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O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou na manhã desta sexta-feira (31) a vereadora de Salvador Aladilce Souza (PCdoB) como sua segunda suplente na chapa de reeleição ao Senado. Com isso, a chapa majoritária fica formada por Wagner, pelo ex-prefeito de Salvador Edvaldo Brito (PSD) na primeira suplência e por Aladilce na segunda, reforçando a base aliada do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
O anúncio foi feito durante a Convenção Eleitoral Estadual do PCdoB na Bahia, realizada no Sindicato dos Bancários. Ao convidar a vereadora, Wagner disse que a escolha tinha um triplo sentido.
"O meu convite a você, Aladilce, em primeiro lugar, é uma homenagem às mulheres baianas que estarão representadas com você. Em segundo lugar, porque o PCdoB é um partido aliado da nossa caminhada, a caminhada do presidente Lula. E em terceiro, porque é também uma homenagem a Salvador. Nós precisamos libertar a capital, virar o jogo", afirmou.
A escolha reforça a aliança entre PT e PCdoB e dá ao partido um vínculo formal na chapa majoritária. Ao aceitar o convite, Aladilce Souza afirmou que encara a indicação como um compromisso político, e não como reconhecimento pessoal.
"Aceito esse convite não como um elemento de vaidade pessoal, mas como possibilidade da gente fazer política para transformar. O nome é o meu, mas nós recebemos como um vínculo formal que tem o efeito de fazer a militância do partido ter um desafio a mais. A gente vai se jogar na campanha", disse.
A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) afirmou, antes da sessão desta quarta-feira (6) na Câmara Municipal de Salvador, que ainda não há definição sobre as emendas apresentadas pela oposição ao Plano Municipal de Segurança Pública.
Segundo a parlamentar, até o momento “não tem nada certo” em relação às propostas. Ela disse que o grupo elaborou um posicionamento conjunto com outros vereadores.
“Nós fizemos um voto coletivo com outros vereadores para melhorar o projeto, fortalecer o texto e adequá-lo à legislação federal, além de ampliar a participação da sociedade, que não estava prevista na proposta original”, declarou em entrevista ao Bahia Notícias.
De acordo com informações obtidas pela reportagem, a bancada de oposição apresentou 11 emendas ao projeto. Até então, três haviam sido aprovadas, enquanto as demais ainda estavam em negociação antes da sessão.
Aladilce também fez um apelo para que as sugestões da oposição sejam consideradas pelos demais parlamentares.
“Nosso pleito ainda não está resolvido. Seguimos defendendo a ampliação da participação popular. Estamos construindo um município sob a égide de uma Constituição democrática e queremos que a proposta contemple esse princípio”, afirmou.
A vereadora de Salvador Aladilce Souza (PC do B) destacou a importância da base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) no município. Em entrevista à Antena 1 nesta sexta-feira (20), a parlamentar avaliou o trabalho dos vereadores e revelou a meta de ampliar a bancada de oposição.
“Estamos fazendo planos para nossa ação chegar mais aos trabalhadores. É isso que a base está buscando. A gente precisa pelo menos reduzir essa diferença, mas acho que temos possibilidade de ganhar a eleição em Salvador”, afirmou Aladilce.
Na Câmara Municipal de Salvador, o grupo liderado pelo vereador Randerson Leal (Podemos) é composto por mais sete vereadores que se opõem à Prefeitura durante as atividades legislativas. A parlamentar destacou a importância do grupo para conter o avanço do bolsonarismo.
“Temos excelentes vereadores aqui, que são fundamentais pra gente ampliar essa força do projeto de Jerônimo. Estamos na eleição das nossas vidas, o bolsonarismo não pode voltar ao poder central do país, então nossa participação tem essa representatividade”, disse.
Questionada por Maurício Leiro sobre a falta de representantes da esquerda no executivo municipal, ela destacou a necessidade de um projeto que dialogue melhor com a população. “Fica na conta de que a gente precisa examinar melhor as questões da cidade, nos articular melhor e fazer um projeto mais apurado para Salvador”, completou Aladilce.
A vereadora Aladilce Souza comentou, nesta terça-feira (3), sobre a indicação de seu nome pelo Partido Comunista do Brasil na Bahia para a suplência ao Senado. Segundo ela, a escolha representa “uma alegria muito grande”.
“É realmente uma alegria muito grande ter meu nome indicado pelo partido para essa suplência”, afirmou.
De acordo com a vereadora, uma das principais prioridades para as próximas eleições é a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador Jerônimo Rodrigues, com o objetivo de manter o que considera um projeto democrático para o país.
“Nós precisamos reeleger o presidente Lula, reeleger o governador Jerônimo, porque é esse projeto que afirma a democracia no nosso país. Não podemos correr o risco de retrocesso”, declarou.
Entre as pautas que considera prioritárias, Aladilce destacou a ampliação da representatividade feminina no Congresso Nacional.
“Uma questão pessoal é a representatividade. As mulheres não são nem 20% no Congresso Nacional, somando Câmara e Senado. Para afirmarmos a democracia, é fundamental ampliar essa participação”, concluiu.
O PCdoB na Bahia oficializou apoio aos nomes de Jaques Wagner e Rui Costa para a disputa ao senado na eleição deste ano, e apresenta o nome da vereadora Aladilce Souza para compor como suplente de um dos dois candidatos majoritários, na frente liderada pelo governador Jerônimo Rodrigues.
Para o presidente estadual da legenda, Geraldo Galindo, a chapa precisa refletir o compromisso com a participação das mulheres na política e com a representatividade de gênero. Aladilce acumula cinco mandatos na Câmara Municipal de Salvador.
O PCdoB já ocupa atualmente uma das vagas de suplência do Senado, espaço que defende mantê-la. Para a direção estadual, a indicação de Aladilce Souza fortalece o projeto político liderado por Jerônimo Rodrigues e reafirma o compromisso histórico do PCdoB com a ampliação da participação das mulheres nos espaços de poder e decisão.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Nikolas Ferreira
"Eu tenho empresa, sim, a maior escola de inglês para cristãos no Brasil. Dei palestra sobre comunicação, tenho plataforma sobre política e espiritualidade, três livros lançados. Minha rede social me dá condição de ter essas boas iniciativas".
Disse o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ao reagir aos questionamentos, sobretudo de políticos e apoiadores da esquerda, por declarar à Justiça Eleitoral bens no total de R$ 3,8 milhões. Os dados apontam que o patrimônio do político mineiro saltou 8.850% ao longo de seu primeiro mandato no Congresso Nacional — em 2022, ele relatou ter R$ 36 mil.