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abrade
A Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) e a Associação Brasileira de Neuro-oftalmologia (ABNO) publicaram notas alertando a população acerca dos casos de intoxicação, em São Paulo, por ingestão de metanol em bebidas alcoólicas adulteradas.
Por meio de nota, a Abrade se pronunciou e deixou sua "profunda preocupação e solidariedade às vítimas e familiares", após a confirmação dos casos de intoxicação, onde foram registradas duas mortes, por ingestão de metanol misturado a bebidas adulteradas.
Segundo a Agência Brasil, os casos foram constatados em São Bernardo do Campo e na capital paulista.Desde junho, foram obtidos seis casos de intoxicação pela substância no estado. De acordo com a reportagem, o Centro de Vigilância Sanitária (CVS) comunicou que, atualmente, há outros dez casos em investigação com suspeita de intoxicação depois de consumo de bebida contaminada, na capital paulista.
"A Abrabe reitera o compromisso com a proteção do consumidor e com a defesa do mercado legal, seguro e responsável e seguirá contribuindo com os Governos Federal e Estadual para proteção da população", diz a entidade, por meio de nota.
Já a Associação Brasileira de Neuro-oftalmologia alertou a respeito dos riscos do consumo de metanol em causar neuropatia óptica, "uma doença grave que pode causar perda de visão irreversível". A associação, por meio de nota enviada à Agência Brasil, afirmou que podem surgir sintomas de intoxicação como "dor de cabeça, náuseas, vômitos, dor abdominal, confusão mental e, principalmente, visão turva repentina ou até cegueira."
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.