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abracinho
O convidado do podcast BN na Bola na última terça-feira (9) foi Renê Marques, ex-goleiro e coordenador esportivo do Bahia. Durante a conversa com Hugo Araújo e Carlos Matos, o ex-atleta explicou o apelido de ‘Renê abracinho’ na época em que fez parte da gestão do Esquadrão.
“Em resumo, o apelido de abracinho é tudo isso aí. Quem dera se fosse só um abraço, mas eu acho o maior barato esse apelido. Eu gosto, mas eu vacilei, porque eu deveria fazer um produto meu de um bonequinho dando um abracinho”, afirmou.
Renê enfatizou que o ‘abraço’ está muito atrelado a apoio. O ex-coordenador do Bahia ressaltou a importância de se mostrar presente em momentos que precisam de uma solução, tanto quando se trata da torcida quanto dos jogadores.
“Eu sei que é um carinho que a torcida tem por mim e quando se fala do abraço é justamente sobre isso, abraçar a causa, abraçar o problema, abraçar quando a Bamor ía lá no CT cobrar e você blindar os atletas, você passar verdades e confiança para o torcedor, poder abraçar os caras que também vivem o clube (torcedor), o atleta também quando está mal de cabeça, achando que está todo mundo contra ele você abraçar esse jogador e a mesma coisa na situação contrária, quando o atleta está vislumbrado, trazer ele ‘pra terra’. Isso eu não abro mão”, declarou o gestor.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hilton Coelho
"O Guilherme Boulos está precisando de apoio dentro do PSOL. Ele defendeu que o PSOL participasse da federação com o PT e simplesmente 76% do PSOL disse não. Então, se tem alguém que está deslocado dentro do PSOL, não é o companheiro Ronaldo Mansur, é o companheiro Guilherme Boulos".
Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSol) afirmou nesta quinta-feira (24), durante a convenção da federação PSol-Rede, em Salvador, que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), está "deslocado" dentro do partido após a maioria dos filiados rejeitar a proposta de federação com o Partido dos Trabalhadores (PT).