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Pesquisa: sindimed
O médico cardiologista Júlio Braga será o novo presidente do Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindimed-BA) para o quadriênio 2026-2030. O resultado, divulgado nesta quarta-feira (1), apontou a Chapa 2, Médico em Foco, como vencedora com mais de 1.080 votos, diferença de 360 em relação à Chapa 1. Marcelo Galvão ocupará o cargo de vice-presidente.
A eleição contou com participação de médicos de diferentes regiões da Bahia e foi marcada por polêmicas nos meses anteriores, incluindo a suspensão de candidaturas pela Justiça.
"A democracia venceu e a medicina baiana escolheu seu caminho com participação e responsabilidade", afirmou Braga após a confirmação do resultado.
Um grupo de médicos protestou contra a nova medida da Justiça do Trabalho sobre o processo eleitoral do Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed-BA), nesta segunda-feira (27). Por meio de nota, os profissionais se posicionaram contra o despacho, que determinou a anulação da disputa eleitoral, o afastamento imediato da atual diretoria e o reconhecimento da inelegibilidade de seus integrantes.
Na ocasião, o tribunal declarou inválida a formação da comissão eleitoral, anulou os atos praticados a partir dela e determinou a reconstrução da lista de votantes, considerada irregular para fins de eleição sindical. Em nota enviada ao BN, o grupo declarou que a “interferência da Justiça do Trabalho no processo democrático interno da nossa entidade fere esse princípio e desrespeita a vontade dos médicos baianos.”
“Trata-se de decisão judicial liminar, portanto precária, que pode ser revista tanto em primeira instância, quanto pelo Tribunal Regional do Trabalho”, diz trecho do comunicado.
Os profissionais afirmaram também que os membros da atual diretoria tem se esforçado na gestão do sindicato, e que não haveria motivos para serem retirados sem justificativa plausível.
“A atual diretoria tem demonstrado compromisso e responsabilidade na gestão do sindicato. Impedi-la de continuar seu trabalho, sem que os próprios médicos tenham tido a palavra final, é um absurdo que não podemos aceitar em silêncio”,
Os integrantes pediram ainda respeito à autonomia sindical garantida pela Constituição, direito de votar sem interferência externa.
ENTENDA A POLÊMICA
A Justiça do Trabalho proferiu neste domingo (26) uma nova decisão sobre o processo eleitoral do Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed-BA), após uma série de denúncias e sucessivas decisões judiciais. O despacho determina a anulação do processo eleitoral, o afastamento imediato da atual diretoria e o reconhecimento da inelegibilidade de seus integrantes.
O tribunal declarou inválida a formação da comissão eleitoral, anulou os atos praticados a partir dela e determinou a reconstrução da lista de votantes, considerada irregular para fins de eleição sindical.
Segundo as denúncias, a relação usada no pleito incluía cerca de 630 nomes, excluía mais de mil médicos e apresentava registros vinculados a pessoas que não são médicas e a médicos já falecidos.
A decisão também validou a rejeição das contas da diretoria em assembleia realizada em 2 de março. Entre os pontos questionados estão aproximadamente R$ 919 mil destinados ao pagamento de salários a dirigentes, valor que não inclui jetons, ajudas de custo e diárias.
Há ainda denúncias de empréstimos feitos com recursos do sindicato a integrantes da gestão, sem aprovação em assembleia. Com a decisão, o Conselho Fiscal deverá convocar, em até cinco dias, uma assembleia para eleger uma comissão provisória, que ficará responsável por administrar temporariamente o Sindimed-BA e conduzir novas eleições.
O médico Tiago Almeida, representante do Movimento Reconstruir o Sindimed e autor das ações e denúncias, afirmou que a decisão confirma a necessidade de reorganização da entidade.
“O processo eleitoral estava comprometido e a atual diretoria não reúne condições políticas e jurídicas de seguir conduzindo o sindicato. Agora, é preciso garantir uma nova etapa com transparência, legalidade e participação da categoria”, finalizou
A Justiça do Trabalho proferiu neste domingo (26) uma nova decisão sobre o processo eleitoral do Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed-BA), após uma série de denúncias e sucessivas decisões judiciais.
O despacho determina a anulação do processo eleitoral, o afastamento imediato da atual diretoria e o reconhecimento da inelegibilidade de seus integrantes. O tribunal declarou inválida a formação da comissão eleitoral, anulou os atos praticados a partir dela e determinou a reconstrução da lista de votantes, considerada irregular para fins de eleição sindical.
Segundo as denúncias, a relação usada no pleito incluía cerca de 630 nomes, excluía mais de mil médicos e apresentava registros vinculados a pessoas que não são médicas e a médicos já falecidos.
A decisão também validou a rejeição das contas da diretoria em assembleia realizada em 2 de março. Entre os pontos questionados estão aproximadamente R$ 919 mil destinados ao pagamento de salários a dirigentes, valor que não inclui jetons, ajudas de custo e diárias.
Há ainda denúncias de empréstimos feitos com recursos do sindicato a integrantes da gestão, sem aprovação em assembleia. Com a decisão, o Conselho Fiscal deverá convocar, em até cinco dias, uma assembleia para eleger uma comissão provisória, que ficará responsável por administrar temporariamente o Sindimed-BA e conduzir novas eleições.
O médico Tiago Almeida, representante do Movimento Reconstruir o Sindimed e autor das ações e denúncias, afirmou que a decisão confirma a necessidade de reorganização da entidade. “O processo eleitoral estava comprometido e a atual diretoria não reúne condições políticas e jurídicas de seguir conduzindo o sindicato. Agora, é preciso garantir uma nova etapa com transparência, legalidade e participação da categoria”, finalizou.
O Sindicato dos Médicos no Estado da Bahia (Sindimed) se pronunciou sobre a suspensão do processo eleitoral para o mandato 2026-2030 da entidade. A manifestação enviada à imprensa nesta terça-feira (14), chega após a 17ª Vara do Trabalho de Salvador suspender de forma imediata as eleições do Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed) por denúncia de irregularidades no processo eleitoral.
Na nota, a diretoria do sindicato pregou acerca da lisura do processo e explicou que todas as etapas seguem o estatuto da entidade.
“A escolha da Comissão Eleitoral é prerrogativa da gestão, cujo mandato encerrará em 30 de abril de 2026. Em gestões passadas, os membros eram escolhidos dentre profissionais não médicos, fato corrigido pela atual gestão, que modificou a composição para contemplar apenas médicos”, diz um trecho da nota.
O sindicato explicou ainda acerca da formação dos integrantes da comissão.
“A comissão foi gerada através da escolha de seis nomes dentre os que se inscreveram, pontuando pelos critérios, e então foram sorteados três”, informa o comunicado.
O Sindimed classificou as denúncias como tentativas de interferência no processo eleitoral.
“Há 30 dias, as eleições vêm sendo alvo de diversas ações judiciais e narrativas falaciosas, no sentido de desestabilizar e suspender o pleito”, argumenta.
RELEMBRE O CASO
A decisão proferida na última terça-feira (7) interrompeu quaisquer atos de votação, apuração, proclamação de resultado e posse. As eleições eram previstas para os dias 14 e 15 de abril.O representante da chapa de oposição, o médico Tiago Almeida, apontou que "a decisão aponta que o processo eleitoral é marcado por reiteradas manobras da atual gestão na tentativa de manipular a democracia interna, a transparência e, principalmente, a vontade dos médicos”.
Entre as acusações, estão a inclusão de pessoas que não são médicas na lista de votação, inclusive advogados ligados ao sindicato, o uso de registros de médicos falecidos e a exclusão de centenas de profissionais aptos a votar, sem critério transparente. A comissão eleitoral também é questionada por atuar, segundo a oposição, como extensão da atual diretoria, sem autonomia e sem isenção.
A chapa afirma ainda que o regimento eleitoral foi montado de forma antidemocrática, restringindo a livre manifestação dos médicos, e que houve tentativa de impugnar a oposição mesmo após inscrição regular. Para a chapa, o conjunto desses fatos revela uma tentativa de controlar o processo eleitoral e impedir que a categoria se manifeste livremente.
A 17ª Vara do Trabalho de Salvador determinou a suspensão imediata das eleições do Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed) após denúncia de irregularidades no processo eleitoral. A decisão foi proferida nesta terça-feira (7) e interrompe quaisquer atos de votação, apuração, proclamação de resultado e posse. As eleições eram previstas para os dias 14 e 15 de abril.
O representante da chapa de oposição, o médico Tiago Almeida, "a decisão aponta que o processo eleitoral é marcado por reiteradas manobras da atual gestão na tentativa de manipular a democracia interna, a transparência e, principalmente, a vontade dos médicos”.
Entre as acusações, estão a inclusão de pessoas que não são médicas na lista de votação, inclusive advogados ligados ao sindicato, o uso de registros de médicos falecidos e a exclusão de centenas de profissionais aptos a votar, sem critério transparente. A comissão eleitoral também é questionada por atuar, segundo a oposição, como extensão da atual diretoria, sem autonomia e sem isenção.
A chapa afirma ainda que o regimento eleitoral foi montado de forma antidemocrática, restringindo a livre manifestação dos médicos, e que houve tentativa de impugnar a oposição mesmo após inscrição regular. Para a chapa, o conjunto desses fatos revela uma tentativa de controlar o processo eleitoral e impedir que a categoria se manifeste livremente.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.