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1a turma do stf
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, solicitou sua transferência da 1ª para a 2ª Turma do Supremo. O pedido foi feito nesta terça-feira (21) durante sessão plenária da Corte e também formalizado por meio de documento enviado ao presidente do STF, ministro Edson Fachin.
O STF é formado por 11 ministros no total, divididos em duas turmas com cinco integrantes cada e o presidente da Corte não integra nenhuma das turmas durante seu mandato na presidência. A 1ª Turma, onde Fux atua atualmente, é composta também pelos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Já a 2ª Turma conta atualmente com Gilmar Mendes, Dias Toffoli, André Mendonça e Nunes Marques, além da vaga deixada por Barroso.
No documento oficial, Fux baseou seu pedido no artigo 19 do Regimento Interno da Corte, manifestando interesse em ocupar a vaga na 2ª Turma "considerando a vaga aberta pela aposentadoria do Ministro Luís Roberto Barroso".
A possível mudança deve ser avaliada pelo presidente, Fachin, considerando que a 1ª Turma foi responsável pelo julgamento dos envolvidos no caso da trama golpista, no início de setembro, com a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus. Na ocasião, Fux foi o único a divergir da maioria, resultando em placar de 4 a 1.
Se o pedido for aprovado por Fachin, a vaga deixada por Fux na 1ª Turma seria ocupada pelo novo ministro a ser indicado pelo presidente Lula, que atuaria junto com Moraes, Cármen Lúcia, Zanin e Dino. A decisão sobre a solicitação de transferência ainda será analisada pelo presidente do STF.
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Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou do centro, temos que aceitar esse resultado. Eu nunca teria imaginado que um metalúrgico, que já foi líder sindical como eu, fosse eleito três vezes para a presidência. Mas aqui estou eu!".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre seus planos para a eleição deste ano, das pesquisas atuais e do principal adversário, Flávio Bolsonaro, e a respeito das suas estratégias para lidar com Donald Trump.