Artigos
O Espectro Invisível das Pesquisas
Multimídia
Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
agencia senado
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que considera legítimo o debate sobre a redução das penas dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro, mesmo após o PT ter fechado posição contra o Projeto de Lei da Dosimetria e a PEC da Blindagem.
Em entrevista ao Metrópoles nesta quinta-feira (25), Wagner declarou que respeita a posição da legenda, mas não vê a discussão “como uma afronta à democracia”.
“Não se trata de ceder ou não ceder. Trata-se de achar razoável ou não. Eu sempre digo que acho razoável porque, repare, é o Código Penal. No Código Penal está estabelecido o que é crime e possui pena para Golpe de Estado. Eu acho que o Congresso pode se debruçar sobre isso e dizer: está de menos, está demais, vamos aumentar ou reduzir. Eu não vejo nenhuma afronta nisso”, afirmou.
Segundo o senador, a revisão da dosimetria das penas é algo comum no processo legislativo. “O Código Penal é alterado o tempo todo”, acrescentou.
Wagner, no entanto, destacou que eventuais mudanças não devem beneficiar os mandantes dos atos contra a democracia.
“Nós vamos afrouxar um pouco a mão para o que eu chamo de massa de manobra, os ‘magrinhos’. E vamos concentrar o peso da punição naqueles que precisam ser mais severamente punidos. Quem financiou aquela baderna não fez pouca coisa. Depredaram o Palácio do Planalto. Aí não dá pra dizer que tudo bem, né?”, disse.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).