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Uma médica foi presa na Polônia após a polícia encontrar 34 fetos humanos enterrados no jardim de sua antiga casa. A prisão foi informada pelas autoridades nesta segunda-feira (15).
Magdalena H., de 57 anos, sem antecedentes criminais, é suspeita de ter utilizado os fetos para realizar experimentos e pode enfrentar pena de até 12 anos de prisão. As acusações contra ela incluem vilipêndio a cadáver, gestão inadequada de resíduos e abandono de materiais perigosos em local não autorizado.
A descoberta ocorreu após os promotores receberem, na semana passada, uma denúncia de que resíduos médicos haviam sido encontrados durante obras na antiga casa da médica, localizada em Lutoryz, no sudeste do país.
Uma busca na área, com participação de dezenas de policiais, sensores e cães, resultou na localização de ao menos 34 fetos enterrados no jardim.
O caso gerou grande repercussão na Polônia, país tradicionalmente católico com uma das legislações sobre aborto mais rígidas do mundo.
Segundo um porta-voz do Ministério Público, por enquanto não há provas de que eles tenham sido obtidos por meio de abortos ilegais.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.