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abraco na arena fonte nova
Salvador foi oficialmente anunciada, nesta quarta-feira (7), pela FIFA, como uma das cidades-sede da Copa do Mundo Feminina 2027. Para celebrar essa conquista histórica, o Governo da Bahia realizará, neste sábado (10), a partir das 8h30, um ato simbólico intitulado "Abraçaço na Arena Fonte Nova – Aqui, o futebol também é delas", na área Sul do estádio (portão de acesso em frente ao Dique de Tororó).
A ação reunirá cerca de 200 pessoas, entre atletas do futebol feminino baiano, representantes de outras modalidades esportivas, alunas de projetos sociais apoiados pela Superintendência dos desportos do estado da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, convidados especiais e a participação da banda feminina de percussão baiana Yayá Muxima.
A concentração será na praça coberta da entrada do Setor Sul, com acesso pelo portão do Dique do Tororó. De lá, o grupo seguirá até o círculo central do campo para o momento simbólico do “abraçaço”. Para garantir o acesso ao gramado, todos os participantes deverão utilizar calçados sem salto, preferencialmente tênis ou sandálias de bico arredondado.
A Copa do Mundo Feminina da FIFA Brasil 2027™ acontecerá entre os dias 24 de junho e 25 de julho de 2027, reunindo 32 seleções nacionais. Esta será a primeira vez que o Brasil sediará o maior evento do futebol feminino mundial.
Além da Arena Fonte Nova, em Salvador, outros sete estádios brasileiros sediarão partidas do torneio: Maracanã (Rio de Janeiro), Arena Corinthians (São Paulo), Mineirão (Belo Horizonte), Estádio Nacional (Brasília), Arena Castelão (Fortaleza), Beira-Rio (Porto Alegre) e Arena Pernambuco (Recife).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.