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agnaldo cardoso
Titular da 12ª Vara das Relações de Consumo de Salvador, o juiz Mário Soares Caymmi Gomes, acusa o ex-vereador de Mata de São João, Agnaldo Cardoso, de tê-lo agredido dentro de uma boate gay no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. O caso teria acontecido na madrugada de sábado (15).
O juiz registrou boletim de ocorrência na 26ª Delegacia Territorial de Vila de Abrantes, em Camaçari. No relato à polícia, Caymmi afirma que Agnaldo passou por ele o agarrou pela camisa, rasgando a sua roupa. Após a agressão, o magistrado afirma que o ex-vereador teria lhe ameaçado, dizendo que para não falar o nome dele “se não ia ver”.
Segundo Mário Soares Caymmi Gomes, Agnaldo Cardoso é amigo do corregedor-geral do Tribunal Justiça da Bahia (TJ-BA), José Edivaldo Rocha Rotondano. Caymmi criticou publicamente o desembargador após a Corregedoria-Geral suspender um edital de seleção de estágio com vagas reservadas para estudantes da comunidade LGBTQIAP+ na vara sob o comando de juiz de 1º grau.
Pelas redes sociais, o juiz desabafou sobre o ocorrido. “Punir um juiz que faz política afirmativa para 3 vagas, em 1.700, para travestis e pessoas não binárias é mais importante para o TJBA do que punir juiz que tenta liberar dinheiro de traficante que estava bloqueado em outra vara (André Vieira); ou julgar juíza que estava envolvida com traficante Colombiano (Olga Regina Santiago) ou os acusados da Faroeste. O importante é perseguir a minha pessoa. Agora com agressão física. Não sei ao certo se isso foi uma ação espontânea ou calculada. Só sei que preciso de ajuda”, escreveu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.