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Após ser acusada de facilitar a coleta de dados pessoas de crianças, a Disney fechou um acordo de R$ 54,7 milhões com a Comissão Federal de Comércio (FTC, em inglês). A queixa foi apresentada na última terça-feira (2) contra duas divisões da empresa: Disney Worldwide Services e Disney Entertainment Operations.
Segundo o órgão, a empresa não rotulou corretamente alguns vídeos que envolviam trechos de produções como Coco, Frozen, Toy Story e músicas de Os Incríveis, no Youtube como “feitos para crianças”, o que descumpre a Regra de Proteção à Privacidade Online de Crianças (COPPA), criada em 1998 nos Estados Unidos.
Conforme a CBS News, um porta-voz da Disney afirmou que o acordo não envolve plataformas próprias da companhia, apenas dos conteúdos publicados no canal da empresa no Youtube, que exige desde 2019 o rótulo de “feitos para crianças” voltados ao público infantil.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.