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O governo do presidente norte-americano Donald Trump concedeu o visto de residência permanente (green card) ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. O documento assegura ao cidadão estrangeiro o direito de viver, trabalhar e estudar nos Estados Unidos por tempo indeterminado, sem a necessidade de autorizações adicionais.
Com a concessão do benefício, Eduardo passará a residir no país com direitos semelhantes aos de um cidadão norte-americano, exceto pela prerrogativa de votar em eleições locais. As informações são da Folha de S. Paulo. Para o influenciador Paulo Figueiredo, amigo e aliado do ex-parlamentar, a solicitação havia sido protocolada há mais de um ano, tendo a aprovação final ocorrido neste mês de julho de 2026.
Figueiredo afirmou que, para obter a residência permanente, Eduardo teve de comprovar o preenchimento de uma série de requisitos legais. "Eduardo agora está protegido pela Constituição americana", diz.
Foto: Reprodução / Folha de S. Paulo
CONDENADO PELO STF
A concessão do documento ocorre pouco após Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ter sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no mês passado, a uma pena de 4 anos e 2 meses de reclusão em regime fechado, pelo crime de coação no curso do processo.
Segundo a decisão do STF, ficou comprovado que o ex-parlamentar atuou diretamente para interferir no julgamento da ação penal que resultou na condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.
A denúncia aponta que Eduardo tentou constranger os magistrados da Suprema Corte por meio de declarações públicas e postagens em redes sociais. Nessas ocasiões, ele declarou ter realizado articulações junto ao governo dos Estados Unidos para que fossem impostas sanções a autoridades brasileiras.
A extradição de Eduardo Bolsonaro para o cumprimento de sua pena no Brasil já era avaliada por analistas como uma possibilidade remota, em razão dos reiterados acenos de apoio público feitos pela administração norte-americana ao ex-deputado. Com a obtenção do green card, esse cenário torna-se ainda mais improvável.
Em manifestações recentes, Eduardo Bolsonaro tem afirmado ser vítima de perseguição política promovida por um sistema classificado por ele como "covarde e desumano", justificando que sua saída do Brasil ocorreu para evitar submeter-se ao que define como um "regime de exceção".
O pentacampeão mundial brasileiro, Ronaldo Nazário, chamou a atenção neste domingo (19), durante o confronto entre Espanha e Argentina no Estádio Nova York/Nova Jersey em busca do título da Copa do Mundo. No camarote oficial da Federação Internacional de Futebol (FIFA), o craque levou a taça para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que a tocou logo no início da partida.
????VEJA: Ronaldo Fenômeno levou a taça da Copa do Mundo ao camarote presidencial antes da final entre Argentina e Espanha e a mostrou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump pic.twitter.com/FcBnXhkHBL
— Pesquisas Eleições (@EleicaoBr2026) July 19, 2026
JUST IN: President Trump gives the FIFA World Cup trophy a pat as he arrives for the World Cup Final between Spain and Argentina in New Jersey.
— Overton (@overton_news) July 19, 2026
Trump was joined by First Lady Melania Trump, Secretary of State Marco Rubio, and FIFA President Gianni Infantino.
FOX: “As you see… pic.twitter.com/COwwCOtfhC
Na ocasião, Trump estava ao lado do presidente da FIFA, Gianni Infantino. O presidente americano participou ainda da cerimônia de entrega da taça e das medalhas à equipe vencedora do torneio após a partida.
Trump just refusing to leave when they’re lifting the trophy.
— Out of Context Football Manager (@nocontextfm1) July 19, 2026
Infantino desperately trying to get him to move.
Circus. pic.twitter.com/JABUGKUWXm
Segundo as regras da FIFA, apenas campeões mundiais e estadistas e o presidente da Fifa podem tocar o troféu sem utilizar luvas.
No palco da seleção espanhola, Trump ainda tentou participar do levantamento do troféu e se recusou a deixar o palco no momento em que a taça era erguida. A cena, conforme lembraram internautas, é parecida com a da Copa do Mundo de Clubes, em 2025, onde Trump também viralizou por querer participar da vitória do Chelsea.
O presidente dos Estados Unidos, principal país-sede da Copa do Mundo de 2026, Donald Trump, confirmou presença na final do torneio, marcada para o domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (16) pela Casa Branca.
O mandatário passará primeiro pela cidade de Nova York na sexta-feira (17) para participar de uma recepção da Federação Internacional de Futebol (Fifa) na Trump Tower, antes da partida.
"Na sexta-feira, o presidente viajará para Nova York para participar de uma recepção da Fifa na Trump Tower, seguida de sua presença, no domingo, na final da Copa do Mundo da Fifa entre Espanha e Argentina", disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt. "Sua presença coroará aquela que foi a Copa do Mundo mais assistida, mais segura e mais bem-sucedida da história americana", finalizou.
Esta edição do Mundial é a primeira a ocorrer em mais de um país, sendo sediada em conjunto com o México e o Canadá. Até o momento, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, não confirmou presença na final do Mundial.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, também não confirmou presença, mas já declarou anteriormente que não comparecerá a nenhuma partida do torneio. Em solidariedade à população mexicana, ela abriu mão de seus ingressos.
Manifestantes iranianos queimaram um boneco gigante de blocos de montar (estilo Lego) com a fisionomia do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o funeral público do ex-líder supremo do país, Ali Khamenei. O ato ocorreu na quinta-feira (9) em Mashhad, cidade sagrada onde o corpo foi sepultado, encerrando quase uma semana de cerimônias fúnebres.
Confira o vídeo:
Toda a ação foi divulgada pela emissora estatal iraniana PressTV. Imagens mostram a figura erguida por um guindaste enquanto a multidão ateava fogo em sua base. O fogo se alastrou rapidamente pela estrutura, que acabou desmoronando.
Ali Khamenei morreu no dia 28 de fevereiro de 2026, vítima de bombardeios conjuntos realizados por forças dos Estados Unidos e de Israel no início do conflito na região. Para a realização das homenagens e do funeral público, o governo iraniano preservou o corpo do líder supremo e os de familiares que faleceram no mesmo ataque por cerca de quatro meses antes do sepultamento.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender, nesta segunda-feira (18), o controle brasileiro sobre as terras-raras do país, mas afirmou que o Brasil está aberto a investimentos estrangeiros no setor. A declaração foi dada durante evento em Campinas, no interior de São Paulo, duas semanas após encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“A gente faz com que o Trump pare de brigar com o Xi Jinping e venha se associar a nós, para que a gente possa explorar aqui. Nós não temos veto a ninguém, nós não temos preferência por ninguém. Aqui pode vir chinês, pode vir alemão, pode vir francês, pode vir japonês, pode vir americano, pode vir quem quiser. Desde que tenham consciência de que o Brasil não abre mão da sua soberania”, afirmou Lula.
A fala marca uma diferença em relação a declarações anteriores do presidente sobre o tema. Em março, durante reunião da Cúpula de Chefes de Estado e de Governo Celac-África, realizada na Colômbia, Lula defendeu as reservas brasileiras de terras-raras diante do interesse de países ricos.
Na ocasião, o presidente afirmou que países como o Brasil já foram colonizados, conquistaram soberania e não poderiam voltar a ocupar apenas o papel de exportadores de matérias-primas.
As chamadas terras-raras são um grupo de 17 elementos químicos usados na fabricação de baterias, turbinas eólicas, semicondutores, equipamentos eletrônicos e tecnologias militares. Apesar do nome, esses minerais não são necessariamente escassos, mas a extração e o processamento são considerados complexos, caros e ambientalmente sensíveis.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Carlos Viana
"Agora, imagina se fosse alguém da direita. Uma cantora fazendo lá o 22 no palco. Seriam pelo menos 24 horas para se explicar, depois multa, prisão, condenação e Deus sabe o que mais de perseguição".
Disse o senador e candidato à reeleição por Minas Gerais, Carlos Viana (PSD) ao afirmar que vai denunciar a cantora baiana Ivete Sangalo por suposta promoção de “showmício” ao declarar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio de um gesto com as mãos. O parlamentar confirmou a denúncia em vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (29).