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aberto dos estados unidos
A tenista brasileira Beatriz Haddad Maia tem feito uma campanha histórica no aberto dos Estados Unidos, o US Open. Bia chegou às oitavas de final pela primeira vez no torneio e tem feito a melhor campanha de uma brasileira em um grande slam desde Maria Esther Bueno e retornou, nesta segunda-feira (2), ao top 20 da WTA, que vai ser publicado na próxima segunda-feira (9).
A confirmação veio na madrugada desta segunda após a derrota da croata Donna Vekic para a chinesa Qinwen Zheng por 7/6 (7/2) 4/6 6/2 pelas oitavas de final em Nova York. Antes, outra possível concorrente, a belga Elise Mertens, havia perdido para Aryna Sabalenka.
Neste momento, Bia alcança o 18º lugar e só poderá ser ultrapassada por sua adversária desta segunda (2), a dinamarquesa Caroline Wozniacki (caso ela conquiste o título) e pela espanhola Paula Badosa (caso vença mais um jogo e faça semifinal), finalizando o torneio, na pior das hipóteses, como a 20ª colocada.
Caso vença Wozniacki, Beatriz pode subir ainda mais, indo assim ao 17º lugar.
Na madrugada deste domingo (1º), jogando em Nova York, a brasileira Beatriz Haddad Maia fez história mais uma vez no US Open. Com uma atuação consistente, Bia derrotou a russa Anna Kalinskaya por 6/3 e 6/1 e, pela primeira vez, foi às oitavas de final do US Open.
Atual número 21 do mundo, a paulista de 28 anos disputará as oitavas de um slam pela terceira vez na carreira. As duas primeiras foram em Roland Garros e Wimbledon, ambas em 2023.
Bia vai enfrentar a veterana Caroline Wozniacki, ex-número 1 do mundo, que vem de vitória sobre a francesa Jessika Ponchet (#143) por 6/3 e 6/2.
A dupla formada pela brasileira Bia Haddad e a alemã Laura Siegemund derrotaram a dupla americana formada por Robin Montgomery e Clervir Ngounoue por 2 sets a 0 com um duplo 6/2 e avançaram às oitavas de final do US Open.
Com as duas vitórias e vaga inédita na terceira rodada de simples, a paulistana agora soma quatro triunfos no aberto dos Estados Unidos e vai esperar a partida entre a chinesa Xinyu Jiang e a japonesa Makoto Ninomya e a dupla cabeça de chave 7 formada pela letã Jelena Ostapenko e a ucraniana Liudmila Kichenok.
Bia volta à quadra em simples neste sábado (31) contra a russa Anna Kalinskaya, cabeça de chave 15.
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"Esses carros não serão vendidos na Bahia, terão que ser exportados, levados pros mercados das outras regiões. Como eles vão ser transportados se a gente não tem ferrovias e rodovias? Restam os portos, mas nós temos um único terminal de contêineres que está estrangulado. É preciso encontrar caminhos para ampliar o pátio, se não não teremos continuidade no crescimento".
Disse o ex secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia e ex-ministro da Previdência do governo FHC classificou como um desafio a logística de escoamento da produção da fábrica da BYD, em Camaçari. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (22), na rádio Antena 1.