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95 anos
A Associação Bahiana de Imprensa (ABI) reuniu diretores, colegas e convidados em seu tradicional almoço de confraternização para celebrar antecipadamente os 96 anos da instituição, cujo aniversário oficial ocorre na segunda-feira (17) no prédio Edifício Ranulfo Oliveira, em Salvador. No encontro, a presidente da entidade, Suely Temporal, proferiu um discurso sobre a trajetória histórica da casa e o papel do jornalismo profissional.
Ela também estabeleceu nas metas operacionais e patrimoniais da gestão, com vistas ao centenário, em 2030. Primeira mulher a presidir a ABI ao longo de quase dez décadas de existência, Suely Temporal destacou que a longevidade da instituição está atrelada à capacidade de preservar seus valores fundamentais enquanto se adapta às transformações do setor.
"Ao longo dessas quase dez décadas, atravessamos períodos democráticos, momentos de autoritarismo, crises políticas, econômicas, profundas transformações sociais e tecnológicas. Em diferentes momentos, a ABI assumiu a responsabilidade de defender a liberdade de imprensa e o direito à informação, que são pilares fundamentais de qualquer sociedade democrática", relata a presidente.
Ao abordar o cenário atual da comunicação, a dirigente ressaltou que a missão histórica da entidade permanece atual, embora os desafios tenham se modificado com o avanço das redes sociais, da inteligência artificial e da disseminação massiva de desinformação e conteúdos sem apuração.
De acordo com Temporal, a postura da ABI diante desses fatores não deve ser o controle ou a censura: "Precisamos de mais liberdade, mais jornalismo profissional, mais educação para a informação e mais responsabilidade na produção e no compartilhamento de conteúdos", defende.
Em ano eleitoral, a liderança da associação no estado lembra da máxima do jornalismo político: "A liberdade de imprensa não pertence à esquerda, à direita ou ao centro. Ela pertence à democracia".
Diante desse cenário, a ABI reitera que essa luta de 95 anos não está esquecida nem recolhida aos arquivos. A trajetória da entidade permanece viva e intensa como símbolo de vigilância e como uma bandeira desfraldada pelos jornalistas para igualar o Brasil às grandes nações mundiais.
Um encontro de gerações acontecerá no dia 17 de agosto, em São Paulo, para comemorar o aniversário da Portela. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o cantor e compositor Paulinho da Viola se juntará ao rapper Criolo em um show no Espaço das Américas, para celebrar os 95 anos escola de samba. Participará do evento ainda a velha guarda da Portela.
A atriz carioca Tônia Carrero morreu aos 95 anos, na noite deste sábado (3), no Rio de Janeiro. De acordo com informações do Estadão, a artista deu entrada na clínica São Vicente na sexta-feira (2), para realizar uma cirurgia simples, mas houve complicações e ela acabou sofrendo uma parada cardíaca. Ainda segundo a publicação, a família pediu à unidade de saúde para não divulgar mais informações sobre o caso. Para atender o desejo da própria Tônia Carrero, a atriz será cremada em uma cerimônia na segunda-feira (5), para que familiares residentes no exterior possam se deslocar para o Brasil. O velório é neste domingo (4). Uma das atrizes mais consagradas do Brasil, ao longo de sua trajetória Tônia Carrero participou de 54 peças, 19 filmes e 15 novelas. Dentre os papeis marcantes estão Stella Fraga Simpson, no folhetim “Água Viva” (1980) e Rebeca, de "Sassaricando". Sua última atuação no teatro foi em 2007, no espetáculo “Um Barco Para o Sonho”, produzido pelo filho Cécil e dirigida pelo neto Carlos Thiré.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Nikolas Ferreira
"Eu tenho empresa, sim, a maior escola de inglês para cristãos no Brasil. Dei palestra sobre comunicação, tenho plataforma sobre política e espiritualidade, três livros lançados. Minha rede social me dá condição de ter essas boas iniciativas".
Disse o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ao reagir aos questionamentos, sobretudo de políticos e apoiadores da esquerda, por declarar à Justiça Eleitoral bens no total de R$ 3,8 milhões. Os dados apontam que o patrimônio do político mineiro saltou 8.850% ao longo de seu primeiro mandato no Congresso Nacional — em 2022, ele relatou ter R$ 36 mil.