Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
advogado em juazeiro
Um homem acusado de matar um advogado em Juazeiro, no Sertão do São Francisco, foi condenado a 30 anos de prisão. O agora condenado Lucas Matheus Avelino da Silva teve a pena determinada em julgamento ocorrido nesta terça-feira (28) no Fórum Conselheiro Luiz Viana Filho, no município.
Segundo o Rede GN, parceiro do Bahia Notícias, Lucas Matheus é acusado pela morte de Marcílio Márcio Amorim Gonçalves, ocorrida no distrito de Itamotinga, em Juazeiro, no dia 16 de novembro de 2024. Doze dias depois, o acusado foi detido na zona rural de Chapadão do Lageado, em Santa Catarina (SC).
A vítima foi encontrada morta em circunstâncias que indicaram alto grau de violência. O corpo apresentava mãos e pés amarrados, o que, segundo as investigações, sugere que o advogado foi rendido e ficou impossibilitado de se defender.
À época, o caso teve ampla repercussão no estado e mobilizou a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Seção Bahia, que cobrou celeridade na apuração e rigor na responsabilização dos envolvidos.
A decisão também determinou o pagamento de indenização de R$ 500 mil à família da vítima.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.