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abuso infantil
Registros inéditos das câmeras de segurança e depoimentos da síndica e dos porteiros do prédio em que vivia o ator José Dumont, foram cruciais para a prisão do veterano por estupro de vulnerável.
De acordo com os autos do processo, obtidos pelo portal LeoDias, funcionários do condomínio passaram a estranhar o comportamento do ator na companhia do menor de 14 anos abusado pelo artista.
Ao verificarem as gravações das câmeras de segurança, encontraram registros de Dumont forçando beijos na boca e toques íntimos no garoto, o que levou os funcionários a comunicarem imediatamente à polícia.
O primeiro a perceber a situação estranha foi o porteiro do turno da noite. A síndica do condomínio também foi acionada para verificar o conteúdo das gravações. Após constatar o teor das imagens, a síndica buscou orientação com o departamento jurídico.
O juiz responsável pela sentença, Daniel Werneck Cotta, destacou que as gravações foram fundamentais para comprovar os atos libidinosos.
José Dumont foi preso na terça-feira (3) pelo crime.
Um homem de 45 anos, acusado de tentar abusar de uma menina de 11 anos, encontra-se internado no Hospital Geral de Guanambi (HGG) desde a tarde desta terça-feira (22). O incidente ocorreu nas proximidades da residência da criança, no Bairro Alto Caiçara. Em legítima defesa da filha, a mãe agrediu o homem, impedindo a consumação do crime.
Segundo informações do Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, o indivíduo abordou a menor idade, tocou em suas partes íntimas e tentou forçar um ato sexual. A menina conseguiu escapar da situação e prontamente alertou sua mãe. Em legítima defesa da filha, a mãe agrediu o homem, impedindo a consumação do crime.
Após a agressão, o suspeito foi socorrido e encaminhado inicialmente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Guanambi, sendo posteriormente transferido para o HGG, onde permanece internado.
A Polícia Civil classificou o caso como importunação sexual, conforme o Art. 215-A do Código Penal. As autoridades aguardam a liberação médica do suspeito para dar prosseguimento às medidas legais cabíveis e formalizar as acusações.
A Polícia Civil da Bahia prendeu uma mãe e seu padrasto nesta sexta-feira (04), em Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano. Eles são acusados de cometer violência sexual contra uma adolescente por oito anos de abuso. A polícia também fez uma busca na casa do casal e apreendeu vários objetos.
A investigação começou depois que uma denúncia anônima chegou ao Conselho Tutelar em 2024. A denúncia dizia que a vítima estava sofrendo abusos sexuais constantes por parte do padrasto.
A polícia descobriu que a vítima, hoje com 15 anos, teria sido abusada pelo padrasto com a participação da mãe,, com as iniciais A. Os abusos teriam começado quando a menina tinha apenas 7 anos e continuaram por cerca de oito anos, mostrando uma situação de violência sexual repetida.
Segundo informações do parceiro do Bahia Notícias, o Blog do Braga, a própria vítima confirmou ao Conselho Tutelar que os abusos começaram aos 7 anos, contando que o padrasto a forçava a fazer diversos atos sexuais.
Em meio a investigação, a polícia ouviu testemunhas e juntou várias provas, incluindo uma gravação de áudio onde o padrasto confessa o crime. Com base nisso, a delegada pediu a prisão temporária dos dois e a busca na casa do casal, e a Justiça aprovou os pedidos.
Na operação de hoje, os dois suspeitos foram presos. A polícia também apreendeu celulares, um notebook, um tablet, um HD externo e uma máquina fotográfica. A ação da Polícia Civil da Bahia reforça o compromisso de combater e punir crimes contra pessoas vulneráveis, principalmente mulheres, crianças e adolescentes.
Os presos foram levados para a Delegacia de Luís Eduardo Magalhães, onde serão ouvidos e ficarão à disposição da Justiça.
Um homem de 33 anos suspeito de abuso sexual infantil foi preso pela Polícia Civil da Bahia, durante a Operação “O Protetor” Fase II, realizada na manhã desta terça-feira (3), no município de Camaçari.
As investigações começaram após o compartilhamento de informações com a Polícia Federal (PF). As apurações indicaram que o suspeito produzia e armazenava conteúdo de abuso sexual infantil, utilizando sua relação de confiança com o círculo familiar para cometer os crimes. Até o momento, quatro vítimas menores de idade foram identificadas.
A ação foi conduzida pelo Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV) por meio da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca) e do Núcleo Especializado em Repressão a Crimes Contra Crianças e Adolescentes no Ambiente Virtual (Nercca).
O material apreendido foi encaminhado para perícia e a rede de apoio psicossocial foi acionada para atender às vítimas e oferecer o suporte necessário. As investigações seguem para localizar outros possíveis materiais, esclarecer desdobramentos do crime e identificar novas vítimas. A operação contou com o apoio do Departamento de Inteligência Policial (DIP) e da Polícia Federal.
A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (17/10) mais uma ação em meio a Operação Material Proibido visando combater o armazenamento e distribuição de arquivos, imagens e vídeos com conteúdo relacionado ao abuso sexual infantojuvenil pela internet. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Ilhéus, Itabuna e Aurelino Leal.
Informações divulgadas pela PF informam que todas as investigações foram baseadas em um trabalho de inteligência que identificou os suspeitos de utilizar redes sociais, serviços de e-mail e de armazenamento de arquivos para distribuir o conteúdo contendo cenas de abuso infantil via internet.
A partir da análise pericial do material apreendido e dos depoimentos colhidos, as investigações em curso nos inquéritos policiais permitirão apurar o grau de participação de cada investigado nos crimes em questão.
Em comunicado enviado ao Estadão, o cantor Luiz Carlos, do grupo Raça Negra, explicou o comentário sobre abuso sexual infantil, que fez no programa Encontro e acabou deixando diversos internautas irritados (leia mais). "Tenho 60 anos e tive uma criação muito rígida, minha convicção é plena em dizer que não existe justificativa para violência. Eu me referia a pular fases, criança é criança, só isso. O mau elemento enxerga com outros olhos o que nós enxergamos com naturalidade", disse o cantor. Luiz reiterou que o excesso de zelo num mundo doentio não deve ser confundido com "acreditar que meninos e homens sejam corretos em suas atitudes maldosas". Para ele, a cultura sempre foi machista. "Mas espero que esta e as próximas gerações possam se transformar", disse. No programa que foi exibido na quinta-feira (15), o artista havia falado que os pais devem prestar atenção nas roupas das crianças. "Falar 'minha filha, não achei legal essa roupa. Você vai para a escola assim?'. De repente, pela maluquice dele [do abusador], ele acha que aquele comportamento daquela menina, de se vestir e se arrumar como a mãe", afirmou, quando foi interpelado por Fátima Bernardes e pelos convidados que disseram que roupa não justifica o abuso.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Colocou o peso de sua caneta para eleger Odair Cunha".
Disse o pré-candidato a governador ACM Neto ao lamentar a derrota de Elmar Nascimento na disputa para se tornar ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Escolhido para representar o União Brasil na eleição, o deputado foi sabatinado na Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados, mas perdeu o posto para Odair Cunha, candidato do PT escolhido pela Casa.