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A presidente da Fundação Baía Viva, Isabela Saurez, avaliou como positiva a parceria entre o público e o privado nas ações de cuidado com o meio ambiente. Durante o jantar de comemoração aos dois anos da coluna social Anota Bahia, ela reforçou que as parcerias só tendem a agregar.
Citando a ação recente desenvolvida no Dia da Baía de Todos os Santos, Suarez comemorou o fato de ter havido uma redução nos resíduos descartados nas praias. Ela fez referência a ação na Praia de Tapera, primeira do Nordeste a ter selo internacional Bandeira Azul, a Ilha dos Frades (ver aqui).
"A ação no aniversário demonstra o sucesso entre a parceria privada e o poder público diante da pouca coleta de resíduos que aconteceu. A Paramana Gin e BP Investimentos já desenvolveram ações como essa ao longo de toda Baía, no entanto, na localidade da Ilha dos Frades, foi onde menos se encontrou resíduos o que significa que o lugar tá muito bem cuidado", comemorou.
Depois das especulações da mídia internacional de que a cantora do Black Eyed Peas, Fergie, estaria grávida por conta de uns quilinhos extras, foi divulgado esta semana que a bela na verdade precisou aumentar a silhueta para estrelar no musical Nine, com direção de Rob Marshall, de Chicago. Este é o primeiro grande trabalho da cantora nas telonas, depois de fazer pequenas aparições nos filmes Pôseidon e Planeta Terror. Ela viverá uma prostituta na trama que também traz no elenco Daniel Day-Lewis, Nicole Kidman, Judi Dench, Kate Hudson e Penélope Cruz.
Vivenciamos ontem um dia de fortes realizações, como não fora visto nos últimos cinco meses. Os senhores devem se lembrar, a última queda mais acentuada da Bolsa de Valores ocorreu em 27 de fevereiro, quando a China caiu mais de 8% em um dia. O desenrolar daquele dia vermelho todos conhecem. Caímos mais um pouco, andamos de lado e entramos em um rally de alta como pouco visto anteriormente. Chegamos a cair cerca de 10% e do fundo formado naquele momento subimos cerca de 40% quase que direto, com pouco espaço para realizações.
O dia de ontem foi de agenda fraca, sem nenhum indicador relevante. As atenções do dia foram voltadas para a divulgação de balanços de empresas americanas, que vieram abaixo das expectativas. Os resultados da Texas Instruments, DuPont, Nissan e American Express vieram ruins. Além disso, a Apple anunciou que as vendas de seu novo produto, o iPhone, estão abaixo das expectativas e suas ações desabaram.
Afora o cenário corporativo, tivemos alguns rumores nos mercados que propiciaram maior aversão ao risco, como o assunto já requentado das hipotecas subprime. As preocupações com essas hipotecas de alto risco foram reavivadas ontem, depois que a Countrywide Financial, maior empresa americana de financiamento imobiliário, anunciou um lucro 33% mais baixo no segundo trimestre. Tivemos ainda cancelamento de uma linha de empréstimos imobiliários por parte de grandes instituições como Citibank e Meryl Lynch.
Deixando de lado os “boatos” que circularam no mercado no dia de ontem, devemos ficar atento a algo que vem nos chamando atenção há algum tempo: as divergências entre as altas do índice Bovespa, o fluxo de capital estrangeiro e o risco-país.
Como podemos visualizar no Gráfico 1, o comportamento do risco país apresenta uma correlação negativa em relação à variação do Ibovespa. Desde janeiro de 2005, observamos que os dois indicadores caminham em sentido contrário, comportamento fundamentado pela teoria econômica. Quando o risco-país cai, os ativos brasileiros se tornam mais atrativos e menos arriscados, gerando entrada de recursos no país e, por fim, valorizando o índice da bolsa paulista. No entanto, a partir de maio de 2007, observamos uma divergência entre os dois indicadores. Desde então, vemos o risco-país em alta pronunciada e, ao invés de se desvalorizar, o Ibovespa subia consistentemente.
Já no Gráfico 2, observamos uma correlação positiva entre a variação do Ibovespa e o saldo de recursos estrangeiros na bolsa. Podemos perceber que este saldo vem se reduzindo gradativamente desde março de 2007, atingindo patamares negativos a partir de junho. Indo na contramão deste indicador, o IBOV continuou (e até intensificou) sua escalada de valorização. No momento, estamos pelo segundo mês consecutivo com saídas de capital estrangeiro e alta da bolsa brasileira. O que nunca se sustentou por prazo dilatado de tempo.
Gráfico 1
Clique no gráfico, para melhor visualização
Gráfico 2
Clique no gráfico, para melhor visualização
O que fazer neste momento? Ainda é prematura qualquer tomada de posição. Podemos estar diante de uma mera realização, ou, uma reversão mais acentuada de tendência.
O primeiro cenário, enxergamos como o mais provável, sendo ainda cedo para falarmos em reversão de tendência. A nossa visão, é que o desenrolar dos acontecimentos devem ter como foco o comportamento destes dois indicadores, que devem ser monitorados mais de perto daqui por diante. É bem provável que, diante de uma realização um pouco mais forte, tenhamos fluxo estrangeiro por força dos fundamentos da economia brasileira. Enfim, olho no risco e olho no fluxo serão o enredo da história recente da bolsa brasileira.
“Uma tendência de alta é válida até que ela seja revertida”
Charles Dow
Assista hoje(9), ao vivo, a Coluna Holofote no programa Tudo a Ver Bahia. O programa, apresentado por Érica Saraiva, vai ao a partir das 14h10 na TV Itapoan(Rede Record).
Assista aqui o vídeo do Holofote no Tudo a Ver da semana passada
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"Ninguém encontra uma solução".
Disse a cantora Anitta ao fazer um apelo nas redes sociais após irmão ser preso em Paris.