrução e julgamento foi realizada na 37ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, com a presença da acusada e de três pessoas ofendidas por ela.

Advogada argentina investigada por racismo no Rio pede desculpas e muda estratégia de defesa
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A advogada argentina Agostina Páez, de 29 anos, investigada por injúria racial após imitar gestos de macaco para funcionários de um bar em Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, se desculpou publicamente pelo ocorrido. Em mensagem de voz obtida pelo jornal argentino La Nación, a turista, que está em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, afirmou ter agido por impulso e reconheceu o erro.

 

"Cometi um erro, mas aprendi com ele. Reagi de forma errada, deixando a raiva me dominar, e estou pagando o preço. Peço desculpas a todos que possam ter se sentido ofendidos", declarou.

 

O episódio ocorreu no dia 14 de janeiro e gerou repercussão internacional. Desde então, Páez passou a ser investigada pela 37ª Vara Criminal do Rio de Janeiro. Natural de Santiago del Estero, na Argentina, ela estava no Brasil como turista quando foi denunciada.

 

Em uma mudança significativa na condução do caso, a defesa da advogada passou a ser comandada pela criminalista Carla Junqueira, após o rompimento com o antigo representante legal, Ezequiel Roitman. Em entrevista, Junqueira afirmou que a nova linha de defesa não irá mais contestar a materialidade do crime.

 

"Vou mudar completamente a estratégia. Não vamos mais discutir se ela fez ou não. Ela fez, cometeu um erro e cometeu um crime", disse a advogada.

 

Segundo a defesa, a nova postura mais conciliadora busca apresentar Páez de forma menos hostil à opinião pública brasileira e abre caminho para um possível retorno da acusada à Argentina para aguardar o desenrolar do processo. A defesa também tenta uma reunião com o juiz e o promotor responsáveis pelo caso.

 

Ainda de acordo com a equipe jurídica, a argentina estaria enfrentando graves consequências profissionais e emocionais desde o ocorrido, incluindo a perda de contratos de trabalho e de parcerias como influenciadora digital. "Ela está pagando um preço muito alto. Está acamada e fazendo terapia constante", afirmou Junqueira.

 

Apesar de a decisão judicial permitir saídas controladas, a defesa informou que Páez evita aparecer em locais públicos por medo de represálias. Uma audiência prevista para o próximo dia 24 de março deve definir os próximos rumos da investigação.

VÍDEO: Turista argentina acusada de racismo é presa em bar no RJ após determinação da Justiça
Foto: Reprodução / TV Record

A turista argentina Agostina Páez, de 29 anos, foi presa preventivamente em um bar no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (6) após determinação da justiça. Ela é acusada de proferir ofensas racistas contra quatro funcionários de um bar em Ipanema, na zona sul do Rio, em 14 de janeiro.

 

Agostina foi encontrada por policiais civis em Vargem Pequena, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. O momento de sua prisão foi registrada pelos agentes. Confira;

 

 

A argentina foi filmada fazendo os gestos imitando um macaco, e sendo repreendida pelas amigas, em 14 de janeiro. A Polícia Civil também analisou vídeos de câmeras de segurança e ouviu testemunhas.

 

Segundo com a ação penal, Agostina estava com duas amigas em um bar de Ipanema, quando discordou dos valores da conta e chamou um garçom do estabelecimento de “negro”, de forma ofensiva, com o propósito de discriminá-lo e inferiorizá-lo.

 

O Ministério Público rejeitou a versão apresentada pela argentina de que os gestos teriam sido brincadeiras dirigidas às amigas, “especialmente diante do fato de que uma das turistas tentou impedir Agostina de continuar com as ofensas, o que evidencia a consciência da acompanhante quanto à reprovabilidade da conduta”.

Justiça decreta prisão preventiva de argentina acusada de racismo no Rio de Janeiro
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) aceitou, na quinta-feira (5), a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) e decretou a prisão preventiva da turista argentina Agostina Páez, de 29 anos. Ela é acusada de proferir ofensas racistas contra quatro funcionários de um bar em Ipanema, na zona sul do Rio, em 14 de janeiro.

 

Por determinação judicial, a turista está impedida de deixar o Brasil, teve o passaporte apreendido e está usando tornozeleira eletrônica. A denúncia do MP-RJ havia sido oferecida ao Poder Judiciário na segunda-feira (2/2).

 

A advogada publicou um vídeo nas redes sociais falando sobre a situação:

 

 

 

De acordo com a ação penal, o caso ocorreu quando Agostina Páez, acompanhada de duas amigas, discordou do valor da conta em um bar na Rua Vinícius de Moraes. A denúncia relata que ela chamou um funcionário do estabelecimento de “negro”, de forma ofensiva, com o propósito de discriminá-lo e inferiorizá-lo em razão de sua raça e cor.

 

Mesmo após ser advertida pela vítima de que a conduta configurava crime no Brasil, a acusada dirigiu-se à caixa do bar e a chamou de “mono” (“macaco”, em espanhol), além de fazer gestos simulando o animal.

 

Segundo o Metrópoles, o MP-RJ afirma que, após sair do bar, Agostina Páez voltou a praticar novas ofensas racistas. Na calçada em frente ao estabelecimento, teria proferido outras expressões, emitido ruídos e feito novamente gestos imitando macaco contra três funcionários.

 

O Ministério Público rejeitou a versão apresentada pela defesa da argentina, de que os gestos teriam sido “meras brincadeiras dirigidas às amigas”. Em nota, o órgão ressaltou que a alegação foi descartada “especialmente diante do fato de que uma das turistas tentou impedir Agostina de continuar com as ofensas, o que evidencia a consciência da acompanhante quanto à reprovabilidade da conduta”.

 

A decisão judicial foi proferida com base nas imagens do episódio, que circularam nas redes sociais e onde a turista aparece fazendo os gestos e sendo repreendida pelas amigas.

 

Veja vídeo:

 

 

Ministério Público pede prisão de argentina acusada de racismo no Rio de Janeiro
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou e pediu a prisão de Agostina Páez, indiciada pela Polícia Civil do Rio por injúria racial e racismo, segundo informações do O Globo.

 

A turista foi flagrada em vídeo imitando gestos de macaco contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio, no dia 14 de janeiro. Durante as investigações, o passaporte da turista foi apreendido e, por determinação judicial, ela passou a usar tornozeleira eletrônica.

 

Veja vídeo:

 

 

 

No relatório encaminhado ao MP, a Polícia Civil afirma que a autoria do crime ficou comprovada por uma conjugação de fatores. Entre eles, relatos que apontam para o crime e vídeos colhidos, que “atestam um cenário de ultraje moral, de natureza racista”.

 

Foto: Reprodução / Redes Sociais

 

“As imagens, em relação ao ocorrido em via pública, são claras. Ao ir embora do local com suas amigas, Agostina exibiu o dedo do meio para os funcionários do bar e, em seguida, iniciou gestos e ruídos simulando um macaco, gritando ainda a palavra ‘monos’, claramente em direção aos ofendidos”, diz trecho do documento.

Justiça apreende passaporte de advogada argentina investigada por ato racista no Rio de Janeiro
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A advogada argentina Agostina Páez, de 29 anos, declarou em depoimento à polícia que ficou surpresa com a intimação após ser acusada de realizar gestos racistas contra um funcionário de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Conforme registrado em vídeo, a mulher chamou os funcionários do estabelecimento de "mono" (termo que significa macaco em espanhol) e imitou o animal.

 

Veja momento:

 

 

 

De acordo com o G1, o delegado Diego Salarini, titular da 11ª DP (Rocinha), responsável pela investigação, relatou a versão apresentada. “Ela alegou que, na verdade, os gestos corporais simulando um primata, um macaco, estavam voltados às amigas em tom de brincadeira, não ao ofendido, não à vítima”, disse.

 

Agostina Páez defendeu sua conduta. "A verdade é que eles fizeram gestos obscenos para mim (...) e que tentaram me enganar. Mas eu nego categoricamente que os gestos ofensivos tenham sido dirigidos a eles”, argumentou. A advogada também admitiu ter errado. "Minha reação de fazer aqueles gestos para minhas amigas depois de ser provocado com gestos obscenos foi errada, mas eu nem sabia que eles estavam nos observando. Não sabia que era crime no Brasil", afirmou.

 

Em decisão judicial solicitada pela 11ª DP, a Justiça determinou a apreensão do passaporte da argentina e ordenou sua monitoração por meio de tornozeleira eletrônica. Como ela ingressou no país utilizando apenas a carteira de identidade, a Polícia Federal foi acionada para impedir sua saída do Brasil com o documento.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Vamos ver quem vai poder cantar "Amigo estou aqui". Porque às vezes é homenagem, às vezes é premonição. Mas preocupado mesmo eu estou com Gargamel. Enquanto isso, o São João chega com os clássicos: amendoim cozido, político dançando mal e Bruno de Wagner com uma combinação questionável. Mas decidiram cantar dessa vez, e aí foi uma surpresa - negativa - atrás da outra. Saiba mais!

Pérolas do Dia

João Roma

João Roma

"A lei não pode ter lado político".

 

Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.

Podcast

Deputado Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda

Deputado Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (15). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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