Artigos
Cartografia da Erosão Eleitoral
Multimídia
“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Pesquisa: eua
Jessica Joy Mast, de quatro anos, morreu em dezembro de 2020, no Missouri, nos Estados Unidos, após ser espancada e mergulhada repetidamente em um lago gelado por vizinhos que alegavam que sua família estava possuída por demônios. Nesta segunda-feira (5), Kourtney Taylor Aumen, de 27 anos, se declarou culpada de homicídio em segundo grau e agressão em primeiro grau pela morte da menina, em uma audiência judicial.
PAIS FORAM AMEAÇADOS PARA ASSISTIR AS AGRESSÕES
Segundo os promotores, Aumen e Ethan Mast, de 41 anos, convenceram os pais da criança de que Mary Mast estava possuída por um demônio e de que os filhos também poderiam ser dominados por espíritos malignos. A dupla teria espancado Jessica e seu irmão, de dois anos, antes de mergulhar a menina repetidamente em um lago com água a aproximadamente 4°C. Os pais, James e Mary Mast, teriam sido ameaçados de agressão e morte a tiros caso tentassem intervir.
De acordo a imprensa americana, Jessica foi encontrada morta por um agente do xerife do condado de Benton, chamado à residência após uma denúncia de possível violência doméstica. A menina estava enrolada em um cobertor rosa, com ferimentos abertos e hematomas compatíveis com golpes de cinto. Seu cabelo ainda estava molhado. O xerife Eric Knox descreveu o episódio como um caso de motivação religiosa.
OUTROS RESPONSÁVEIS
Ethan Mast também se declarou culpado de homicídio em segundo grau. James Mast, pai da menina, admitiu homicídio em segundo grau e agressão em primeiro grau em novembro de 2024, mas tentou retirar a confissão. O pedido foi rejeitado por um juiz em abril, e novas medidas foram apresentadas para contestar a declaração. Mary Mast se declarou culpada de colocar em risco o bem-estar de uma criança em 2023.
Aumen tem sentença prevista para 21 de dezembro e pode receber uma longa pena de prisão. Os processos contra os pais também integram as medidas judiciais relacionadas à morte da menina.
Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, ameaçou acabar com o Tribunal Penal Internacional (TPI) caso a instituição não ceda às exigências dos EUA. A declaração foi feita nesta sexta-feira (9).
O governo de Donald Trump impôs sanções ao tribunal horas depois de Navi Pillay, uma de suas ex-juízas, ganhar o Prêmio Nobel da Paz. Em resposta, a vice-promotora do TPI, Nazhat Shameem Khan, condenou as sanções e afirmou que elas não interromperiam o trabalho do tribunal.
"O presidente Trump jamais permitirá que o Tribunal Penal Internacional processe americanos", afirmou Marco Rubio em um vídeo publicado na rede social X (antigo Twitter).
"É por isso que, hoje, os Estados Unidos estão impondo sanções ao Tribunal Penal Internacional. Proibiremos transações com esse tribunal desonesto, cortando seus recursos e paralisando sua capacidade de operar", completou.
Entre as críticas dos EUA direcionadas ao TPI estão os mandados de prisão emitidos contra autoridades israelenses, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, e a uma investigação anterior sobre ações de soldados dos EUA no Afeganistão, apuração que a Corte acabou encerrando.
O QUE É O TPI
O TPI é uma corte internacional permanente criada em 2002 para julgar indivíduos acusados dos crimes mais graves contra a humanidade. O tribunal conta com 125 países-membros, incluindo todos os países da União Europeia e quase todos os integrantes da Otan, a aliança militar ocidental, com exceção dos Estados Unidos e da Turquia.
Ele já recebeu forte apoio público de países-membros, incluindo importantes aliados dos EUA, e está sediado na Holanda, país que integra a União Europeia e a Otan.
O influenciador digital e compositor Cristian Bell garantiu que Belle Daltro está segura nos Estados Unidos após a blogueira ser alvo de ameaças por seu posicionamento político nas redes sociais.
Em vídeo publicado no Instagram, Bell citou o perfil de Mr. Souza, que fez vídeos contra Belle e chegou a afirmar ter denunciado a baiana ao Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês), por seus vídeos a favor de Lula.
?? "Zero de chance de ser deportada", diz Cristian Bell após Belle Daltro receber ameaças nos EUA por apoio a Lula ???? Tiktok @/dailyyfamosos Confira ?? https://t.co/o5YYPfTB5n
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) October 9, 2026
Segundo Cristian, uma pessoa teria ido até o hotel onde Belle está hospedada. O influenciador afirmou que conseguiu identificar a empresa onde o rapaz trabalha e cobrou um posicionamento da companhia, além de ter tomado providências para levar o caso às autoridades norte-americanas.
"Todo mundo pode dar opinião política, a gente vive numa democracia. Só que o cara está ameaçando, foi no hotel da minha irmã, procura ela. Isabelle tem 0% de chance de ser deportada por expressar a opinião dela", disse.
De acordo com o blogueiro, a família ainda pretende processar os envolvidos nos Estados Unidos. "A gente vai processar eles lá. Ninguém pode ser perseguido lá, coagido, que é o que eles estão fazendo, em hipótese alguma."
MOVIMENTAÇÃO DE BELLE DALTRO
Os vídeos feitos por Belle Daltro a favor do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começaram a viralizar logo após o resultado do primeiro turno, que levou o petista para uma disputa direta contra Flávio Bolsonaro (PL).
Dona de um perfil com mais de 5 milhões de seguidores, a blogueira, que não esteve presente no primeiro turno das Eleições 2026 devido a uma viagem de férias para os Estados Unidos, fez uma sequência de vídeos declarando apoio a Lula.
A influenciadora foi abraçada pelo público e passou a ser mais ativa politicamente no perfil, fazendo novos vídeos e "furando a bolha."
“Vou começar falando logo com você, adolescente, que na última eleição tinha 12, 13 anos e não votava. Agora você está achando que milionário é para você?”
O influenciador Christian Bell denunciou, nesta quinta-feira (8), que sua irmã, a também influenciadora Belle Daltro, foi perseguida nos Estados Unidos.
Segundo ele, a perseguição ocorreu depois de Belle Daltro declarar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Christian Bell afirmou que o autor da perseguição gravou um vídeo “ameaçando” a irmã dele e que agiu assim porque ela está sozinha nos Estados Unidos. Ele também disse que o homem foi ao hotel onde a influenciadora está hospedada, à procura dela.
Apesar disso, o influenciador garantiu que Belle está bem e que não há risco de ela ser deportada por conta de sua opinião.
O artista multimídia baiano Caio van Caarven expandiu sua atuação no setor de tecnologia e lançou a “Desperata”, empresa de inteligência artificial com sede na Europa. Fundada em parceria com a economista experimental Jasmin Baier, a plataforma trabalha com dados e estratégias de inteligência preditiva voltadas para democracias.
Radicado em Viena, na Áustria, Caio possui uma trajetória profissional que passa por tecnologia, comunicação, publicidade, consultoria, mídia e literatura. Entre seus projetos está a “Cozinha Desesperada”, que ganhou projeção durante a pandemia ao unir receitas e bom humor.
O artista também soma mais de 20 mil livros vendidos e uma comunidade de mais de 300 mil seguidores nas redes sociais. Entre suas obras está o best-seller “Alemão Desesperado”, publicado pela Verzweifelt Publishing, editora fundada por Caio na Áustria.
Após o lançamento da Desperata, Caio segue para San Francisco, nos Estados Unidos, onde participa do TechCrunch Disrupt 2026, entre os dias 13 e 15 de outubro. O evento reúne fundadores, startups, investidores e empresas do setor de tecnologia.
Jasmin Baier, sócia de Caio na Desperata, também estará em San Francisco, onde apresenta sua experiência como pesquisadora nas áreas de previsão causal, simulação de personas sintéticas e economia comportamental.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.