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Eduarda Pinto

Artigos

Bruna Santana
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Este texto nasce de uma inquietação — e também de um dever moral e cívico de falar sobre um tema urgente: a violência política de gênero, antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral de 2026.

Multimídia

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
O parlamentar Duda Sanches apontou o desgaste decorrente das duas décadas de administração do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado e lamentou a queda nos indicadores de qualidade de vida da população. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), ele direcionou críticas à gestão do governo estadual nas áreas de segurança pública e saúde.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

Equipe

Eduarda Pinto

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Graduanda em Comunicação Social pela UFBA. Ex-redatora do Jornal da FACOM e repórter da revista DémodÉ.

Últimas Notícias de Eduarda Pinto

Zé Cocá minimiza atuação do governo estadual no Médio Rio de Contas e garante: “Sairemos vitoriosos daqueles territórios”
Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

O ex-prefeito de Jequié, Zenildo Brandão Santana, conhecido como Zé Cocá (PP), minimizou as ações do governo do estado na região do Médio Rio de Contas. Em entrevista ao Bahia Notícias nesta quarta-feira (27), durante o lançamento do projeto "Sua Voz é a Nossa Voz", o atual pré-candidato a vice-governador afirmou que o governador, Jerônimo Rodrigues (PT), “prometeu o mundo”, mas não resolveu os problemas da região.

 

“O governador, na nossa microrregião, se você colocar nos quatro anos, ele prometeu o mundo. Ele prometeu que ia resolver o problema de todos os municípios, criou pautas que eram necessárias para a nossa região — cobranças inclusive nossas —, e infelizmente nenhuma saiu do papel. Nenhuma, nenhuma, nenhuma. Nenhuma pauta relevante saiu do papel”, destacou o ex-gestor.

 

Em eventos recentes do governo petista, Jerônimo chegou a citar o avanço da proposta de construção de um aeroporto para a região. Para Zé Cocá, a promessa é mínima. “Nós estamos falando de sistema de irrigação, nós estamos falando de aeroporto regional, abertura de novas vias, eixos de produção... Isso não aconteceu”, garante.

 

Ainda sobre as promessas, o pré-candidato da chapa de oposição afirma: “Eu torço para que isso aconteça, acho que o governo tem o seu dever, sua obrigação de fazer isso”. No entanto, ele sinaliza que “o governo teve quatro anos para iniciar essa e outras obras necessárias também”.

 

Já no que diz respeito à política na região, segundo ele, a população local já é adepta à ideia de rompimento com o governo petista. “Nós temos conversado com a maioria dos prefeitos da nossa região. É uma região de fato em que você vê um clamor por mudança. Se você fizer qualquer pesquisa eleitoral na nossa região hoje, [verá isso] por conta de muita promessa que foi feita e pouca execução do governo”, alega.

 

O ex-prefeito, reeleito em 2024, conta que deve avançar nas negociações com gestores vizinhos para fortalecer a campanha do ex-prefeito de Salvador e atual pré-candidato ao governo, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União).

 

“Nós temos alguns municípios que estão prestes a declarar apoio, outros vão declarar [mais à frente], e em outros nós estamos construindo bem as oposições. Estamos construindo bem grupos que não aceitam mais o governo, então eu não tenho dúvida de que sairemos vitoriosos daqueles dois territórios”, conclui.

ACM Neto diferencia "Sua Voz é a Nossa Voz" de PGP do governo e ressalta que projeto quer “dar voz a todos os baianos”
Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

Em evento de lançamento de seu projeto “Sua Voz é a Nossa Voz”, o pré-candidato ao governo do estado da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União), diferenciou as ações previstas pela oposição do que já é realizado no Programa de Governo Participativo (PGP) do PT na Bahia. O projeto da oposição prevê a visita e escuta ativa às comunidades de Salvador e do interior da Bahia durante o período de pré-campanha. 

 

“O PGP deles é uma coisa que é feita ali em quatro paredes, toda ela é manipulada para ter um resultado que interesse a eles. [O PGP é] Tudo feito e manipulado pelas pessoas dos partidos e ali do centro do governo. Nós queremos fazer uma coisa ampla, eu quero dar voz a todos os baianos, sobretudo aos que não têm uma identificação partidária imediata, não tem uma militância, não tem como chegar a gente”, afirma o ex-prefeito de Salvador. 

 

A fala ocorreu em meio ao lançamento do “Sua Voz é a Nossa Voz”, como uma forma de alcançar o interior da Bahia, com 10 eventos presenciais e transmissões virtuais. Segundo ACM Neto, a expectativa é ampliar o diálogo. “Então eu não quero fazer uma coisa maquiada, eu não quero fazer uma coisa que eu já sei o resultado e eu só vou ali validar, não. Eu quero fazer uma escuta ampla, aberta, transparente, direta, onde todo mundo possa participar”, diz. 

 

O anúncio do grupo da oposição ocorre após membros da base governista apontarem, durante o Programa de Governo Participativo (PGP 2026) em cidades do interior, que o ex-prefeito da capital baiana participa somente de ações fora da Bahia. As críticas do governo foram respondidas pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), e chegou a rebater as críticas da oposição sobre a agenda de ACM Neto no estado. 

 

Ao lado de aliados como Zé Cocá (PP), pré-candidato a vice-governador, e os pré-candidatos ao Senado, Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL), Neto aproveitou a oportunidade para questionar a efetividade do PGP do governo petista. 

 

“A segunda grande diferença é o que vai ser no futuro. Porque eu não posso conceber e admitir que o governador Jerônimo tenha coragem de voltar a uma cidade na qual há quatro anos atrás ele fez uma promessa, e estava no PGP, e ele vai lá e faz a mesma promessa de novo, como se ele não tivesse sido candidato há quatro anos. Como se ele não tivesse tido o tempo suficiente para cumprir aquela promessa”, afirma o principal líder da oposição ao PT na Bahia. 

 

Ele completa dizendo que “em alguns casos são promessas de 20 anos que eles voltam a prometer no PGP que eles fazem”. Na tentativa de se diferenciar, ele garante que “então a gente quer transformar isso aqui numa plataforma e numa base de compromissos, em um plano de governo, em uma bússola para o que será de fato a nossa gestão, sobre o que é que nós vamos nos debruçar, quais serão as nossas prioridades”, finaliza. 

Polícia Federal confirma nova sede em Ilhéus e rebate críticas sobre escolha do terreno
Foto: Divulgação / Polícia Federal

A Delegacia da Polícia Federal em Ilhéus anunciou, nesta quarta-feira (27), a construção de sua nova sede no município. O complexo será edificado em um terreno de 12,5 mil metros quadrados na Avenida Soares Lopes, no bairro Cidade Nova, na orla da cidade. Em nota, a instituição se posicionou frente a “interpretações equivocadas e narrativas que não refletem adequadamente a realidade” dos processos envolvendo a mudança.

 

A Polícia Federal inicia o posicionamento destacando que “a atual sede da Delegacia em Ilhéus não mais atende às necessidades institucionais, operacionais e de atendimento ao público exigidas pela realidade contemporânea da Instituição”. Na mesma nota, a entidade relembra que foram deflagradas cerca de 15 operações da PF no Sul e Extremo Sul da Bahia, sob a competência da Delegacia de Ilhéus.

 

Segundo o órgão, a estrutura atual é "antiga e incompatível com os padrões tecnológicos, de segurança e de funcionamento atualmente adotados pela Polícia Federal, que passou nos últimos anos por um significativo processo de modernização e ampliação de suas atribuições".

 

A PF também compartilhou as imagens do projeto para a nova sede:


Foto: Divulgação / Polícia Federal 

 

Há cerca de uma semana, a Secretaria do Patrimônio da União na Bahia (SPU-BA) havia confirmado a transferência do terreno, que pertence à União, para o uso da PF. Em abril, logo após o primeiro anúncio do projeto, um coletivo de organizações ilheenses criticou a destinação do espaço e a concessão da área federal.

 

Em resposta a essas críticas, a instituição esclarece que o espaço destinado à futura sede corresponde ao local onde funcionava a antiga Concha Acústica de Ilhéus, “que se encontra abandonada e utilizada por usuários de drogas, localizada entre o Centro de Convenções e o Porto”.

 

A escolha do local permitiu que uma outra área sondada anteriormente, ao lado direito do Centro de Convenções, fosse liberada para que “possa futuramente ser utilizada em benefício direto da população e de projetos de interesse público”.

 

A PF destaca ainda que o endereço possui relevância estratégica para as atribuições institucionais, especialmente por estar próximo ao Porto de Ilhéus, local onde a corporação exerce atividades permanentes de polícia judiciária da União, fiscalização migratória e controle de embarcações vindas do exterior.

 

Para a instituição, a implantação da nova delegacia também deve contribuir para o aumento da segurança pública local. “A presença permanente de uma instituição policial federal no local tende a promover maior sensação de segurança, valorização do espaço público e incremento da utilização ordenada da região pela população”, garante a PF.

 



Foto: Divulgação / Polícia Federal

ACM Neto anuncia projeto "Sua Voz é a Nossa Voz" durante a pré-campanha e projeta alcançar 417 municípios da Bahia
Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

O pré-candidato ao governo do estado da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União), anunciou, nesta quarta-feira (27), a realização do projeto "Sua Voz é a Nossa Voz", de visita e escuta ativa às comunidades de Salvador e do interior da Bahia durante o período de pré-campanha. 

 

Em evento realizado no Edifício Central Pinheiro, localizado na Avenida Garibaldi, ACM Neto reuniu os aliados, Zé Cocá (PP), pré-candidato a vice-governador, e os pré-candidatos ao Senado, Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL). O ex-prefeito de Salvador afirmou que serão realizados dez eventos no interior e reuniões menores na capital, com início já nesta semana.

 

Sobre as ações na capital, ele cita que o histórico de sua gestão na cidade será importante para permitir reuniões menores, “uma coisa mais do corpo a corpo, direto com as comunidades, com os bairros da cidade”. Segundo ele, “muitos deles onde nós temos relevantes serviços prestados na época da minha gestão como prefeito”, explica. 

 


Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias 

 

Já no interior, a dinâmica será maior, com a promessa de alcançar os 417 municípios. O primeio evento ocorre no dia 2 de junho em Jacobina, na região do Piemonte de Diamantina. “O primeiro encontro regional vai acontecer a partir da próxima semana e nós vamos dar início a um movimento que carinhosamente, dentro da nossa equipe, está sendo chamado de ‘Maratona da Mudança’”, detalha ACM Neto, que também é vice-presidente do partido União Brasil. 

 

Segundo ele, é impossível atingir fisicamente a marca de se comunicar com todos os municípios do estado, mas a mobilização vai envolver o uso da tecnologia. “Nós pretendemos alcançar todos os 417 municípios do estado da Bahia. Vocês vão ver qual a estratégia que nós montamos para isso. É claro que fisicamente é impossível nós estarmos em todas as cidades, só que hoje, felizmente, existem os recursos tecnológicos que nos permitem chegar sem que necessariamente, fisicamente, nós estejamos naqueles municípios”, destaca o pré-candidato. 

Desmatamento na Bahia registra queda em 2025, mas estado aparece em 3° em ranking nacional
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Bahia é o terceiro estado com maior índice de desmatamento no ano de 2025. Ao todo, foram 110.616 hectares desmatados em todo o estado, com predominância na região oeste, onde o território integra uma fronteira de expansão agrícola ao lado do Maranhão, Tocantins e Piauí: o Matopiba. Essas informações foram divulgadas nesta quarta-feira (27) pelo Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD 2025), realizado anualmente pelo MapBiomas.

 

Segundo o RAD 2025, referente aos dados do último ano, o Brasil registrou uma queda histórica de 20,6% nos indicadores de desmatamento em relação a 2024. Ao todo, foram 983.843 hectares desmatados, ficando abaixo da marca de 1 milhão de hectares desmatados por ano mantida nos últimos sete anos. Considerando este recorte, de 2019 a 2025, o Brasil teve uma área total desmatada de aproximadamente 10.297.668 hectares, o equivalente a pouco mais que todo o estado de Pernambuco.

 

Esses números expõem uma realidade de quase 2,7 mil hectares desmatados por dia. Apesar da redução no desmatamento, em 2025, a área média desmatada no Brasil foi de 2.698 hectares por dia, o equivalente a cerca de 112 hectares por hora. Segundo o estudo, é como se 17 parques do Ibirapuera, o maior parque urbano da cidade de São Paulo, fossem desmatados todos os dias.

 

Entre os biomas, todos registraram queda no índice de desmatamento. No Pantanal, 12.260 hectares foram desmatados, porém foi obtida a maior redução proporcional na área afetada: uma queda de 48,4% em relação a 2024, quando o número foi de 23.756. O bioma menos desmatado em números absolutos foi o Pampa, com apenas 583 hectares depredados. A Amazônia também apresentou um índice de queda: foram 289.478 hectares desmatados em 2025, frente aos 378.254 ha de 2024, representando uma redução de 23,5%.

 

Entre os biomas que ocupam o estado da Bahia, a Caatinga registrou a maior queda no desmatamento, com um índice de -25,9%. Foram 128.947 hectares em 2025 e 174.119 em 2024. A Mata Atlântica, que cobre o litoral do estado, teve o menor contingente total de depredação, porém com um índice também pequeno de redução. Ao todo, o bioma contabilizou 12.912 hectares de área desmatada no último ano, com uma queda de 4,7%.

 

Por outro lado, quem puxa as estatísticas de todo o país para cima é o Cerrado. Foram 540.614 hectares de área desmatada, o maior contingente do país. Porém, mesmo com o alto número, o bioma apresentou uma redução de 25,9% em comparação com 2024, quando foram depredados 650.370 ha.

 

MATOPIBA E O AGRO
Em um cenário em que a expansão agropecuária é responsável por mais de 97% de toda a perda de vegetação nativa no Brasil nos últimos sete anos, a região conhecida como Matopiba, que inclui os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, é o centro do desmatamento no país. O fator do agro responde por 99% da vegetação nativa — aquela que não havia passado por ação antrópica/humana anterior — perdida no Brasil em 2025.

 

Cobertos principalmente pelos biomas do Cerrado e da Caatinga, os quatro estados do Matopiba estão presentes entre as cinco unidades federativas com maior área desmatada em 2025. Junto com o Mato Grosso, os cinco respondem por mais de 63% da área total desmatada no Brasil no ano.

 


Foto: Dados divulgados pelo MapBiomas 

 

Pelo terceiro ano consecutivo, as formações savânicas, que são predominantes nos biomas Cerrado, Caatinga e Pantanal, foram as mais afetadas pelo desmatamento no Brasil, respondendo por 51,4% da área total desmatada, seguidas das formações florestais, com 46,3%.

 

Em todo o Brasil, os desmatamentos relacionados a empreendimentos de energia renovável estiveram quase que totalmente concentrados na Caatinga, que respondeu por 97% da área desmatada associada a esse vetor. Coincidentemente, esse bioma é o maior da Bahia, e o estado é o primeiro no índice de produção de energia limpa, especialmente a eólica e a solar.

 

Os desmatamentos associados à expansão urbana apresentaram aumento de 7% em relação a 2024 e concentraram-se principalmente no Cerrado e na Amazônia, que juntos responderam por mais de 60% da área de vegetação nativa perdida vinculada às áreas urbanizadas.

 

APAS E MUNICÍPIOS
Segundo o Relatório Anual do Desmatamento no Brasil, um total de 2.932 municípios teve pelo menos um evento de desmatamento detectado e validado em 2025. O número equivale a 52,6% do total de municípios. Entre as cidades com maior área desmatada no Brasil em 2025, as dez primeiras responderam juntas por 15% do total do desmatamento validado no país, sendo que oito desses municípios estão localizados no Matopiba.

 

Neste contingente estão dois municípios baianos: Jaborandi e São Desidério, ambos na região oeste, localizados respectivamente na Bacia do Rio Corrente e na Bacia do Rio Grande.

 

O município de Canto do Buriti, no Piauí, lidera o ranking de maior área desmatada pela primeira vez, com 20.877 hectares perdidos. Este município da Caatinga também apresentou o maior evento de desmatamento único detectado em 2025, com 20.834 hectares desmatados. A média diária de desmatamento na cidade foi de 57,2 hectares, o equivalente a cerca de 80 campos de futebol por dia.

 

O estudo aponta ainda que as Unidades de Conservação (UCs) e as Terras Indígenas (TIs) seguem sendo as regiões mais preservadas do país. Nas UCs, foram desmatados 46.257 hectares em 2025, o que representa uma redução de 21,4% em relação ao ano anterior. Ao todo, considerando apenas as Unidades de Conservação de Proteção Integral, a queda foi de 55,8% em relação ao ano anterior, com 2.034 hectares desmatados.

 

Nas Áreas de Proteção Ambiental (APAs), a Bahia volta a aparecer com índices preocupantes. A APA do Rio Preto, localizada entre os municípios de Formosa do Rio Preto, Mansidão e Santa Rita de Cássia — com grande parte de seu território no Cerrado —, foi a UC com maior área desmatada (7.701 hectares) no Brasil em 2025, apresentando um aumento de 44% em relação a 2024.

 

Já em Terras Indígenas, a perda foi de 12.593 hectares, com redução de 22% em relação a 2024. A Terra Indígena Porquinhos dos Canela-Apãnjekra, no Maranhão, permanece pelo terceiro ano consecutivo no topo do ranking (com 4.089 ha desmatados), apesar de ter registrado queda de 34% na área afetada. Em 2025, 30% das TIs do Brasil registraram ao menos um evento de desmatamento. Entre 2019 e 2025, 1,7% (184.622 hectares) do total de terras desmatadas no Brasil ocorreu em Terras Indígenas.

Ministra do Desenvolvimento Agrário anuncia esforços no Plano Safra 2026/2027 para ações de adaptação climática no semiárido baiano
Foto: Albino Oliveira/Ascom-MDA

A titular do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), a ministra Fernanda Machiaveli, anunciou um investimento de R$ 400 milhões em recursos inclusos no Plano Safra para garantir o suporte aos agricultores afetados pelas mudanças climáticas no interior do Nordeste e na Bahia. Em entrevista ao Bom Dia, Ministro, na manhã desta segunda-feira (26) em resposta ao Bahia Notícias, a ministra detalhou as ações previstas este ano. 

 

“Para o semiárido, nós estamos com os recursos do Garantia Safra, que já é um seguro para esse agricultor que perde a produção. Nós também vamos fazer, agora, apoio a projetos produtivos”, revela. A ação principal do governo federal deve ser parte do novo Plano Safra 2026/2027, a ser anunciado em junho deste ano.

 

“Esse edital nós vamos anunciar agora no mês de junho; são quase R$ 400 milhões que vão financiar projetos de até R$ 8 mil de agricultores familiares que estarão no semiárido. [O projeto se] chama ‘Garantia Safra - Terra, Mesa e Semiárido’, e é uma importante iniciativa para apoiar [a agricultura familiar no semiárido baiano]”, afirma.

 

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A fala da ministra relembra um estudo desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), divulgado em novembro de 2023, que identificou características de clima árido na região norte da Bahia, especialmente no território de Itaparica, incluindo as cidades de Abaré, Chorrochó, Glória, Macururé, Paulo Afonso e Rodelas.

 

Sobre o tema, Fernanda Machiaveli destaca que a “atividade agrícola é uma atividade de risco, mas, no contexto de mudanças climáticas, esse risco tem sido majorado. São eventos climáticos que têm acometido a agricultura do país todo e toda a nossa população”, explica.

 

A ministra destacou que o governo federal deve investir na implantação de uma estratégia nacional visando à garantia da manutenção e melhora nos modos de vida dos agricultores familiares da região. “Acabamos de aprovar no Congresso Nacional, o presidente Lula fez um decreto instituindo a Estratégia Nacional de Adaptação Climática no Semiárido, que é justamente um esforço nosso para apoiar os agricultores e agricultoras familiares que estão no semiárido, para fazerem esse processo de adaptação e conviver com a seca e conviver com o semiárido”, detalha.

 

Entre as ações, a gestora cita as possibilidades de “instalar uma tecnologia social, que pode ser uma cisterna, uma cisterna de produção, um projeto de irrigação com energia solar; pode também ser um quintal produtivo, uma adaptação do solo para justamente garantir que consiga absorver melhor, ou durante o momento da chuva, para preservar o solo. Nós temos a compra de maquinários adaptados para justamente lidar e impactar menos o solo. Enfim, uma série de estratégias que vão poder ser financiadas”, detalha.

 

Confira o trecho da entrevista no Bom Dia, Ministro: 

 

Atlas da Violência: Bahia registra queda de 9,8% em homicídios em 10 anos, mas segue sendo a 3ª maior do país
Foto: Divulgação / PM Bahia

A Bahia registrou uma queda de 9,8% no número de homicídios estimados entre 2014 e 2024. Isso é o que apontam os dados divulgados nesta terça-feira (26) pelo Atlas da Violência 2026, estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Em 2014, foram registrados 7.006 homicídios no estado, frente a 6.316 casos notificados em 2024.

 

O estado registrava, em 2024, uma taxa de homicídios estimada de 42,6 a cada 100 mil habitantes, a terceira maior do país, ficando atrás apenas do Amapá (47,1) e do Ceará (43,7). Essa taxa é formada pelos dados oficialmente registrados pelos órgãos, com a correção dos pesquisadores, incluindo dados sobre os chamados homicídios ocultos. Ainda assim, a Bahia já apresentava redução em todas as faixas de análise. Entre 2023 e 2024, a queda foi de 6,5%, enquanto em cinco anos (de 2019 a 2024) chegou a 8,8% e, por fim, a 9,8% no confronto da década.

 

O estudo, elaborado a partir dos dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde (MS), analisa uma década de monitoramento da letalidade no país.

 

Na taxa de homicídios, a redução comparativa da década aponta que o estado registrou uma queda de 12,5% nas mortes a cada 100 mil habitantes entre 2014 e 2024. A maior redução ocorreu, no entanto, entre os homicídios ocultos e as mortes violentas de causa indeterminada (MVCI).

 

Por definição, as MVCIs são uma categoria de registro oficial do SIM, do Ministério da Saúde, que configura os casos em que não é possível determinar a causa básica da morte — ou seja, se foi homicídio, suicídio ou acidente. Já os homicídios ocultos são uma estimativa estatística e metodológica que aponta o percentual de MVCIs que foram assassinatos não determinados devido à má qualidade de preenchimento dos dados.

 

Entre as MVCIs, a Bahia registrou uma queda de 46% entre 2014 e 2024. No início da década, foram registrados 1.662 homicídios sem identificação classificatória e, dez anos depois, o número foi de 898 casos do tipo. Por outro lado, os homicídios ocultos tiveram uma redução ainda maior: o número passou de 954 em 2014 para 255 em 2024, registrando uma queda de 73,3%. (A reportagem foi atualizada às 14h05)

Ponte Salvador-Itaparica: Estado aprova contas de fundos e relatório aponta movimentação de R$ 730 milhões
Foto: Divulgação/Concessionária Ponte Salvador-Itaparica

A Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia) teve as contas aprovadas pelo Governo Estadual em uma Assembleia Geral Ordinária realizada este mês. A reunião serviu para a avaliação das movimentações financeiras do Fundo Garantidor Baiano de Parcerias (FGBP) e do Fundo Garantidor do Aporte da Ponte (FGAP).

 

Em ata publicada no Diário Oficial do Estado neste sábado (23), a Desenbahia detalhou os procedimentos para a aprovação dos relatórios de 2025 das contas da agência e dos fundos gerenciados por ela, nos quais o Estado da Bahia figura como cotista único — ou seja, o único investidor.

 

Segundo o Relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras e Contábeis do exercício de 2025, documento analisado pelo Governo do Estado em reunião realizada no dia 15 de maio, foram movimentados, do Fundo de Parcerias (FGBP), cerca de R$ 90 milhões, enquanto do Fundo de Aporte da Ponte, o valor chegou a R$ 730 milhões.

 

A partir do relatório, o governo estadual, representado pelo Procurador do Estado da Bahia, Antonio Ernesto Leite Rodrigues, determinou, por sua vez, a recomposição de valores pagos “cobertos” pela Desenbahia, além do bloqueio de alterações nas movimentações das principais obras sem a anuência do Estado.

 

FUNDO DE PARCERIAS
No Fundo Garantidor Baiano de Parcerias (FGBP), apesar do registro de movimentações de menor porte, o relatório elaborado pela Desenbahia passou pelo crivo de auditores independentes (empresas externas) para a garantia da veracidade dos números. Os dados apontam que, ao final do ano de 2025, o fundo manteve um saldo de R$ 309,8 milhões, investidos em aplicações de renda fixa.

 

No detalhamento de movimentações, destaca-se o resgate de R$ 90 milhões do fundo para o uso do Governo do Estado nos cofres públicos. Em termos de ganho, a análise registrou R$ 45,4 milhões em receitas de aplicação financeira com os recursos do fundo.

 

O segundo item no relatório indica ainda a cobrança de uma dívida. A ata detalha que o Fundo Garantidor Baiano de Parcerias “cobriu”, em anos anteriores, um custo de R$ 34,4 milhões relacionado às garantias das obras do Metrô de Salvador e Lauro de Freitas. O valor deveria ter sido pago inicialmente por outro ente envolvido no financiamento.

 


Foto: Divulgação/CCR Metrô Bahia

 

Na ata, o governo estadual orientou que a Desenbahia mantenha “o empenho contínuo e célere na cobrança e recuperação do saldo para o caixa do fundo, visando mitigar riscos de perda patrimonial”. Ainda com relação à gestão patrimonial, em decisão, o Governo da Bahia fixou, por sua vez, que “qualquer proposta de alteração na política de investimentos do Fundo ou na estrutura das garantias já vigentes dependerá de prévia deliberação e anuência expressa do Estado da Bahia em sede própria”.

 

Entre as garantias vigentes, foram citadas nominalmente as obras do Metrô de Salvador e Lauro de Freitas, do Sistema Viário BA-052, a implantação do VLT do Subúrbio e do Sistema Rodoviário Ponte Salvador-Ilha de Itaparica. Desta forma, o planejamento de recursos alocados nestas obras só poderá ser alterado mediante aprovação expressa do governo da Bahia.

 

APORTE DA PONTE
Se em 2025 o Fundo de Parcerias teve movimentações relativamente baixas, por outro lado, o Fundo Garantidor do Aporte da Ponte (FGAP) movimentou valores quase oito vezes maiores e terminou o ano com o dobro de saldo. Segundo o relatório divulgado em ata, a Desenbahia registrou que o Fundo de Aporte recebeu R$ 584,1 milhões em integralizações, ou seja, aportes em seu saldo.

 

Diferente do FGBP, este fundo opera como garantia exclusiva das obras para a construção e operação da Ponte Salvador-Ilha de Itaparica. Justamente em decorrência desta função, o Estado também realizou o resgate — ou seja, a retirada — de R$ 730 milhões deste fundo ao longo do ano de 2025.

 


Foto: Divulgação 

 

Entre as movimentações destacadas, estiveram o pagamento de R$ 4,1 milhões pelo fundo em taxas administrativas para a Desenbahia gerenciar os valores e um saldo positivo de R$ 80,7 milhões em juros de investimentos realizados pela agência com os recursos do fundo.

 

Ao final do ano, o relatório registrou um saldo de R$ 640,7 milhões em caixa do Fundo de Aporte da Ponte, com um "índice de cobertura" de 1,281. A métrica financeira mede a capacidade de uma entidade de honrar suas obrigações de dívida.

 

No caso do FGAP, esse número indica “que o saldo remanescente em ativos financeiros mantém o fundo solvente e com margem de segurança adequada para cobrir as garantias vigentes outorgadas ao contrato da PPP [Parceria Público-Privada] da Ponte Salvador-Ilha de Itaparica”, diz o resumo do documento.

 

Ao final do relatório de aprovação, o Governo da Bahia ratifica que todos os valores movimentados no fundo devem ser utilizados para a garantia das operações financeiras da ponte, “sendo vedada qualquer desviação de ativos para riscos de outras naturezas ou outros projetos de infraestrutura sem autorização legislativa e anuência expressa do Cotista Único”.

 

Nestes moldes, uma mudança neste formato de operação — para aplicação em outras obras ou finalidades — só seria possível a partir de uma nova lei aprovada pela Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e posterior sanção do Estado.

Bacelar defende rapidez em aprovação do fim da escala 6x1 mas aponta entraves no Congresso: “Todo avanço se dá com luta” 
Foto: Liz Fontes / Bahia Notícias

O deputado federal Bacelar (PV-BA) afirmou que a “vontade da sociedade brasileira” é a redução da escala de trabalho de 6x1 e esse tema deve ser prioridade no Congresso Federal. Em entrevista à Antena 1 Salvador (100.1) nesta segunda-feira (25), o parlamentar destaca que a esperança é de que o tema seja aprovado ainda no primeiro semestre. 

 

"Essa é a minha esperança, essa é a vontade da sociedade brasileira”, disse. Ele complementa ainda que a discussão que veio à tona no Brasil é resultado de uma tendência mundial. 

 

“Meu livro de cabeceira atualmente é 'Sexta-Feira é o Novo Sábado', de Pedro Gomes, que mostra como a semana de quatro dias é fundamental para a economia. E olha, isso não é sonho não, já várias empresas nos Estados Unidos, Dinamarca, em outros países da Europa já testam a escala 4x3. É uma tendência mundial, tendência econômica. A escala 6x1 é uma escala escravizante", ressalta o deputado. 

 

Bacelar comenta ainda sobre as resistências encontradas no Legislativo Federal acerca do tema: "Infelizmente, a elite brasileira, que no meio político é representada pelo 'centrão', é uma elite retrógrada", afirma. O deputado lembra ainda que os debates sobre direitos trabalhistas no Brasil se fundamentam nas mesmas pautas: uma possível crise econômica; Ele cita que esse foi o posicionamento dessas elites em todas as políticas de desenvolvimento do país, como o fim do regime escravagista, a implementação do 13° e do salário mínimo. 

 

"Então, todo o avanço da classe trabalhadora no Brasil se dá com muita luta, se dá com o povo das ruas, e é isso que eu espero", ressalta. Por isso, em sua visão, a defesa pelo fim da escala deve ser contundente, visando uma mudança atual, sem uma transição longa.

 

"Esse projeto do Presidente Lula e que nós abraçamos é a jornada de 40 horas semanais, o que vai dar uma escala 5x2, que muitas categorias já utilizam no Brasil. Então não precisa ter prazo para implantar. Chegaram a inventar 10 anos em uma transição, eu sou contra", finaliza.

 

Confira a entrevista completa: 

 

“É a melhor que poderia ser construída”, afirma Bacelar sobre a manutenção da chapa 'puro-sangue' com Rui Costa
Foto: Rebeca Menezes / Bahia Notícias

O deputado federal da Bahia, Bacelar (PV), avaliou a escolha do grupo governista em manter uma chapa “puro-sangue” para a disputa estadual deste ano. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (25), o parlamentar alega que esta formação é “a melhor chapa que poderia ser construída”. 

 

A chapa “puro-sangue” ou “chapa dos governadores” é formada por Jerônimo Rodrigues, candidato à reeleição, e Jaques Wagner e Rui Costa na disputa pelas vagas no Senado, todos pelo Partido dos Trabalhadores. Para Bacelar, “a nossa chapa é uma chapa, praticamente, eu diria – porque nada humano pode ser dito que é 100% perfeito –, mas é a melhor chapa que poderia ser construída na Bahia no momento”. 

 

Ele explica que a escolha reflete o histórico do grupo governista na Bahia. “Nós temos quem iniciou tudo isso, que foi o senador Wagner. Tudo isso que nós estamos vivendo no estado de desenvolvimento, de obras, de volume de investimentos, de uma vida mais tranquila, de uma política de paz, de uma política civilizada foi iniciada pelo governador Wagner”, explica. 

 

“Depois vem o Rui Costa, o Rui Correria, com um volume de obras presente em todo o estado, o governador que era considerado um prefeito de Salvador, prefeito e governador pelo volume de obras que nós temos em Salvador, e por um estilo que o ministro Rui Costa implantou na política, de conversa direta com os prefeitos”, diz Bacelar. 

 

O parlamentar afirma que “os prefeitos têm verdadeira admiração pelo ex-ministro Rui Costa e isso tudo, a soma de Wagner com Rui Costa, refletindo nessa administração [de Jerônimo Rodrigues] que é a administração que faz a Bahia mais avançar”. 

 

Segundo ele, é justamente pela força nas bases municipais que a chapa teria aberto uma vantagem frente à oposição. “Nós temos uma chapa fortíssima, nós temos o apoio de quase 390 prefeitos, são 380 prefeitos, 11 prefeitos ainda indefinidos. Sobra para o nosso adversário cerca de 15, 16 prefeitos que a gente espera que até o início da campanha venham nos apoiar, porque essa é a melhor proposta para a Bahia e para os baianos”, ressalta. 

 

A força no Legislativo também foi destacada por Bacelar. “Temos o maior número de senadores, o maior número de deputados, as nossas bancadas, tanto a estadual quanto a federal, em relação à eleição de 2022, aumentaram o número de deputados estaduais e federais”, destaca.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O bicho tá solto na política baiana. E tem até tigre pronto pra virar papagaio. Por via das dúvidas, Cunha vestiu logo suas asas. Mas quem tá de ovo virado é o Potro. Ainda mais depois que tentaram passar por cima do rebento do Cavalo. Enquanto isso, tem gente apelando pros santos pra ver se as coisas na campanha vão pra frente. Saiba mais!

Pérolas do Dia

ACM Neto

ACM Neto
Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

"Para eles, pesquisa certa só é a que traz boas notícias".

 

Disse o pré-candidato ao governo ACM Neto ao avaliar o cenário político da Bahia e defendeu cautela na interpretação de pesquisas de opinião. A declaração aconteceu no lançamento do programa “Sua voz é a nossa voz”, em que o ex-prefeito pretende dialogar com municípios baianos.

Podcast

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (25). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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