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A Prefeitura de Conceição do Jacuípe respondeu às acusações de que a prefeita Tânia Yoshida (PSD) teria promovido exonerações de servidores municipais que não votaram no senador Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno das eleições presidenciais no último domingo (25). Em nota enviada ao Bahia Notícias, a gestão nega a prática de retaliações partidárias no quadro de colaboradores da gestão.
Segundo informações do Bahia Notícias, publicadas nesta quinta-feira (29), uma ex-servidora municipal, que preferiu não se identificar, informou que a prefeita teria convocado uma série de funcionários para conversar em particular, induzindo-os a votar em Flávio Bolsonaro no segundo turno, já que, para a edil, "seria o melhor para o Conceição do jacuípe e para sua chapa".
A funcionária demitida não hesitou em declarar apoio a Lula à prefeita, que encarou a desavença ideológica como uma afronta e afirmou que ela estaria demitida. Sobre o caso, a Prefeitura destaca que “a exoneração mencionada na reportagem foi um episódio pontual, decorrente de uma ocorrência de desrespeito à autoridade da gestora municipal, sem qualquer relação com a preferência eleitoral da ex-servidora”, diz a nota.
O texto ressalta ainda que a prefeita possui histórico de alinhamento com lideranças do PT, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Rui Costa, o que demonstraria a inconsistência das alegações de perseguição a apoiadores da legenda.
“A própria prefeita é eleitora do presidente Lula e do ex-governador Rui Costa, circunstância que evidencia a inconsistência da narrativa de perseguição a servidores por apoio a lideranças petistas”, escreveu a Prefeitura de Conceição do Jacuípe.
A gestão municipal diz que declarações veiculadas por radialistas da região sobre o caso refletem apenas opiniões pessoais dos profissionais e não contam com autorização para representar o posicionamento ou a orientação da chefia do Executivo.
A prefeitura reafirmou o compromisso com a liberdade de convicção política no ambiente público e destacou que a conduta da administração se pauta pelo respeito à pluralidade democrática.
“A prefeita Tânia Yoshida não persegue pessoas por suas convicções políticas. Respeita a liberdade de escolha de cada cidadão e exige, no exercício da administração pública, o mesmo respeito que sempre dispensou aos seus colaboradores.”, conclui a nota.
Confira o posicionamento na íntegra:
"NOTA DE ESCLARECIMENTO
Prefeitura Municipal de Conceição do Jacuípe
A Prefeitura Municipal de Conceição do Jacuípe vem a público esclarecer que não procede a acusação de que a prefeita Tânia Yoshida tenha promovido exonerações de servidores por motivação ou perseguição político-partidária, conforme divulgado pelo portal Bahia Notícias nesta quinta-feira (29). A exoneração mencionada na reportagem foi um episódio pontual, decorrente de uma ocorrência de desrespeito à autoridade da gestora municipal, sem qualquer relação com a preferência eleitoral da ex-servidora. Tânia Yoshida tem sua trajetória pública marcada pelo compromisso social, pelo respeito às pessoas e pela defesa da dignidade humana. Reconhecida por sua atuação humanista, jamais condicionou o exercício de funções públicas à orientação política ou ao voto de seus colaboradores. A própria prefeita é eleitora do presidente Lula e do ex-governador Rui Costa, circunstância que evidencia a inconsistência da narrativa de perseguição a servidores por apoio a lideranças petistas. Quanto às manifestações atribuídas a radialistas da região, a Prefeitura esclarece que tais declarações expressam exclusivamente as opiniões e concepções de seus autores, não representando, em nenhuma hipótese, o pensamento da prefeita Tânia Yoshida, tampouco sua conduta republicana. A gestora não autorizou qualquer pessoa a falar em seu nome ou a emitir julgamentos políticos como se fossem manifestações de sua vontade ou orientação. A administração municipal reafirma que divergências políticas são próprias da democracia e não constituem motivo para retaliações no âmbito da gestão pública. A prefeita Tânia Yoshida não persegue pessoas por suas convicções políticas. Respeita a liberdade de escolha de cada cidadão e exige, no exercício da administração pública, o mesmo respeito que sempre dispensou aos seus colaboradores."
O deputado federal eleito, Lucas Reis (PT), comentou sobre a sobrevivência da oposição no Brasil e na Bahia após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador Jerônimo Rodrigues em suas campanhas de reeleição. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1), o ex-chefe de gabinete do senador Jaques Wagner alegou que “é salutar” que haja oposição, mas criticou as ações dos opositores.
“Sobre a oposição, eu acho que nós vamos continuar a ter oposição e é salutar que tenhamos oposição. Eu, sinceramente, me surpreendo e não chego a me decepcionar com o comportamento do que aconteceu principalmente no domingo da eleição do segundo turno. Isso não é jeito de fazer oposição”, diz o candidato eleito, em referência às denúncias de falhas na garantia do transporte público de Salvador no último domingo (25), dia da votação.
Lucas Reis sugere que o grupo da oposição atuou para “tentar impedir que o povo de Salvador fosse às urnas, porque o povo de Salvador é majoritariamente eleitor do presidente Lula” “Não foi uma atitude democrática, não é uma atitude correta. É uma atitude de quem não respeita o eleitor da cidade de Salvador. Não é uma atitude de alguém que simplesmente faz oposição”, disse o deputado eleito.
Em entrevista, o petista disse ainda que “uma coisa é você fazer oposição, você divergir, você criticar, outra coisa é você usar a Prefeitura da cidade para impedir que os eleitores chegassem às urnas”, disse “Mas a mobilização do povo da cidade, a mobilização do nosso pessoal, eu fiquei muito impressionado no domingo”, narra. Segundo ele, a ação popular permitiu não só que as pessoas conseguissem exercer o voto, como garantiram uma vitória importante na reeleição de Lula.
“Salvador deu o recado nas urnas. A capital que mais deu votos ao presidente no Brasil inteiro foi Salvador, foram 73% dos votos da cidade para o presidente Lula, em resposta também à barbaridade, ao ato antidemocrático que a oposição tentou fazer na Bahia e aqui em Salvador”, completou.
O secretário municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Pablo Souza, informou que uma ação movida pelo PL ainda no último domingo (25) pede a prisão dos sindicalistas envolvidos no “adesivaço” de ônibus na madrugada do dia do segundo turno das eleições 2026. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador nesta terça-feira (27), o gestor da Semob disse que a manifestação será enviada ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), que ainda investiga as falhas na operação do transporte público durante o segundo turno das eleições.
Por telefone, o secretário, que retornou de uma missão em Paris nesta segunda-feira (26), diz que “nós vamos pedir sim que o TRE adote um atendimento igualitário com relação aos ônibus estaduais”, afirma.
Ainda no domingo, a Prefeitura de Salvador revelou que o motivo por trás dos atrasos e diminuições na frota de ônibus nas ruas, denunciadas por eleitores e partidos políticos, foi motivado pela ação de sindicalistas que teriam adesivados os ônibus municipais com material de boca de urna, configurando crime eleitoral.
O secretário defende que não apenas os sindicalistas envolvidos sejam identificados e responsabilizados, como também sejam analisadas outras denúncias de obstrução da operação do transporte público na Região Metropolitana de Salvador, que segundo ele, não foram tratadas com a mesma ênfase direcionada à gestão da capital baiana. Pablo Souza fala abertamente sobre a suposta “criação de um fato político”.
“É um absurdo, no estado democrático, que todos nós defendemos, a gente ter uma postura dessa natureza, em que se há uma ação desproporcional. Há imagens circulando em toda a imprensa das garagens dos ônibus metropolitanos lotados e não houve qualquer tipo de posição por parte do governador ou do Governo do Estado, muito pelo contrário, houve a criação de um fato político em relação a este tema. Mas a gente tem muita tranquilidade porque independente de política, a gente está aqui para trabalhar pelas pessoas”, diz o secretário.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) venceu a disputa no segundo turno da eleição presidencial entre os eleitores que votaram no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, no último domingo (25). O candidato registrou 81 votos na seção destinada a presos provisórios, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve 74 votos.
Segundo informações do Estado de Minas, o resultado marcou uma inversão em relação ao primeiro turno, realizado em 4 de outubro, quando o candidato do PT liderou a votação na unidade com 74 votos contra 70 de Flávio Bolsonaro. Na segunda etapa do pleito, Lula manteve a mesma votação, enquanto o postulante do PL teve um acréscimo de 11 votos.
A seção eleitoral funcionou na unidade conhecida como Papudinha, instalada no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, em São Sebastião. O direito ao voto no local é restrito aos detentos provisórios, que ainda não possuem condenação criminal definitiva transitada em julgado, incluindo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
A Prefeitura de Salvador informou que o secretário de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, vai se apresentar às autoridades na segunda-feira (26) para todos os esclarecimentos em relação ao transporte público na capital baiana neste domingo (25), durante o segundo turno das eleições.
A prisão em flagrante do secretário foi emitida pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), após denúncia da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV). Pablo Souza é acusado de dificultar o deslocamento de eleitores durante o segundo turno das eleições presidenciais.
Ainda em nota, a gestão municipal informa que o secretário está em Paris em missão oficial a convite do Governo da França. Ainda neste domingo, eleitores registraram ônibus parados nas garagem da capital baiana. Segundo as imagens obtidas pelo Bahia Notícias, até às 13h30, dezenas de ônibus estavam parados nas garagens das concessionárias e terminais de ônibus de Salvador.
A Prefeitura informou oficialmente que a operação de transporte público de Salvador já está restabelecida. Segundo a nota oficial, “os principais corredores de ônibus da cidade estão com a operação totalmente normalizada desde o final da manhã”.
A Secretaria de Mobilidade informou que os atrasos na saída de ônibus foram ocorreram devido à adesivação clandestina de veículos com material relacionado a um dos candidatos, o que configura publicidade irregular.
“Para garantir o cumprimento da legislação eleitoral, a Semob precisou providenciar a retirada dos adesivos, o que impactou temporariamente a saída dos coletivos”, diz a nota da entidade.
Eleitores registraram ônibus parados nas garagem da capital baiana, neste domingo (25), durante a operação especial de transporte no 2º turno das eleições presidenciais. Segundo as imagens obtidas pelo Bahia Notícias, até às 13h30, dezenas de ônibus estavam parados nas garagens das concessionárias e terminais de ônibus de Salvador.
Vale destacar que a Justiça Eleitoral prevê a oferta gratuita de transporte coletivo urbanomunicipal e intermunicipal, inclusive o metropolitano, nos dias de votação. Cabe ao poder público adotar as providências necessárias para garantir o serviço, com frequência compatível com a dos dias úteis.
Ainda neste domingo, a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) pediu neste domingo (25) ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, sob a acusação de dificultar o deslocamento de eleitores durante o segundo turno das eleições presidenciais.
A entidade também solicitou a liberação imediata dos ônibus retidos nas garagens e o restabelecimento do serviço gratuito, com frequência compatível com a dos dias úteis.
Ao Bahia Notícias, o TRE-BA confirmou que estariam sendo feitas inspeções in loco nas estações de transbordo, inclusive do BRT de Salvador, para confirmar a denúncia.
Os artistas João Cavalcanti e Marcelo Caldi denunciaram, por meio das redes sociais um possível caso de constrangimento eleitoral em uma rede de supermercados da capital baiana. O registro, publicado nesta quinta-feira (22) por meio das redes sociais, mostra os funcionários da loja usando uma camiseta com o número 22 estampado e em evidência e às vésperas do 2º turno da eleição presidencial.
Pelas imagens, é possível notar que a camiseta comemorativa celebra os 22 anos da instituição. No vídeo, os artistas comentam: “O pessoal começou a usar [a camisa] no final de setembro. Eu já vi comemorar a efemeridade de 25 anos, 20, datas redondas. 22 eu achei curioso. Não sei quem é o dono do mercado, também não sei o que ele pensa em relação à escala 6x1. Não tem como afirmar nada, mas que nos chamou a atenção, chamou”, narra a dupla.
Ainda sobre o caso, Cavalcanti e Caldi destacam que o uso da estampa, às vésperas da eleição, pode causar constrangimento aos funcionários. “Isso pode configurar crime eleitoral”, resume Marcelo. Já João complementa: “No mínimo é um constrangimento para as funcionárias, que a gente fez questão de não filmar também porque, afinal de contas, elas também são vítimas desse uso compulsório”.
A dupla concluiu deixando claro que, apesar das observações, o crime não pode ser imputado: “É possível achar que é assédio eleitoral, claro, se houver uma intencionalidade por trás disso, mas a gente não sabe, né?”.
Oficialmente, o constrangimento eleitoral, conhecido formalmente como assédio eleitoral, é qualquer conduta que intimide, ameace, constranja, influencie, discrimine ou prometa vantagens a um trabalhador ou cidadão para direcionar ou impedir a sua escolha política e o seu voto.
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou nesta sexta-feira (23) que as empresas Meta e X apresentem, no prazo de 24 horas, relatórios detalhados sobre suas diretrizes para o uso de inteligência artificial, distribuição de conteúdos políticos, impulsionamento de anúncios eleitorais e critérios para a remoção de publicações.
Segundo informações do g1, a decisão ocorre no âmbito de uma ação movida pela campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra a chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL). A coligação do candidato petista aponta suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, alegando favorecimento a perfis adversários, restrição de alcance em publicações pro-Lula e inconsistências no impulsionamento pago.
Entre as divergências apontadas pela representação jurídica estão a derrubada de um vídeo no Instagram por alegação de uso de IA e possíveis assimetrias nas respostas geradas pela ferramenta Grok, da rede social X, ao responder consultas sobre os postulantes ao pleito.
Em paralelo à determinação da corregedoria, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, agendou reunião com representantes de grandes plataformas digitais para alinhamento de procedimentos de segurança na reta final de preparação para o segundo turno das eleições.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu um volume recorde de processos e decisões inéditas sobre a disputa presidencial. Segundo um levantamento do g1, até a noite desta quarta-feira (21), o TSE registrava ao menos 804 ações recebidas, mais do que o dobro das 325 no mesmo período em 2022 e das 388 de 2018.
Entre os impasses enfrentados pelo tribunal estão a definição de quando um canal de WhatsApp deve estar oficialmente vinculado a uma campanha e os limites para o uso de deepfakes, conteúdos gerados por inteligência artificial com alto grau de realismo.
Inicialmente, os processos tratavam principalmente de propaganda eleitoral antecipada. Agora, abordam assuntos como a divulgação de fatos inverídicos, episódios de impulsionamento de conteúdo negativo contra candidatos, realização de showmícios e conteúdo das propagandas eleitorais no rádio e na televisão.
TSE reuniu as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro no dia 13 de outubro, após o primeiro turno, para discutir como frear a judicialização da disputa. Na ocasião, as campanhas concordaram em abrir mão de representações da pré-campanha e de pedidos de direitos de resposta relacionados ao primeiro turno.
Ainda assim, a disputa jurídica entre as campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) se intensificou no segundo turno, com discussões sobre estratégias nas redes sociais e distribuição de conteúdo no WhatsApp.
No caso desta última, a discussão começou com o crescimento do canal Exército do Lula, criado pelo deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG) e que atingiu 7,5 milhões de participantes nos últimos dias. O canal, que chegou a ser derrubado por decisão do ministro Nunes Marques, foi oficialmente vinculado às redes de campanha de Lula após a disputa judicial.
O presidente do PL na Bahia, João Roma, avaliou que a oposição na Bahia saiu fortalecida no primeiro turno das eleições, com a eleição de nomes importantes e o crescimento dos votos de Flávio Bolsonaro no estado. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1), o candidato ao Senado Federal negou, no entanto, que já haja negociações em torno da ocupação de cargos em um eventual governo de Flávio.
Ele, que foi ministro da Cidadania no governo de Jair Bolsonaro, aponta que primeiro é necessário garantir a eleição antes de negociar os ministérios.
“Não tratamos sobre isso, Maurício. Ontem eu brinquei disso numa outra entrevista. Eu disse: ‘Não dá para jantar antes de almoçar’. Então, não existe [negociação sobre cargos]. Não dá para estar falando de hipótese. E um erro, que certamente ocorre em qualquer campanha, é você estar buscando especular e lotear cargos antes do resultado apurado. Como dizia Marco Maciel, ‘Eleição e mineração, só após a apuração’”, garante.
Ele destaca que toda a energia deve estar voltada para o segundo turno das eleições: “Então, primeiro vamos focar, conversar com as pessoas, mostrar que é fundamental eleger Flávio Bolsonaro no próximo domingo e depois vamos ver como é que cada um pode contribuir nesse processo de transformar o nosso Brasil”, afirma.
Sobre a força dos quadros de oposição aos governos federal e estadual, Roma pede que “Deus permita e a vontade do nosso povo assim permita que ele [Flávio Bolsonaro] seja presidente e que nós possamos ter muitas vozes”.
Essas vozes, só na Bahia, já formam uma “bancada gigantesca”, aponta João Roma. No Legislativo, o partido da família Bolsonaro elegeu sete deputados estaduais e quatro federais.
“A Bahia tem muitos talentos, tem uma bancada gigantesca. Além dos parlamentares do nosso próprio PL, há outros parlamentares, alguns inclusive que não conseguiram se reeleger desta vez – o que eu lamento muito –, como o deputado Cacá Leão, um grande e respeitado parlamentar nacionalmente, como Arthur Maia, e entre várias outras figuras, pessoas que têm voz”, pondera o presidente estadual da sigla.
Ainda sobre esses resultados, Roma diz que está satisfeito com o crescimento do partido e espera avançar. “Então, eu me sinto feliz por estar conseguindo ver esta base se ampliando aqui no estado da Bahia. E eu quero mais é que a gente consiga avançar e ter capacidade de contribuir para essa transformação que o Brasil precisa. Eu acho que o nosso país precisa de um momento de paz e serenidade para que as pessoas possam melhorar de vida”, garante.
“Eu sempre tive um papel de perfil muito conciliador, de forma serena, de colocar as coisas. E é isso que eu vou continuar exercendo, porque é nessa política que eu acredito, uma política que venha com um avanço civilizatório. No passado, na barbárie, em qualquer divergência uns matavam os outros e os vencidos eram realmente silenciados. Agora, a gente tem a possibilidade de cada um estar colocando seus pontos de vista e contribuindo para essa sociedade”, conclui o presidente do PL.
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores, protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma ação de investigação eleitoral para cassar o registro da candidatura da chapa formada pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL) e o candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar (PL).
Na ação, movida nesta quarta-feira (21), os advogados da campanha petista acusam a chapa adversária de cometer abuso de poder econômico e uso indevidos dos meios de comunicação. As informações são da Agência Brasil.
A campanha alega que a candidatura de Flávio foi beneficiada por direcionamento de postagens nas redes sociais, enquanto os conteúdos referentes a Lula foram restringidos pelas plataformas da Meta.
Entre as provas utilizadas estão os registros de que a geração de imagens de inteligência artificial da Meta não permitiu a criação de conteúdos sobre Lula. Contudo, a criação de imagens relacionadas ao candidato Flávio Bolsonaro foi liberada. A Meta nega qualquer tipo de benefício a candidaturas.
O processo foi distribuído para o ministro Ricardo Villas Bôas Curva. Não há prazo para decisão do relator.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e o ministro André Mendonça estão circulando uma minuta de resolução para bloquear todos os canais de WhatsApp com mais de 200 mil usuários nas 48 horas anteriores à eleição.
Segundo informações da Folha de S. Paulo, a proposta teria sido apresentada por Mendonça e, no texto, equipara os canais de WhatsApp ao uso de inteligência artificial em qualquer publicação, proibido dentro do mesmo período.
A ideia inicial era proibir apenas a criação de novos canais para impedir o surgimento de focos de desinformação. Mas, no texto de Mendonça, ficaram proibidos todos os canais.
“No período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição, aplica-se o disposto no § 11 deste artigo aos canais de transmissão de conteúdo de natureza político-eleitoral com mais de 200.000 (duzentos mil) seguidores”, diz o texto.
Caso aprovada, a minuta atingiria principalmente o “Exército do Lula”, canal de WhatsApp criado pelo deputado André Janones, que já tem mais de 7 milhões de inscritos e tem conseguido mobilizar a esquerda nas redes. O canal já foi alvo de uma censura do ministro Nunes Marques, mas voltou ao ar.
À jornalista Mônica Bergamo, Nunes Marques respodeu que "não haverá alteração alguma" nas regras eleitorais às vésperas do pleito. "Não marquei reunião para discutir o assunto nem vou marcar. Sou contra alterações de última hora nas regras, às vésperas da eleição", afirma.
O presidente diz ainda que haverá apenas uma sessão do TSE antes da eleição, e que o assunto não será discutido. "Ele não está na pauta, não tem pedido para que ele entre em pauta e não haverá reunião excepcional para que isso seja deliberado", afirma.
Segundo Kassio, a ideia chegou a ser discutida na semana passada, quando o TSE criou regras para o funcionamento de canais ligados às campanhas. Mendonça teria recolhido as sugestões e elaborado a minuta.
O terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é aprovado por 46% dos eleitores brasileiros. O dado, divulgado pela pesquisa Quaest desta quarta-feira (21), aponta que, por outro lado, 47% dos entrevistados desaprovam o governo do atual presidente. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo.
Os que não souberam ou não quiseram responder à pergunta somam 7%. No último levantamento, 48% dos entrevistados desaprovavam o governo, os que aprovavam a gestão de Lula eram 45%.
Foram ouvidas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.
O senador Flávio Bolsonaro lidera as intenções de voto no 2º turno das eleições presidenciais com 45% dos votos válidos. Isso é o que aponta a nova pesquisa divulgada pela Quaest na manhã desta quarta-feira (21). O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo. (Reportagem atualizada às 10h21)
Nesta, que é a penúltima pesquisa do instituto para o 2º turno de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diminuiu a vantagem de Flávio, segue na frente com uma margem de apenas 1% para o candidato à reeleição, que registrou 44% das intenções de voto. Os indecisos seriam 2% e brancos e nulos somam 9% dos entrevistados.
O levantamento realizou 2.154 entrevistas de pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como BR-08535/2026.
Na pesquisa anterior, divulgada na semana passada, Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) estavam em empate técnico. Flávio tinha 46%, e Lula, 44%. A diferença de dois pontos estava dentro da margem de erro, por isso o empate técnico.
A nova rodada da AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta segunda-feira (19), aponta que o senador e candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro soma 51,1% dos votos válidos e segue a frente do presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ainda segundo o levantamento, Lula alcança 48,9% dos votos válidos. Considerando a margem de erro de 1 ponto percentual, Flávio varia entre 50,1% e 52,1% dos votos válidos, ao passo que Lula oscila entre 47,9% e 49,9%.
O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 18 de outubro e traz Flávio numericamente à frente do petista na disputa presidencial. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento foi realizado com 4.998 respondentes em todo o território nacional, através de recrutamento digital aleatório, sob o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE): BR-02418/2026.
No levantamento dos votos totais, que contabiliza indecisos, votos brancos e nulos, Flávio Bolsonaro registra 49,8% das intenções de voto, contra 47,6% de Lula. Os eleitores que declararam voto em branco, nulo ou que não souberam responder somam 2,6%.
Na pesquisa anterior, do dia 8 de outubro, logo após o primeiro turno das eleições, Flávio tinha 51,1% das intenções de voto, contra 45,7% de Lula. A série temporal mostra que o petista encurtou a diferença do adversário em 2 pontos percentuais em dez dias.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desafiou, durante o debate presidencial na TV Bandeirantes na noite deste domingo (18), o senador Flávio Bolsonaro (PL) a abrir as contas bancárias e os sigilos telefônicos de suas respectivas famílias para comprovar a idoneidade e expor quem cometeu atos de corrupção no país.
O Lula sugerindo abrir o sigilo bancário da famíia Bolsonaro #DebateNaBand https://t.co/cGYGA1WqWW
— eplay (@forumeplay) October 19, 2026
No programa, que foi o primeiro debate presidencial do 2º turno, o petista propôs entregar os dados financeiros à Justiça Eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal (STF) antes do pleito para que os eleitores pudessem avaliar o patrimônio de cada um.
“Flávio, aqui muito se falou de corrupção. Eu vou fazer uma proposta para você. Eu desafio você. Amanhã, abrimos a nossa conta bancária, abrimos o nosso sigilo telefônico para que o povo brasileiro saiba quem é ladrão nesse país. Para que o povo saiba quem é ladrão”, afirmou o presidente Lula.
O candidato à reeleição completou citando que a medida se estenderia a toda a família dos candidatos: “Abra o telefone e a sua conta bancária; eu abro da minha família inteira e você abre da sua família. E vamos pedir para a Justiça. Nós entregamos ao presidente da Suprema Corte, entregamos ao presidente do TSE o seu documento e o meu, para que avalie, antes das eleições, o povo saber quem é quem na história desse país. Para saber quem é corrupto, quem é ladrão, sabe? Porque, senão, o povo será enganado outra vez”, diz.
Flávio Bolsonaro rebateu a provocação afirmando que não tem bens a esconder. Em sua fala, o senador ainda acusou o chefe do Executivo de movimentar recursos não declarados fora de contas oficiais e citou supostos repasses irregulares ao Instituto Lula. A denúncia publicada pela revista Veja foi desmentida pela Polícia Federal.
“Eu não tenho absolutamente nada a esconder, só que a questão, Lula, é que o seu dinheiro é por fora sempre, não está na sua conta, está em algum outro lugar. Como falou o Vorcaro, o dinheiro do seu filme foi por fora, R$30 milhões no Instituto Lula, isso tem que ser investigado”, argumentou o herdeiro de Jair Bolsonaro.
Vale destacar que ainda neste domingo, foi revelado pela imprensa brasileira que a Polícia Federal encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de abertura de inquérito contra Flávio Bolsonaro (PL) para investigar suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz, que é alvo de apurações policiais por suposta participação em fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Os candidatos à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), protagonizaram embates importantes durante o debate da TV Bandeirantes neste domingo (18). Em um momento de discussão livre, os postulantes ao Palácio do Planalto discutiram os resultados das urnas no primeiro turno das eleições, no dia 4 de outubro.
No bloco de 15 minutos de discussão livre entre os candidatos, o senador Flávio Bolsonaro afirmou: “Você sabia que 73% dos presidiários votaram em você?”. Em resposta, o presidente e candidato à reeleição, respondeu: “Quero que vote 100%, até teu pai”, afirmou.
Flávio, por sua vez, destacou que o pai perdeu os direitos políticos “por perseguição”: “Oh, Lula, ele não pode votar em ninguém, nem em mim. Nem em mim ele pode votar porque ele foi vítima de uma perseguição política”, afirmou.
Lula disse então: “Bolsonaro, vote em mim. Você conhece o seu filho e sabe que eu sou melhor do que ele”, completa.
Candidato à reeleição, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta terça-feira (13), a criação de uma versão do programa Pé de Meia para estudantes universitários em um eventual próximo governo. Lula fez um vídeo no formato selfie, com vários jovens ao fundo.
Lula afirmou que serão depositados R$ 700 todo mês, por dez meses. Além disso, serão depositados R$ 2,5 mil ao final de cada ano de curso.
“Como o curso é de quatro anos, quando ele se formar, ele terá R$ 10 mil para começar sua iniciação profissional. Esse é o Brasil do futuro dos nossos estudantes”, disse o candidato do PT. O vídeo foi postado em suas redes sociais.
A versão escolar do programa Pé-de-Meia foi criada em 2024. Trata-se de um incentivo financeiro-educacional pago pelo governo federal para promover a permanência e a conclusão escolar de pessoas matriculadas no ensino médio público.
O anúncio foi feito no mesmo dia em que o governo federal anunciou um pacote de cinco medidas voltadas aos microempreendedores individuais (MEIs), com foco na redução do endividamento, ampliação do acesso a recursos para investimento, aumento do teto de faturamento e simplificação de regras para pequenos negócios.
A Câmara Municipal de Salvador (CMS) aprovou, nesta terça-feira (13), a concessão do título de Cidadão de Salvador ao senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A honraria, estabelecida por meio da Resolução nº 3.592/2026, será entregue pelo vereador Cezar Leite (PL) em evento com a presença do postulante no sábado (16), às 15h, no Farol da Barra.
O Título de Cidadão de Salvador é uma honraria concedida a pessoas nascidas fora da capital baiana que tenham prestado relevantes serviços ao município de Salvador. A escolha da ocasião é a data em que a sede da Câmara será transferida para o Farol da Barra, justamente durante um ato da direita em apoio ao candidato do PL à Presidência da República.
A proposta de honraria foi apresentada pela Mesa Diretora da Casa, em julho deste ano. “Foi um pedido do vereador Cezar Leite aprovado no plenário da Câmara e já está tudo certo para que aconteça. Nós aqui somos democráticos, o que a maioria decidir está decidido”, enfatizou o presidente da CMS, Carlos Muniz.
ATO DE BOLSONARO
O ato do senador Flávio Bolsonaro (PL) em Salvador, marcado para o próximo dia 16 de outubro, será realizado na Barra. A concentração da mobilização está prevista para acontecer no Clube Espanhol, na orla da capital baiana. A agenda integra a estratégia do candidato à Presidência da República para o segundo turno e foi articulada diretamente com o ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto.
A vinda de Flávio à Bahia foi acertada durante uma reunião reservada realizada na noite da última terça-feira (6), na mansão do senador, em Brasília. O encontro contou com a presença de ACM Neto e do presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), ex-candidato à Presidência da República e hoje aliado do senador Flávio Bolsonaro (PL), teve um momento de tensão com jornalistas durante participação no programa do portal UOL.
Ao ser questionado sobre a mudança de postura, de crítico feroz a apoiador de Flávio, Caiado reagiu com rispidez e direcionou críticas ao analista político Josias de Souza.
Em um dos momentos mais tensos da entrevista, Caiado chamou Josias de Souza de lulista e disparou: "contenha no seu petismo".
O embate aconteceu durante a discussão sobre a trajetória política do governador e sua posição na disputa entre Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Caiado rejeitou que seu alinhamento atual fosse apresentado como incoerente e defendeu que sua atuação pública demonstra de que lado ele está.
O secreta?rio Nacional de Comunicac?a?o do Partido dos Trabalhadores (PT), Éden Valadares, avaliou, na noite deste domingo (4), o resultado da votação do 1º turno das Eleições Gerais de 2026. Em coletiva concedida a jornalistas no Palácio de Ondina, em Salvador, o ex-presidente do PT na Bahia celebrou a vitória da “chapa dos governadores”, composta por Jerônimo Rodrigues, Jaques Wagner e Rui Costa, e projetou a estratégia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o 2º turno.
“Hoje foi uma vitória muito importante para o nosso grupo político, uma vitória inédita na Bahia, de um mesmo partido, um mesmo grupo político há tanto tempo, tendo o carinho e o reconhecimento do povo baiano. Queria começar celebrando isso, dando os parabéns a eles e à militância do PT e dos partidos aliados, que sem a militância a gente não conseguiria”, afirma Valadares.
A celebração não é atoa. Com a reeleição de Jerônimo Rodrigues, a Bahia deve atingir oficialmente a marca dos 20 anos sob liderança petista no estado e, até 2030, chegar a 23 anos. No entanto, ao olhar para o cenário nacional, o presidente Lula, candidato à reeleição somou 44,93% dos votos válidos e vai ao 2º turno com Flávio Bolsonaro, que chegou a 47,22% dos votos dos brasileiros. Na Bahia, Lula venceu com 65,80%.
“Sobre o projeto nacional, eu penso que se confirmou o que as últimas pesquisas dos últimos dias apontavam: uma leve vantagem para o candidato da oposição, para Flávio Bolsonaro. Mas as eleições estão em aberto, nós já começaremos a trabalhar imediatamente. Estou saindo daqui mais cedo inclusive por isso, temos mais um mês de campanha com humildade, com muito diálogo com o povo brasileiro sobre o sentimento que é esse expressado nas urnas”, destacou o secretário nacional.
Sobre o resultado das urnas e a queda da margem esperada para Lula no primeiro turno, Éden diz que não é tudo responsabilidade dos marqueteiros. “Cara, eu não sou daqueles que acham que quando ganha é tudo responsabilidade do marqueteiro ou da comunicação”, afirma. “A gente vai fazer um balanço amanhã onde a gente acertou, onde a gente errou para corrigir o rumo e seguir dialogando com o povo, eu penso que nós vamos ter que decidir entre alguém com a trajetória do presidente Lula, o Brasil agora vai ter que decidir e enfrentar”, completa.
Os candidatos Allyson Bezerra (União) e Cadu de Lula (PT) vão disputar o segundo turno das eleições para o governo do Rio Grande do Norte. Com 95% das urnas apuradas, o candidato Allyson Bezerra, ex-prefeito de Mossoró, chegou a 697.727 votos, com 36,67%, e ficou praticamente empatado com Cadu, que somou 690.969 votos, equivalentes a 36,31%.
A votação do segundo turno das eleições está marcada para o dia 25 de outubro. Em terceiro lugar no Rio Grande do Norte ficou o candidato Álvaro Dias, do PL, que chegou a 511.976 votos (26,80%).
QUEM SÃO OS CANDIDATOS?
Ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, de 34 anos, comandou a cidade entre 2021 e março de 2026, quando renunciou ao cargo para disputar o governo do estado.
Carlos Eduardo Xavier, conhecido como Cadu de Lula (PT), tem 48 anos e disputa pela primeira vez um cargo eletivo. Nascido no Rio de Janeiro, foi criado no Rio Grande do Norte. É formado em Engenharia de Computação e mestre em Engenharia de Produção pela UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte).
O cenário de um possível segundo turno na corrida pelo Palácio de Ondina é de um empate técnico. Após os pré-candidatos, ACM Neto (UNIÃO) e Jerônimo Rodrigues (PT), empataram em diferentes cenários no primeiro turno, ambos também aparecem tecnicamente empatados no 2º turno, como mostrou a Pesquisa Genial Quaest, divulgada pela TV Bahia, nesta quarta-feira (29).
O ex-prefeito tem 41% contra 38% do governador. Já outros 12% se disseram indecisos, enquanto 9% disse votar em branco, nulo ou não votar. Nos dados detalhados por diferentes perfis de eleitores, ACM Neto tem vantagem entre os homens (47% contra 39% de Jerônimo), enquanto entre as mulheres há um empate técnico (38% de Neto contra 37% de Jerônimo).
Já na divisão por faixa etária, Neto lidera entre os jovens de 16 a 34 anos (49%), enquanto Jerônimo Rodrigues tem melhor desempenho nas faixas de 35 a 59 anos (41%) e acima de 60 anos (42%). Em nível de Escolaridade, Jerônimo lidera entre eleitores com ensino fundamental (43%), mas perde para ACM Neto nos grupos de ensino médio (46%) e ensino superior (47%).
Por Renda Domiciliar, No grupo que recebe até 2 salários mínimos, há um empate real com 39% para cada candidato. Já na faixa de renda superior a 5 salários mínimos, ACM Neto amplia a vantagem para 54% contra 29% de Jerônimo.Na divisão de religião, Jerônimo Rodrigues lidera entre os católicos (43% contra 38% de Neto), enquanto ACM Neto tem uma vantagem expressiva entre os evangélicos (49% contra 31% de Jerônimo).


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vence todos os cenários de segundo turno testados, com exceção da disputa contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesse caso, há empate técnico entre os dois. Os dados são da pesquisa da Genial Investimentos em parceria com a Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11).
Nesse cenário, Lula aparece com 41% das intenções de voto, mesmo percentual de Flávio Bolsonaro. A pesquisa registra ainda 16% de votos brancos ou nulos e 2% de eleitores indecisos.

Em um segundo cenário testado, Lula vence o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 42% das intenções de voto, contra 33% do adversário. Nesse caso, 22% disseram que votariam em branco ou nulo e 3% se declararam indecisos.

No terceiro cenário, o presidente derrota o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por 44% a 34%. Outros 19% afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 3% disseram estar indecisos.

A pesquisa também testou disputas de segundo turno entre Lula e dois outros governadores: Ronaldo Caiado, de Goiás, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul. Em ambos os cenários, o petista aparece à frente com vantagem de pelo menos 12 pontos percentuais.
Contra Caiado, Lula teria 44% das intenções de voto, contra 32% do governador. Nesse cenário, 21% votariam em branco ou nulo e 3% estão indecisos. Já contra Eduardo Leite, o presidente venceria por 44% a 26%.


O levantamento também incluiu cenários contra outros nomes. O fundador do Missão, Renan Santos, aparece com 24% das intenções de voto, contra 43% de Lula. Nesse caso, 30% votariam em branco ou nulo e 3% estão indecisos.

Já o ex-ministro Aldo Rebelo, pré-candidato do Democracia Cristã, registra o pior desempenho entre os testados: 23% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Nesse cenário, 30% votariam em branco ou nulo e 3% estão indecisos.

A pesquisa ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Eleitoras e eleitores que não compareceram ao 2º turno das eleições de Camaçari, única cidade da Bahia a decidir a disputa municipal em duas votações, têm até o dia 7 de janeiro, próxima terça-feira, para justificarem a ausência e regularizar a situação junto à Justiça Eleitoral.
A justificativa pode ser realizada por diversos canais como o aplicativo e-Título, o Autoatendimento Eleitoral ou presencialmente no cartório eleitoral.
A análise da justificativa será feita pela autoridade judiciária da zona eleitoral na qual inscrito a eleitora ou o eleitor. Caso a justificativa seja aceita, será registrada no histórico do título eleitoral. Se não for aceita, o eleitor deverá pagar a multa por ausência às urnas no valor de R$ 3,51 por turno. Consulte aqui a área de Débitos do Eleitor
Como justificar:
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Pelo e-Título: o eleitor deve preencher os dados e anexar a documentação solicitada, recebendo um protocolo de envio.
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Pelo site do TRE-BA: Acesse “Autoatendimento do Eleitor” e clique em “Justificativa Eleitoral” no site www.tre-ba.jus.br.
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Presencialmente:Dirija-se ao cartório ou posto da Justiça Eleitoral com o Formulário de Justificativa Eleitoral (RJE) preenchido, anexando cópia de um documento oficial com foto e do documento comprobatório do motivo de ausência.
Quem não vota ou justifica a ausência às urnas por três pleitos consecutivos (três turnos) pode ter o título cancelado e estará sujeito a multas. Além disso, poderá ficar impedido de obter a certidão de quitação eleitoral necessária à emissão de passaporte, à matrícula e à posse em concursos públicos, a matrículas em instituições públicas de ensino, à assunção em cargos públicos, entre outros documentos e direitos.
Para aquelas pessoas que não compareceram às urnas no primeiro turno, o prazo para justificar foi até 5 de dezembro.
Cerca de 1.320 profissionais da Segurança serão empregados no segundo turno das eleições em Camaçari
O Centro Integrado de Comunicação e Controle (CICC) será ativado para o segundo turno das eleições municipais, realizado na cidade de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, no próximo domingo (27). A célula vai funcionar das 7h do dia 26, sábado, até as 7h da segunda-feira (28), no Centro de Operações e Inteligência (COI), no CAB.
O CICC vai contar com as quatro Forças da Segurança Pública da Bahia, além das Superintendências de Inteligências, de Gestão Integrada da Ação Policial, de Telecomunicações e de Gestão Tecnológica e Organizacional, e mais 19 órgãos federais, municipais e instituições privadas.
POLICIAMENTO
O esquema no segundo turno será reforçado pela Secretaria da Segurança Pública com 1.320 policiais militares, civis, técnicos, além dos bombeiros militares. A operação ainda conta com o uso de mais de 180 viaturas empregadas na sede e nos distritos do município.
A ação ainda vai contar com 50 câmeras de videomonitoramento, 13 delas com tecnologia do Sistema de Reconhecimento Facial, ferramenta utilizada no auxílio e identificação de foragidos da Justiça. Duas Plataformas de Observação Elevadas (POE) também vão dar suporte para as equipes em campo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.