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Artigos

Bruna Santana
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Este texto nasce de uma inquietação — e também de um dever moral e cívico de falar sobre um tema urgente: a violência política de gênero, antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral de 2026.

Multimídia

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
O parlamentar Duda Sanches apontou o desgaste decorrente das duas décadas de administração do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado e lamentou a queda nos indicadores de qualidade de vida da população. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), ele direcionou críticas à gestão do governo estadual nas áreas de segurança pública e saúde.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

Pesquisa: basquete

A Nova Onda do Basquete na Bahia: Como a Febre da NBA Está Transformando as Quadras Locais
Foto: Divulgação

Nos últimos anos, algo começou a mudar - primeiro de forma discreta, depois com mais força - na maneira como o basquete é vivido na Bahia. Não é apenas uma questão de mais gente jogando. É o ritmo, o estilo, a forma de consumir o esporte. A influência da NBA está ali, visível, mas também meio difusa… espalhada em pequenos detalhes.

 

Logo de início, dá para perceber que o envolvimento com o basquete hoje vai além da quadra. Estatísticas, desempenho de jogadores, leitura de jogos - tudo entra no pacote. E, em muitos casos, esse interesse se conecta com outras formas de acompanhar o esporte, como o universo das apostas online

 

Dito isso, o ponto mais interessante não está no digital. Está no que acontece fora da tela. Nas quadras. No cotidiano.

 

O Efeito NBA no Brasil: Muito Além da TV

 

Consumo digital e acesso facilitado

Até pouco tempo atrás, acompanhar a NBA no Brasil exigia algum esforço. Jogos em horários difíceis, transmissões limitadas… não era exatamente simples. Hoje, a dinâmica mudou completamente.

 

Plataformas como YouTube, Instagram e até TikTok mudaram completamente a forma como o conteúdo chega ao público. Nem sempre se assiste a uma partida inteira - mas os melhores momentos, sim. E isso já cria uma ligação.

 

Em poucos minutos, alguém vê uma sequência de arremessos de Stephen Curry ou uma atuação dominante de LeBron James. E, sem perceber muito bem quando isso aconteceu, começa a tentar reproduzir aquele estilo na quadra mais próxima.

 

Referência de estilo e jogo

Esse detalhe faz diferença. Porque não se trata apenas de assistir - trata-se de absorver, adaptar, testar.

 

Na prática, isso aparece no jogo. O ritmo fica mais acelerado. Os arremessos de três pontos se tornam mais frequentes. Há uma tentativa clara de jogar com mais organização, mesmo em partidas informais.

 

Ao mesmo tempo, existe um ajuste natural. Nem tudo que funciona na NBA funciona numa quadra de bairro. Ainda assim, a referência está ali. E influencia.

 

Bahia e o Basquete: Um Cenário em Evolução

 

Crescimento das quadras urbanas

Em cidades como Salvador, o basquete ganhou presença. Não necessariamente porque surgiram muitas quadras novas - embora algumas tenham sido reformadas -, mas porque as que já existiam passaram a ser mais utilizadas.

 

Um bom indicador desse movimento é o trabalho da Federação Bahiana de Basketball (FBB), que coordena competições locais e ações de desenvolvimento da modalidade no estado.

 

E isso muda bastante coisa. Uma quadra vazia não cria cultura. Uma quadra com movimento constante, sim.

 

Ao longo da semana, é cada vez mais comum ver grupos jogando no fim da tarde ou à noite. Jogos rápidos, troca de equipes, um certo clima competitivo… leve, mas presente. Aos poucos, vira rotina.

 

Esse interesse também aparece nas iniciativas de base, como mostra a matéria do Bahia Notícias “Bahia abre peneira de basquete e vôlei para jovens; saiba como participar”, que reforça como o esporte começa a ganhar espaço entre atletas mais novos.

 

Eventos e torneios locais

Paralelamente, começaram a surgir mais iniciativas locais. Pequenos torneios, ligas amadoras, encontros organizados por redes sociais… nada extremamente formal, mas suficiente para dar continuidade.

 

E aqui aparece um ponto curioso: muitos desses eventos já incorporam referências da NBA. Formato de jogos, nomes de equipes, até o estilo de divulgação.

 

Não é uma cópia direta. É uma adaptação. E, na prática, funciona.

 

Mudança no Perfil dos Jogadores Amadores

 

Mais técnica e estratégia

Se antes o jogo era mais improvisado, e, em alguns casos, até um pouco desorganizado, hoje existe uma preocupação maior com o coletivo.

 

Movimentação sem bola, posicionamento, escolha de arremessos… esses conceitos aparecem com mais frequência. Nem sempre de forma perfeita, claro. Mas aparecem.

 

Na prática, pelo que temos visto, o jogador amador hoje pensa mais o jogo. Não joga apenas por instinto.

 

Cultura esportiva mais estruturada

Outro ponto interessante está na organização. Times informais passaram a ter identidade. Camisetas combinando, nomes definidos, até uma certa rotina de jogos.

 

Não chega a ser profissionalização. Mas está mais próximo disso do que há alguns anos.

 

E esse detalhe cria algo importante: senso de pertencimento.

 

Impacto Econômico e Comercial

 

Expansão do mercado esportivo

Com o aumento do interesse, surgem oportunidades. Lojas esportivas passam a vender mais produtos ligados ao basquete. Bolas, tênis, acessórios - tudo ganha espaço.

 

Academias e espaços de treino também começam a adaptar suas ofertas. Treinos com foco em explosão, resistência, agilidade… conceitos que dialogam com o basquete moderno.

 

Não é um crescimento abrupto. Mas é consistente.

 

Interesse crescente em apostas esportivas

Ao mesmo tempo, há um movimento paralelo. Quem acompanha a NBA tende a consumir mais dados. Estatísticas, desempenho recente, confrontos diretos.

 

Isso leva parte do público a analisar o esporte de forma mais detalhada. E, em alguns casos, esse interesse se estende ao universo das apostas esportivas - não como foco principal, mas como uma extensão da análise.

 

Comparação: Basquete Local Antes e Depois da Influência da NBA

 

O contraste não é absoluto. Mas ajuda a visualizar a direção dessa mudança.

 

O Papel das Plataformas Digitais

 

Hoje, dificilmente o crescimento do basquete pode ser separado do ambiente digital. E não se trata apenas de assistir jogos.

 

Vídeos curtos, análises rápidas, conteúdos que circulam rápido… tudo isso alimenta o interesse.

 

Em muitos casos, jogadores amadores acabam aprendendo mais vendo clipes de 30 segundos do que assistindo a uma partida inteira. Pode parecer estranho - mas, na prática, faz sentido hoje.

 

Além disso, o digital conecta pessoas. Jogos são organizados, grupos se formam, torneios ganham visibilidade.

 

E, no fundo, isso sustenta o crescimento.

 

O Futuro do Basquete na Bahia

 

Tendências de crescimento

Se o ritmo atual continuar, o cenário tende a evoluir de forma natural. Mais organização, mais frequência de jogos, talvez maior visibilidade fora do estado.

 

Nada explosivo. Mas constante.

 

No fim das contas, depende de continuidade.

 

Influência contínua da NBA

A NBA deve continuar sendo referência. Novos jogadores surgem, estilos mudam, o jogo evolui.

 

E tudo isso chega, mais cedo ou mais tarde, às quadras locais.

 

O interessante é observar como essa influência é filtrada. Nem tudo é absorvido. Mas o suficiente para manter o ciclo ativo.

 

Conclusão

 

O que está acontecendo na Bahia não é isolado. É parte de um movimento maior, em que o esporte global influencia práticas locais de forma direta.

 

Mas há algo específico aqui. Uma adaptação própria, com ritmo diferente.

 

O basquete não está apenas crescendo. Está mudando.

 

E olhando de perto - nas quadras, nos jogos informais, nas interações entre jogadores - essa mudança já deixou de ser só uma tendência. Hoje, faz parte da realidade.

Edu Mariano aponta falta de competições regionais como entrave ao basquete baiano: “Fica difícil para as atletas”
Foto: Igor Barreto/Bahia Notícias

O técnico e idealizador do Salvador Basketball, Edu Mariano, afirmou que a ausência de competições regionais é um dos principais fatores que dificultam o desenvolvimento do basquete na Bahia. Em entrevista ao podcast BN na Bola, nesta terça-feira (5), ele destacou que a falta de calendário competitivo compromete a preparação das atletas para torneios nacionais.

 

Segundo Mariano, o cenário local ainda sofre com limitações estruturais e escassez de ginásios adequados. 

 

“Hoje a gente está sem estrutura. Num projeto social, muitas vezes a gente treina em quadra externa, sem material adequado. E quando a gente fala de competições, esbarra nisso também, porque não tem ginásio, não tem espaço. A gente fala de basquete hoje, amanhã, mas sem estrutura fica difícil sustentar”, afirmou.

 

O treinador também comparou a realidade baiana com estados como São Paulo, onde há maior volume de competições ao longo do ano. 

 

“O feminino aqui tem quatro equipes. A gente tenta fazer um campeonato de três meses. Se comparar com São Paulo, que tem Copa São Paulo, Paulista, Torneio Início, as meninas jogam o ano inteiro. Chegam na liga mais preparadas e conseguem até viver do basquete. Aqui, com poucos jogos, isso fica inviável”, explicou.

 

Para ele, a criação de torneios regionais, como uma possível Copa Nordeste de basquete feminino, seria fundamental para fortalecer a modalidade. 

 

“A gente precisa começar a criar essas competições. O bom da Bahia é o baiano, só que muitas vezes a gente esquece de ter as competições do baiano. Sem isso, fica difícil até para mostrar o potencial das atletas e atrair investidores”.


 

Mariano ainda alertou que a falta de oportunidades locais tem levado atletas a deixarem o estado em busca de desenvolvimento em outras regiões. 

 

“A gente tem jogadoras excelentes aqui na Bahia, mas quando você pergunta onde jogaram, qual campeonato disputaram, fica difícil responder. Muitas acabam saindo para São Paulo, Recife, Rio Grande do Norte, porque precisam desse volume de jogos. Se a gente não criar esse ambiente aqui, a gente continua perdendo talentos”, disse

 

Questionado sobre o retorno da Federação Baiana de Basquete referente aos possíveis campeonatos, Edu explicou que o quantitativo de equipes ainda é um entrave para a organização de torneios. 

 

“Hoje a gente tem poucas equipes. No feminino, por exemplo, são quatro times, e a gente tenta montar um campeonato curto. Isso dificulta ter um calendário mais robusto. Quando a gente compara com outros estados, que têm várias competições e muitos times, entende porque lá o esporte gira mais”, concluiu.

 



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Ex-técnico da Seleção Brasileira de Basquete, Moncho Monsalve morre aos 81 anos
Foto: Divulgação / CBB

Morreu nesta terça-feira (28), aos 81 anos, Moncho Monsalve, ex-técnico da Seleção Brasileira masculina de basquete.

 

Monsalve comandou o Brasil entre 2008 e 2010. No período, conquistou a Copa América de 2009 e levou a equipe ao Mundial de 2010. A seleção contava com jogadores como Anderson Varejão, Tiago Splitter, Leandrinho Barbosa, Marcelinho Huertas e Marcelinho Machado.

 

A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) divulgou nota oficial lamentando a morte do treinador e prestando solidariedade a familiares e amigos.

 

 

Antes da carreira como técnico, Monsalve teve trajetória como jogador. Atuando pelo Real Madrid, conquistou nove títulos entre 1963 e 1967, incluindo três Copas da Europa, três Ligas e três Copas da Espanha.

 

Pela Seleção Espanhola, conquistou a medalha de prata nos Jogos do Mediterrâneo de 1963.

 

Após encerrar a carreira como atleta, em 1971, seguiu como treinador e comandou Seleções como Marrocos e República Dominicana, além de clubes europeus, entre eles o Barcelona.

Principais entidades do esporte lamentam falecimento de ídolo do basquete, Oscar Schmidt; clubes também prestam homenagens
Foto: Divulgação/COB

As principais entidades do esporte brasileiro vieram a público prestar suas homenagens ao maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, Oscar Schmidt, falecido nesta sexta-feira (17). O ídolo estava internado devido ao agravamento de um tumor cerebral contra o qual lutava há 15 anos.

 

Eleito um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos, Oscar mobilizou toda a comunidade esportiva, que relembrou seus grandes feitos e marcas ao longo da carreira.

 

Em nota, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) lamentou o ocorrido e relembrou a trajetória do jogador. Recordista brasileiro em participações olímpicas no basquete, Oscar disputou cinco edições consecutivas dos Jogos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição. “Neste momento de profunda tristeza, o Comitê Olímpico do Brasil expressa suas sinceras condolências aos familiares, amigos e admiradores”.

 

A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) foi além dos números e destacou o impacto de Oscar para a modalidade. “Há atletas que marcam época. Outros, que marcam gerações. E há aqueles que se tornam eternos, não apenas pelos números, mas pelo significado. Oscar Schmidt pertence a essa última categoria. O maior jogador da história do basquete brasileiro despede-se como um símbolo absoluto do esporte, dono de uma trajetória que redefiniu os limites do possível dentro das quadras. A CBB lamenta com um pesar profundo a perda de um dos maiores ídolos da história do esporte mundial”.

 

O Ministério do Esporte também prestou homenagem ao grande atleta: “Conhecido mundialmente como 'Mão Santa', Oscar foi um dos maiores nomes da história do basquete e um dos maiores atletas do esporte brasileiro”.

 

O perfil oficial dos Jogos Olímpicos utilizou as redes sociais para as últimas honrarias: “É com imensa tristeza que nos despedimos de Oscar Schmidt. Lenda do basquete mundial e um dos maiores ídolos do esporte brasileiro [...] Nossos sentimentos à família, aos amigos e a todas e todos os fãs do nosso querido Mão Santa. Obrigado por tudo!”.

 

Além das entidades, clubes cujas cores o jogador defendeu também vieram a público homenagear o eterno camisa 14. Confira as homenagens abaixo:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tadeu Schmidt presta homenagem após morte de irmão, Oscar, ídolo do basquete: "Minha maior referência"
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O apresentador do Big Brother Brasil 2026, Tadeu Schmidt, utilizou suas redes sociais, nesta sexta-feira (17), para prestar homenagem ao irmão mais velho, Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro. Maior nome do basquete brasileiro, e referência mundial, Oscar morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, após lutar 15 anos contra um tumor cerebral.


O comunicador compartilhou uma série de fotos com o irmão durante sua infância. “Meu maior ídolo! Minha maior referência! Maior exemplo de dedicação e amor à profissão! Que história incrível você escreveu, meu irmão! Descanse em paz”, escreveu na legenda da publicação. 

 

 

 

 

O motivo exato da morte não foi divulgado. O craque havia sido encaminhado para o Hospital Municipal Santana Ana, em Santana de Parnaíba, São Paulo, após um mal estar. Em nota, a assessoria do ex-jogador informou a despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.


Com uma trajetória marcada pelo amor da à Seleção, o “Mão Santa” nunca jogou na NBA, apesar de ter sido ser draftado pelo New Jersey Nets em 1984. Ele recusou a liga americana para manter seu vínculo com a Seleção Brasileira, pois na época atletas da NBA não podiam defender seus países. Tendo participado de cinco Olimpíadas e quatro Copas do Mundo, Oscar Schmidt entrou para a história do esporte brasileiro. Com 1.093 pontos, é o recordista mundial de pontos em Jogos Olímpicos.

 

Campeão dos Jogos Pan-Americanos e Sul-Americanos, além de um bronze na Copa do Mundo de Basquete, Oscar deixa a esposa Maria Cristina Victorino, com quem é casado desde 1981, e dois filhos Felipe e Stephanie Schmidt.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O bicho tá solto na política baiana. E tem até tigre pronto pra virar papagaio. Por via das dúvidas, Cunha vestiu logo suas asas. Mas quem tá de ovo virado é o Potro. Ainda mais depois que tentaram passar por cima do rebento do Cavalo. Enquanto isso, tem gente apelando pros santos pra ver se as coisas na campanha vão pra frente. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Léo Kret

Léo Kret
Foto: Instagram

"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino". 

 

Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). 
 

Podcast

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (25). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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