Artigos
O Esporte como recomeço - Construindo o futuro do Paradesporto no Brasil
Multimídia
"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Equipe
Carlos Matos
Jornalista em formação pelo Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge). Possui experiências na TV Band Bahia, Núcleo Audiovisual e Rádio universitária da Unijorge. Atualmente, estagia na editoria de Esportes do Bahia Notícias.
Últimas Notícias de Carlos Matos
Ao longo da história das Copas do Mundo, a Seleção Brasileira acumulou episódios em que grandes nomes ficaram fora da lista final, mesmo cercados por expectativa, números relevantes e forte apelo popular. Em muitos desses casos, o debate ultrapassou o campo e expôs tensões entre desempenho, critérios técnicos e a pressão da torcida.
Em 1998, o país viveu um dos episódios mais traumáticos com o corte de Romário. Protagonista do título mundial quatro anos antes, ele era presença praticamente certa na convocação final e formaria dupla com Ronaldo. A lesão na panturrilha, no entanto, levou a comissão técnica a vetar sua participação às vésperas do torneio. A decisão gerou forte reação popular. Parte significativa da torcida não apenas questionava a condição clínica do jogador, como também via na ausência um erro estratégico irreparável. O sentimento era de que o Brasil abria mão de seu principal finalizador em uma Copa na qual acabou vice-campeão.

Romário chorando ao ser cortado da Copa de 1998 | Foto: Reprodução/Youtube
Quatro anos depois, o nome de Romário voltou ao centro do debate, desta vez por uma escolha exclusivamente técnica de Luiz Felipe Scolari. Em atividade pelo Vasco, o atacante acumulava números expressivos no ciclo pré-Copa, mantendo média elevada de gols e protagonismo constante. Ainda assim, ficou fora da lista para o Mundial de 2002. A pressão popular foi intensa e sustentada até o anúncio final dos convocados, com manifestações públicas, campanhas e forte repercussão na imprensa. O título conquistado pelo Brasil na Coreia do Sul e no Japão amenizou as críticas, mas não apagou completamente a controvérsia.
A Copa de 2010 concentrou um dos maiores conjuntos de ausências debatidas em um mesmo ciclo. Sob o comando de Dunga, a seleção adotou um perfil mais pragmático, o que resultou na exclusão de nomes que viviam bom momento em seus clubes.
Entre eles, Ronaldinho Gaúcho aparecia como o caso mais emblemático. No Milan, o meia encerrou a temporada 2009/10 como líder de assistências do Campeonato Italiano, com participação direta em gols e sequência regular de atuações. Mesmo assim, ficou fora da convocação. A decisão contrariou a opinião pública: pesquisas da época indicavam Ronaldinho como o jogador mais pedido pelos torcedores para a Copa.
Outro nome em evidência era Adriano. Após ser peça central na conquista do Campeonato Brasileiro de 2009 pelo Flamengo, o atacante chegou ao ciclo seguinte com status elevado. No entanto, questões disciplinares e episódios de ausência em treinos pesaram contra sua convocação, em uma escolha que refletiu o perfil rígido adotado pela comissão técnica.
Ao mesmo tempo, a pressão por renovação ganhou força com a ascensão de Neymar e Paulo Henrique Ganso no Santos. A dupla protagonizava um dos ataques mais criativos do país, com números expressivos e grande repercussão midiática. A ausência dos dois, especialmente de Neymar, gerou comparações com decisões históricas e intensificou o debate sobre o equilíbrio entre juventude e experiência em Copas do Mundo. Semanas após a disputa do Mundial, os meninos da vila foram os personagens principais da conquista da Copa do Brasil daquele ano, depois de superar o Vitória na final, em pleno Barradão.
Quatro anos depois, já na Copa disputada no Brasil, o cenário foi diferente, mas ainda marcado por ausências simbólicas. Kaká, recuperado fisicamente e com sequência de jogos, não foi incluído na lista final. O mesmo ocorreu com Ronaldinho Gaúcho, que vinha de protagonismo recente pelo Atlético Mineiro, especialmente na conquista da Libertadores de 2013. A reação popular foi mais moderada em comparação com 2010, mas ainda houve questionamentos sobre a ausência de lideranças técnicas em um elenco que disputaria o torneio em casa.

Ronaldinho Gaúcho e Neymar na Seleção Brasileira | Foto: Juan Karita / AP
No ciclo atual, o debate ressurge com contornos semelhantes. Principal referência técnica da seleção na última década, Neymar convive com incertezas relacionadas à sua condição física às vésperas da Copa de 2026. A situação remete a episódios anteriores, nos quais jogadores de alto nível chegaram ao torneio sob questionamento, seja por lesões ou por queda de desempenho. A presença ou ausência do atacante tende a influenciar diretamente o ambiente em torno da convocação.
Ao mesmo tempo, uma ausência já está confirmada: Rodrygo está fora do Mundial após sofrer uma lesão grave no período pré-Copa. O caso reforça um padrão recorrente na trajetória brasileira em Copas, em que problemas físicos retiram jogadores relevantes do torneio no momento decisivo.
Em diferentes épocas, os episódios revelam um ponto em comum: a convocação da Seleção Brasileira raramente é apenas uma decisão técnica. Ela envolve desempenho, contexto, bastidores e, sobretudo, a expectativa de uma torcida que historicamente se acostumou a ver — e a cobrar — os maiores talentos do país em campo. Quando isso não acontece, o debate se torna inevitável e, muitas vezes, atravessa gerações.
A seleção italiana foi derrotada pela Bósnia & Herzegovina por 4 a 1 nos pênaltis, e com isso, foi confirmada a ausência da Itália pela terceira edição seguida da Copa do Mundo. Depois de superar os italianos, a seleção bósnia se garantiu no Grupo B do Mundial.
Jogando em casa, no estádio Bilino Polje, em Zenica, a Bósnia viu a Itália abrir o placar com Moise Kean, aos 15 minutos. Com um jogador a mais desde os 41’ do primeiro tempo, depois da expulsão de Alessandro Bastoni, Haris Tabakovic marcou o gol de empate aos 34’ da segunda etapa.
Depois do empate por 1 a 1 persistir na prorrogação, a decisão foi para os pênaltis. Enquanto os jogadores da Bósnia acertaram todas cobranças, Pio Esposito e Bryan Cristante perderam pela Itália. Com isso, a seleção bósnia venceu por 4 a 1.
Com a classificação, a Bósnia & e Herzegovina passou a fazer parte do Grupo B, também formado por Canadá, Catar, e Suíça.
Com a eliminação, a seleção italiana vai completar ao menos 15 anos sem disputar uma partida da Copa do Mundo. A última Copa jogada pela Itália foi a de 2014, sediada no Brasil. Ficando de fora em 2018, 2022 e agora 2026, os italianos conquistaram a Eurocopa de 2020/21 durante este hiato.
Turquia, Suécia e República Tcheca vencem na repescagem europeia e se classificam para Copa do Mundo
A Copa do Mundo se aproxima cada vez mais e as vagas vão acabando. Na tarde desta terça-feira (31), Turquia, Suécia e República Tcheca venceram seus jogos contra Kosovo e Polônia, respectivamente, e conquistaram duas das quatro vagas para o Mundial. Os Tchecos venceram a Dinamarca por 3 a 1 nos pênaltis e ficaram com a vaga do Grupo A.
Em Pristina, em Kosovo, no estádio Fadil Vokrri, a Turquia venceu por 1 a 0. Depois de um primeiro tempo mais frio e com poucas oportunidades claras, a partida ficou em 0 a 0. Mas no início da segunda etapa, Kerem Akturkoglu recebeu passe de Orkun Kökçü e fez o único gol do jogo, classificando os turcos para a Copa de 2026.
Jogando em casa, a Suécia recebeu a Polônia em Solna, no estádio de Stawberry. As duas equipes fizeram um jogo movimentado, onde os suecos venceram por 3 a 2. Nicola Zalewski e Karol Swiderski marcaram para os poloneses, mas Anthony Elanga, Gustaf Laagerbielke e Viktor Gyokeres fizeram os gols da seleção sueca.
Em Praga, na epet Arena, a classificação demorou mais a chegar. Depois da persistência do empate entre República Tcheca e Dinamarca tanto no tempo regulamentar quanto na prorrogação, coube a decisão por pênaltis, onde os tchecos venceram por 3 a 1 e garantiram vaga na Copa do Mundo.
Com a classificação, a Turquia passou a fazer parte do Grupo D, também formado por Estados Unidos, Paraguai e Austrália. Já a Suécia entrou no Grupo F, que tem Holanda, Japão e Tunísia. A República Tcheca se colocou no Grupo A, que têm México, África do Sul e Coreia do Sul.
Reeleito vice-presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF) para o quadriênio de 2027-2031, nesta terça-feira (31), juntamente com Ricardo Lima, presidente da entidade, Manfredo Lessa projetou as expectativas para o novo mandato. Em entrevista para o Bahia Notícias, o dirigente comentou que, no próximo ciclo, manter constância vai ser um dos desafios.
“Olha, a expectativa é enorme, mas o desafio vai ser tão grande quanto, porque eu acho que ao longo desses 8 anos, já que nós estamos em janeiro do ano que vem completando a nossa segunda gestão, nós conseguimos plantar uma semente, semeá-la e agora a dificuldade vai ser mantê-la e fazer essa árvore crescer”, destacou.
Manfredo também ressaltou o “momento especial” vivido pela FBF, sendo a única federação do norte-nordeste com dois times representantes na elite do futebol brasileiro, com Bahia e Vitória. Um dos fatores indicados por ele para reforçar o forte apoio da chapa “FBF 27 a 31 – Trabalho, União e Transformação”.
“Eu acho que o futebol baiano vive um momento muito especial. A Federação Bahiana de Futebol é a única do norte-nordeste a ter dois clubes na Série A, isso é muito importante. Todos vocês viram aqui hoje o apoio maciço com o colégio eleitoral formado por quase 100 eleitores e os nossos principais clubes aqui manifestando o seu apoio. A gente conseguiu chegar nesse momento especial, a dificuldade é mantê-lo. Mas eu tenho certeza que com a união que Ricardo conseguiu implantar, com o espírito democrático que Ricardo conseguiu implantar na FBF, nós vamos ter sucesso”, concluiu.
A eleição que confirmou a continuidade de Ricardo Lima, enquanto presidente, e de Manfredo Lessa, como vice-presidente da Federação Bahiana de Futebol, foi realizada na sede da entidade, em Lauro de Freitas, durante Assembleia Geral Eleitoral (AGE). A chapa “FBF 27 a 31 – Trabalho, União e Transformação” foi a única inscrita no processo e obteve adesão integral do colégio eleitoral.
A realização da Copa do Mundo de 2026 marca uma inflexão histórica para o Canadá. Inserido em um modelo inédito de sede tripla ao lado de Estados Unidos e México, o país deixa de ocupar uma posição periférica no cenário do futebol internacional para assumir, ainda que de forma parcial, o protagonismo na organização do maior evento esportivo do planeta.
Se por um lado a centralidade operacional da competição estará concentrada majoritariamente nos Estados Unidos, o papel canadense extrapola o número reduzido de jogos. Trata-se de uma inserção estratégica que dialoga com o crescimento recente do futebol no país e com uma política esportiva que, nos últimos anos, passou a investir de forma mais consistente na modalidade.
A edição de 2026 será a primeira com 48 seleções, em um total de 104 partidas organizadas pela FIFA, distribuídas entre 11 de junho e 19 de julho. Dentro desse novo desenho, o Canadá funcionará como um dos polos regionais da fase inicial, recebendo partidas da fase de grupos e contribuindo para a lógica de regionalização logística adotada pela entidade.
Cabeça de chave do Grupo B da Copa do Mundo, a seleção canadense enfrentará Catar, Suíça e o vencedor do Grupo A da repescagem europeia. Itália e Bósnia decidem, na próxima terça-feira (31), às 15h45, a última vaga do grupo liderado pelo Canadá no Mundial.
Ao contrário de países que precisaram construir ou reformular amplamente sua infraestrutura em edições anteriores, o Canadá optou por um modelo de adaptação. A escolha reflete tanto a racionalização de custos quanto a existência de arenas multiuso capazes de atender às exigências do torneio com intervenções pontuais.
Duas cidades foram confirmadas como sedes: Toronto e Vancouver. No centro do projeto está o estádio BMO Field, que passará por expansão temporária para ampliar sua capacidade e adequação aos padrões internacionais, e o BC Place, uma arena coberta que já opera dentro de parâmetros próximos aos exigidos pela Fifa. Ambas representam não apenas a capacidade estrutural do país, mas também sua distribuição geográfica estratégica — uma na porção leste e outra na costa oeste.

Cidade de Vancouver | Foto: Reprodução
Essa configuração permite ao Canadá integrar o modelo logístico do torneio, que prevê grupos regionalizados para minimizar deslocamentos entre países e fusos horários. A medida é considerada central diante da dimensão continental da Copa e da necessidade de equilibrar desempenho esportivo com eficiência operacional.
ORGANIZAÇÃO E DESAFIOS LOGÍSTICOS
A preparação canadense envolve uma articulação multiescalar entre governo federal, províncias e administrações municipais. Diferentemente de outras edições em que o foco recai sobre construção de estádios, o principal desafio está na coordenação de fluxos: entrada de turistas, controle de fronteiras, mobilidade urbana e integração com os sistemas dos países vizinhos.
A realização de jogos em um país com clima e características geográficas distintas também entra no radar. Embora o torneio ocorra no verão do hemisfério norte, fatores como variações de temperatura e condições específicas de cada cidade-sede são considerados no planejamento.
Outro ponto central é a circulação internacional em um torneio compartilhado. A necessidade de deslocamento entre Canadá, Estados Unidos e México impõe desafios inéditos em termos de padronização de vistos, segurança e controle migratório. A expectativa é que haja acordos específicos para facilitar a mobilidade de torcedores e delegações durante a competição.
CONTEXTO INTERNACIONAL
O Canadá chega ao Mundial inserido em um ambiente geopolítico relativamente estável, especialmente quando comparado a outros polos globais. A relação diplomática consolidada com Estados Unidos e México favorece a execução do torneio, reduzindo ruídos institucionais e permitindo maior previsibilidade na organização.
Ainda assim, o evento não está imune ao cenário internacional. Tensões geopolíticas, políticas migratórias globais e questões de segurança seguem como variáveis monitoradas por autoridades locais e pela Fifa. Em um torneio com circulação multinacional, qualquer instabilidade externa pode ter reflexos diretos na operação.
O posicionamento do Canadá como país historicamente aberto à imigração e ao multiculturalismo também influencia a expectativa em torno do evento. A Copa tende a reforçar essa imagem, ao mesmo tempo em que testa a capacidade do país de lidar com um aumento significativo no fluxo de visitantes.
FUTEBOL EM EXPANSÃO
A escolha do Canadá como uma das sedes não ocorre de forma isolada. Ela está diretamente relacionada ao crescimento do futebol no país ao longo das últimas décadas. A presença de clubes canadenses na Major League Soccer — como Toronto FC, Vancouver Whitecaps e CF Montréal — ajudou a consolidar uma base de torcedores e a ampliar a visibilidade do esporte.
Paralelamente, a criação da Canadian Premier League, em 2019, representou um passo na estruturação de um ecossistema doméstico mais sólido. A liga nacional passou a funcionar como plataforma de desenvolvimento de atletas e fortalecimento da identidade futebolística local.
Esse movimento se reflete também nas seleções nacionais, que vêm apresentando evolução consistente, especialmente no masculino, após décadas de pouca relevância no cenário internacional.
SELEÇÃO DO CANADÁ
A Copa de 2026 será a primeira disputada pelo Canadá como país-sede e representa uma oportunidade de consolidação esportiva. Após retornar ao Mundial em 2022 depois de um longo período de ausência, a equipe entra no próximo ciclo com maior rodagem internacional e uma geração considerada a mais qualificada de sua história.
O principal nome segue sendo Alphonso Davies, jogador do Bayern de Munique, cuja capacidade de atuar em diferentes funções pelo lado esquerdo o torna peça central no modelo de jogo. Ao seu lado, o ataque conta com Jonathan David, da Juventus, responsável pela referência ofensiva e presença na área.
O meio-campo tem em Stephen Eustáquio, do Porto, um dos principais organizadores, enquanto Tajon Buchanan oferece profundidade e velocidade pelos corredores. Na defesa, nomes como Alistair Johnston e Moïse Bombito compõem a base de um sistema que ainda busca maior consistência contra adversários de alto nível.

Titulares da seleção canadense | Foto: Reprodução/Instagram (@canmnt)
A equipe canadense tem como características a intensidade física, o jogo vertical e a exploração dos lados do campo. O desafio para a comissão técnica está em equilibrar essa proposta com maior controle de posse e solidez defensiva, especialmente diante de seleções mais experientes.
A definição do elenco final seguirá até a véspera do torneio, com amistosos e competições continentais funcionando como laboratório. A lista contará com 26 jogadores, e o fator casa surge como um possível diferencial competitivo.
Com participação mais discreta no aspecto estrutural, mas em ascensão no campo esportivo, o Canadá chega à Copa do Mundo de 2026 como um dos símbolos de expansão do futebol global. Entre a consolidação interna e a exposição internacional, o país transforma o torneio em um marco de transição — de coadjuvante histórico a protagonista emergente no cenário do futebol.
A derrota da Seleção Brasileira para a França por 2 a 1, em amistoso disputado nesta quinta-feira (26), no Gillette Stadium, em Boston, foi analisada com tranquilidade pelo técnico Carlo Ancelotti. O treinador reconheceu dificuldades ao longo da partida, mas ressaltou a competitividade da equipe diante de um adversário de alto nível.
“Acho que o jogo de hoje deixa muito claro para mim: podemos competir com as melhores equipes do mundo. Não tenho nenhuma dúvida. Olhando o jogo de hoje, jogamos contra uma equipe muito forte, de muita qualidade, competimos até o último minuto para tentar ganhar o jogo. Estou convencido que vamos brigar pela Copa do Mundo com toda a nossa energia”, declarou.
Ao ser questionado sobre as atuações de Raphinha e Vinícius Júnior, o técnico evitou críticas mais duras e valorizou o desempenho da dupla, mesmo sem grande destaque no placar.
“Para mim, não falta nada. Raphinha jogou bem, depois teve um problema no fim do primeiro tempo, tivemos que tirá-lo. Raphinha teve oportunidades, movimento bom sem bola. Vini é perigoso, pode não ter marcado, mas um atacante sempre pode marcar. O trabalho dos dois está bem feito”, afirmou.
Durante o jogo, torcedores presentes no estádio pediram a presença de Neymar, que não foi convocado pelo técnico Carlo Ancelotti na última lista anunciada. O treinador italiano, no entanto, preferiu valorizar os jogadores que estiveram em campo.
“Agora temos que falar dos que estavam aqui, que jogaram, que deram tudo, trabalharam muito e estou satisfeito. E depois vamos nos preparar para o próximo jogo contra a Croácia”, disse.
A equipe nacional volta a campo na próxima terça-feira (31), às 21h (de Brasília), quando enfrenta a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando, também em amistoso preparatório para a disputa da Copa do Mundo.
A Seleção Brasileira perdeu para a França por 2 a 1 na tarde desta quinta-feira (26). No amistoso internacional disputado no Gillette Stadium, em Boston, o zagueiro Léo Pereira foi um dos atletas a falar após a partida e ressaltou a felicidade em representar a camisa do Brasil.
“É um jogo de grande responsabilidade, mas também encaramos como um privilégio muito grande. É uma honra estar defendendo o nosso povo num jogo tão especial, contra uma forte equipe e grandes jogadores. Creio que fizemos um jogo para empatar ou até sair com a vitória talvez, disputamos cada bola. Fico feliz de ter a oportunidade de vestir essa camisa, mas agora é seguir evoluindo e cabeça erguida, porque temos mais uma missão pela frente”, afirmou o defensor.
Léo Pereira, que foi companheiro de zaga de Bremer, comentou sobre ser a primeira vez que jogou com a maioria dos jogadores de defesa da Seleção Brasileira nesta data Fifa e afirmou que a falta de entrosamento pode ter interferido no desempenho coletivo e no resultado da partida.
“A falta de entrosamento interfere um pouco. Foi a primeira vez que joguei com o Bremer e com o Douglas Santos, eu já tinha jogado com o Wesley, mas a falta de entrosamento vai existir, até porque nunca tínhamos jogado juntos. Mas isso não pode servir de desculpa, a Seleção Brasileira só tem jogadores multicampeões e experientes, então não serve como desculpa, mas sim como aprendizado”, finalizou.
Agora o Brasil volta suas atenções para o próximo jogo amistoso. Na próxima terça-feira (31), a Seleção Brasileira vai enfrentar a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando, às 21h (horário de Brasília).
A Seleção Brasileira foi superada pela França nesta quinta-feira (26). As equipes disputaram o primeiro amistoso da data Fifa de março no Gillette Stadium, em Boston. Após a derrota por 2 a 1, o zagueiro Bremer, autor do gol do Brasil, lamentou o resultado negativo.
“É um jogo muito difícil, a gente sabe que a França é uma das melhores seleções do mundo. Mas nós nos comportamos bem, fizemos o que o Ancelotti pediu. Infelizmente tomamos um gol onde erramos na saída de bola, mas o time reagiu bem. Infelizmente não conseguimos ganhar, mas foi uma boa partida para o treinador ver o nosso trabalho”, declarou.
Depois de passar um ano parado por conta da recuperação da lesão de Ligamento Cruzado Anterior (LCA), Bremer precisou passar por uma reviravolta em sua carreira para voltar a vestir a camisa amarelinha novamente. O defensor valorizou a oportunidade e o desempenho demonstrado no amistoso.
“Eu venho de um ano parado por conta de uma lesão de LCA. O meu nome foi muito pouco cotado no período logo após a volta, mas eu sempre tive na minha cabeça de que quando a oportunidade chegasse, eu estaria pronto. Não foi diferente, hoje eu pude fazer um bom jogo, voltar ao meu nível, e espero que eu tenha deixado uma boa atuação para o treinador”, concluiu.
Agora a Seleção Canarinho só volta a campo na próxima terça-feira (31). O time comandado por Carlo Ancelotti vai enfrentar a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando, às 21h (horário de Brasília).
Mesmo com um a mais, Brasil vê Mbappé marcar e perde por 2 a 1 para França em amistoso internacional
Brasil e França se enfrentaram em um amistoso internacional na tarde desta quinta-feira (26). No jogo, disputado no Gillette Stadium, em Boston, a seleção francesa venceu por 2 a 1. Kylian Mbappé balançou as redes no primeiro tempo, enquanto Hugo Ekitiké ampliou na segunda etapa. Bremer recebeu o cruzamento de Luiz Henrique para diminuir para a Seleção Brasileira.
Ambas as seleções já estão classificadas para a Copa do Mundo de 2026 e continuarão seguindo o cronograma de amistosos. A seleção francesa vai enfrentar a Colômbia, também garantida no Mundial, no próximo domingo (29), às 16h.
Agora a equipe comandada por Carlo Ancelotti volta suas atenções para a Croácia, próxima adversária do Brasil nesta data Fifa de março. A partida, da próxima terça-feira (31), às 21h, vai ser disputada no Camping World Stadium, em Orlando.
O próximo jogo, além de marcar a estreia do uniforme padrão número um, também representa como a última partida antes da convocação definitiva para a disputa da Copa do Mundo. A lista vai ser anunciada oficialmente por Carlo Ancelotti no dia 18 de maio, uma segunda-feira.
O JOGO
Aos quatro minutos, Douglas Santos ligou um lançamento direto do meio para a área e Raphinha dominou com liberdade. O camisa 11 ajeitou e finalizou por cima do gol, mas deu perigo para a meta de Mike Maignan.
Defesa afasta
Kylian Mbappé foi lançado na linha de fundo e alçou um cruzamento na grande área. O lateral-esquerdo Wesley afastou a bola de cabeça aos seis minutos e evitou o seguimento do ataque francês.
Boa chegada
O atacante Gabriel Martinelli recebeu um lançamento na intermediária, e avançou alguns passos. O camisa 22 teve espaço e finalizou colocado da meia lua, mas o goleiro Mike Maignan defendeu aos 26 minutos.
Gol da França!
O capitão Casemiro tentou girar no meio do campo e perdeu a bola. Aos 31 minutos, após recuperar a bola, Dembélé lançou para Mbappé, que disparou até a grande área e finalizou de cavadinha para o fundo das redes.

Jogadores franceses comemorando gol | Foto: Reprodução/Instagram (@equipedefrance)
SEGUNDO TEMPO
O Brasil avançou pela direita com Luiz Henrique contra a marcação, ele fez o drible contra dois e lançou para Martinelli mais a frente. O camisa 22 tentou o passe de calcanhar, mas Casemiro, que chegou de frente, só desviou sem conseguir finalizar aos dois minutos.
Boa finalização
Aos quatro minutos, Luiz Henrique foi lançado na ponta direita outra vez, tirou da marcação e arriscou de fora da área em bela finalização. Maignan fez boa defesa espalmando.
Gol da França!
A França puxou um contra-ataque contra cinco marcadores do Brasil aos 19 minutos, mas ainda assim Olise encontrou espaço para avançar livre pelo meio e fazer o passe rasteiro na área em Ekitiké, que fez como Mbappé e finalizou de cavadinha na saída do goleiro Ederson.
GOOOOL DO BRASIL!
Aos 32 minutos, Danilo Santos alçou um cruzamento na área na cobrança de falta e Casemiro escorou para trás. A bola sobrou com Luiz Henrique, que passou para o meio da área. Bremer aproveitou a oportunidade e diminuiu para a Seleção Brasileira.
Quase veio o empate
Luiz Henrique recuperou a bola no ataque aos 44 minutos, avançou pela esquerda, passou pelo marcador e cruzou na área. Bremer chegou finalizando de primeira, mas a bola foi para fora.
Chance clara perdida!
No final, Bremer avançou e recebeu a bola de frente para a área. O zagueiro deu um passe rasteiro e Vini Jr., que só alcançou a bola de leve em um lance que estava de cara para o gol aos 51 minutos.
FICHA TÉCNICA
Brasil 1x2 França
Amistosos Internacionais
Local: Gillette Stadium, em Boston, nos Estados Unidos;
Data: 26/03/2026;
Horário: 17h (de Brasília);
Árbitro: Guido Gonzales Jr. (EUA)
Assistentes: Nick Uranga e Cory Richardson (EUA)
VAR: Tim Ford (EUA)
Transmissão: Globo, SporTV e GeTV (YouTube);
Gols: K. Mbappé aos 31’ do 1º tempo; Ekitiké aos 19' e Bremer aos 32' do 2º tempo
Cartões: Léo Pereira, Casemiro, Bremer e Ibañez [Brasil] / Upamecano (vermelho) [França]
Brasil: Ederson; Wesley (Ibañez), Bremer, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Andrey Santos (Danilo Santos); Raphinha (Luiz Henrique), Matheus Cunha (Igor Thiago), Gabriel Martinelli (João Pedro) e Vinicius Jr. Técnico: Carlo Ancelotti
França: Maignan; Malo Gusto (Kalulu), Konaté, Upamecano e Theo Hernandez; Tchouaméni (Kanté), Rabiot, Dembélé (Lacroix) e Olise (Akliouche); Mbappé (Thuram) e Ekitiké (Doué). Técnico: Didier Deschamps.
A seleção turca se garantiu na decisão do Grupo C da repescagem europeia da Copa do Mundo 2026. Nesta quinta-feira (26), a Turquia venceu a Romênia por 1 a 0 e deixou a semifinal para trás. Ferdi Kadioglu marcou o único gol da partida.
Jogando em casa, no Tupras Stadium, em Istambul, a Turquia não encontrou tantos espaços contra a Romênia e o primeiro tempo terminou em 0 a 0. Mas logo no início da segunda etapa, Arda Guler fez um belo cruzamento para Ferdi Kadioglu abrir o placar. Assim terminou, o tento do atacante garantiu a classificação para a final.
Agora a Turquia aguarda o vencedor de Eslováquia e Kosovo, confronto também disputado nesta quinta, às 16h45, e de onde sai o adversário dos turcos na final do Grupo C da repescagem. A decisão vai acontecer na próxima terça-feira (31), às 16h45.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Quem defende ditadura não deveria ser candidato".
Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).