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A rivalidade entre Alexandre Pantoja e Joshua Van ganhou novos capítulos na última sexta-feira (14), durante a coletiva de imprensa do UFC 331, na Filadélfia, nos Estados Unidos. O ex-campeão dos pesos-moscas se irritou com as provocações do atual dono do cinturão e chegou a avançar na direção do adversário. O presidente do UFC, Dana White, precisou intervir para evitar um confronto físico.
Os lutadores têm novo encontro marcado para 19 de setembro, na Califórnia, em uma revanche pelo título da categoria. No primeiro combate, disputado em dezembro, Pantoja sofreu uma lesão grave no braço e perdeu o cinturão para Van.
Durante a entrevista, o atleta de Mianmar afirmou que teria vencido o brasileiro mesmo que ele não tivesse se lesionado. A declaração provocou a reação de Pantoja, que cobrou respeito ao adversário.
"Primeiro, acho que ele precisa lavar a boca. Respeite de onde eu venho. Sou do Brasil e, no Brasil, é melhor tomar cuidado com o que fala. Senão, pode acabar perdendo os dentes. Perdi o cinturão e ele é o campeão, mas, como homem, ele não me venceu. No dia 19 de setembro teremos a chance de resolver isso", afirmou Pantoja.
A discussão continuou quando o brasileiro falava sobre sua trajetória no MMA. Van interrompeu o rival e pediu que ele mantivesse o foco na próxima luta. Pantoja respondeu: "Quando alguém estiver falando, você fica quieto".
O norte-americano-mianmarense voltou a provocar o ex-campeão e questionou como ele reagiria às ofensas. Pantoja, novamente exaltado, apontou para a revanche como resposta. "Dia 19 de setembro. Você vai ficar trancado no octógono comigo", disparou o brasileiro.
A revanche entre Pantoja e Van será realizada no dia 19 de setembro, na Califórnia, ainda sem local definido divulgado no texto original, pelo cinturão dos pesos-moscas do UFC.
A polêmica envolvendo o ex-campeão do UFC, Jon Jones, e o presidente da organização, Dana White, ganhou mais um capítulo na tarde da última segunda-feira (09). Nas redes sociais, o lutador fez uma longa publicação desmentindo as falas do dirigente, admitiu tratar uma lesão no quadril e revelou que esteve em negociações para participar do UFC na Casa Branca.
A manifestação do atleta ocorre em resposta direta às declarações dadas pelo gestor da companhia em uma entrevista coletiva recente. Na ocasião, Dana White afirmou que Jon Jones "em hipótese alguma" esteve como possível candidato a uma vaga na Casa Branca. O ex-campeão veio a público rebater as falas do presidente do UFC e utilizou sua conta oficial no "X" para detalhar sua versão sobre a ausência no card que comemora os 250 anos da Independência dos Estados Unidos. Segundo o lutador, o impedimento para o seu retorno ao octógono possui motivações econômicas.
"Minha equipe e eu estávamos realmente negociando com o UFC para essa luta. Negociações de verdade. Eu até reduzi meu valor inicial, e o que me ofereceram em troca? Me ofereceram muito pouco", revelou Jones em sua publicação.
Hey everyone, I wanted to address Dana White’s comments from this past weekend, because the truth matters to me and the fans.
— Jonny Meat (@JonnyBones) March 9, 2026
Dana, you were heated about why I’m not on the White House card, but let’s clear something up. My team and I were actually negotiating with the UFC for…
Jon Jones possui um registro de 28 vitórias e apenas uma derrota no MMA. Dono de um cartel 28-1 no MMA, Jones é considerado por muitos como um dos maiores lutadores que já passaram pelo UFC. Apesar do sucesso dentro do octógono, fora dele o americano coleciona polêmicas que vão desde histórico de doping a prisões. Esses episódios marcaram sua trajetória e influenciaram as interrupções em sua carreira ao longo dos últimos anos.
O lutador já havia anunciado sua aposentadoria em junho de 2025, pouco mais de seis meses após vencer Stipe Miocic em sua última defesa de cinturão no peso-pesado. Contudo, o ex-campeão voltou atrás da decisão com os rumores envolvendo um evento especial em comemoração aos 250 anos da Independência dos Estados Unidos, na Casa Branca. A possibilidade de atuar em um palco de tamanha relevância política e histórica motivou o interesse do atleta em retomar as atividades competitivas.
No início de março, Jones havia publicado um vídeo dizendo estar "em negociações com o UFC sobre essa coisa (luta) da Casa Branca também". A partir desse momento, os fãs iniciaram debates sobre um possível confronto contra o brasileiro Alex Poatan, com quem Jones já havia trocado provocações e que recentemente abriu mão do cinturão dos meio-pesados. A expectativa por um encontro entre os dois nomes de peso da organização alimentou as discussões nas redes sociais durante semanas.
No entanto, o anúncio do card completo sem Jones e as declarações de Dana sobre o ex-campeão mostram que um possível retorno do astro ao octógono está cada vez mais distante. A confirmação da lesão no quadril e o impasse financeiro colocam em dúvida se o lutador terá nova oportunidade de lutar profissionalmente ou se manterá a decisão de aposentadoria comunicada anteriormente.
Leia a nota oficial de Jon Jones na íntegra abaixo:
"Olá a todos, queria comentar as declarações de Dana White feitas no último fim de semana, porque a verdade importa para mim e para os fãs.
Dana, você ficou irritado porque eu não estou no card da Casa Branca, mas vamos esclarecer uma coisa. Minha equipe e eu estávamos realmente negociando com o UFC para essa luta. Negociações de verdade. Eu até reduzi meu valor inicial, e o que me ofereceram em troca? Me ofereceram muito pouco.
Sim, tenho artrite no quadril e sinto dor, mas isso não significa que eu não possa lutar.
Então, deixa eu ver se entendi: se eu tivesse aceitado a oferta baixa, de repente meu quadril estaria ótimo e eu teria acesso à Casa Branca? Isso não faz sentido.
Na semana passada, inclusive, fiz um tratamento com células-tronco para me preparar para o convite para a Casa Branca, e o período de treinamento estava marcado para começar hoje. Eu estava me preparando para estar pronto.
Entendo que negócios às vezes não se concretizam, mas vir a público e dizer coisas que não são verdadeiras não é correto.
Depois de tudo que dei ao UFC, os anos, as defesas de título, as lutas, ouvir que "acabei" é decepcionante. Principalmente quando, na sexta-feira passada, o UFC me ligou tentando me colocar no card da Casa Branca por um valor bem menor.
Se o UFC realmente acha que minha carreira acabou, então peço respeitosamente a rescisão do meu contrato hoje mesmo.
Chega de giros, chega de jogos.Obrigado aos verdadeiros fãs que sabem o que está acontecendo."
Aposentada desde o ano passado após vencer Irene Aldana no UFC 289, a ex-campeã Amanda Nunes voltou aos holofotes na última segunda-feira (8). A brasileira foi desafiada pela nova campeã do peso-galo, Julianna Peña, que derrotou Raquel Pennington no último sábado (5).
Em resposta ao desafio, Amanda Nunes publicou um vídeo enigmático em suas redes sociais, mostrando uma onça dançando e cantando um trecho da música 'Telefone' da banda Só Pra Contrariar: "Ah, telefona por favor. Tô morrendo de saudade. Ah telefona por favor. Tô morrendo de saudade. Doido pra te ver"
Ao marcar Dana White, presidente do UFC, na publicação, a brasileira alimentou os rumores de um possível retorno.
Amanda e Julianna já protagonizaram uma grande rivalidade no UFC. Em 2021, a norte-americana surpreendeu ao finalizar a brasileira. No entanto, em uma revanche realizada meses depois, Amanda recuperou o cinturão por decisão unânime. Apesar da aposentadoria de Nunes, Peña insiste em uma nova luta para definir a verdadeira campeã da categoria.
Dana White, presidente do Ultimate Fighting Championship (UFC), fez críticas aos árbitros da luta de José Aldo, no UFC 307, no último sábado (5), em Utah, nos Estados Unidos. O lutador brasileiro foi derrotado por Mario Bautista, após decisão dividida.
Durante a luta, Mario prendeu José Aldo na grade do octógono, mas não fez tantos movimentos para derrubar o adversário. Em contramão, o brasileiro adotou uma postura mais ofensiva e partiu para a trocação mais vezes, buscando golpes mais expressivos.
Após a luta, Dana White criticou Mike Beltran, árbitro do combate em questão, que deixou a luta seguir, mesmo que o americano prendesse José Aldo contra a grade para enrolar o confronto.
“Os juízes foram abomináveis essa noite, resumindo. Eu sempre acho que o árbitro deve ser mais ativo nesses casos, 100%. Especialmente quando alguém continua fazendo isso (travar na grade) para enrolar”, afirmou Dana.
O presidente do UFC também mostrou insatisfação com a atuação dos juízes laterais que deram a vitória para Mario Bautista. Derek Cleary e Mike Bell deram 2 a 1 em rounds para o norte-americano, enquanto Chris Lee anotou o mesmo placar para o brasileiro José Aldo.
“Vamos falar disso. Se você está julgando um cara, se é pelo controle, por isso ou aquilo. Se você não está tentando lutar, como você ganha a luta? E se olharmos para as tentativas de queda, quem estava evitando as quedas? É uma loucura. Quando você consegue ver que o cara definitivamente não quer ficar em pé na trocação e só quer enrolar ali na grade. Esse é o trabalho dos árbitros, eles deveriam ver isso. Quando veem isso acontecer continuamente, e que o cara não está tentando vencer a luta, você tem que continuar separando eles daquela posição. É bom senso”, finalizou Dana.
O UFC é a principal organização de MMA do mundo, o sonho máximo de muitos lutadores, para não dizer todos. Com tanto prestígio, é natural que muitos brasileiros já brilharam nos eventos, inclusive, se tornando lendas e fazendo história.
Porém, como em tudo na vida, é necessário renovação, e a organização investe em novos talentos. Inclusive, todo esse ciclo também movimenta outros setores, diversos sites de apostas confiáveis permitem palpites no UFC, atraindo a atenção dos apostadores.
E por falar em renovação, o mais novo contratado do UFC é o brasileiro Brendson Ribeiro, que encantou Dana White e ganhou um contrato para mostrar o seu talento no MMA. Inclusive, ele já chega com luta marcada para dezembro, a sua estreia oficial dentro do UFC.
O evento que garantiu o contrato
Brendson Ribeiro fez parte do Esquadrão Brasileiro na sétima temporada do Reality Contender Series. Ele encarou o compatriota Bruno Lopes no meio-pesado, onde já estava acordado que o vencedor iria receber uma oportunidade no UFC.
Após um direto, Brendson partiu para a finalização com socos e liquidou a fatura no primeiro round, aos 3m47s. Ao final do combate, em entrevista coletiva, Dana White não poupou elogios. Segundo ele, foi incrível.
“Esse cara é um monstro! Esse cara chega e avança. Ele poderia lutar com quase qualquer um agora no top-15?”, disse o chefão da organização, após relembrar que o brasileiro tem 100% de vitórias por via rápida, com 20 lutas e apenas 26 anos.
Além de Brendson, Jean Silva e Dione Barbosa também assinaram contratos e vão representar a nação verde e amarela nos próximos eventos. Fora os brasileiros, Serhiy Sidey e Dylan Budka também receberam uma oportunidade na organização ao vencerem as suas batalhas. E não é de hoje que o Brasil se destaca no UFC, o cantor Drake perdeu cerca de mais de U$ 1 milhão apostando contra os brasileiros, que levaram o cinturão nas ocasiões.
Quem é Brendson Ribeiro?
Com 26 anos, Brendson Ribeiro, natural de Vila Maú, no interior do Pará, é o mais novo integrante da categoria meio-pesado, até 93 kg, no UFC. Lutando como profissional desde os 18 anos, ele tem 20 lutas no seu cartel, com 15 vitórias e cinco derrotas.
Um fato curioso é que ele não precisou dos juízes em nenhum dos seus triunfos, já que foram nove por nocautes e seis finalizações, todas pela chamada via rápida, um feito bem interessante.
Desde 2019 em Curitiba, ele treina na academia Evolução Thai. O convite para o reality show “Contender Series” veio após a vitória no evento nacional Shooto Brasil, quando nocauteou João Paulo Fagundes no primeiro round.
Pela organização, Brendson Ribeiro já tem a sua estreia definida e será ainda neste ano. Em 9 de dezembro, ele irá até a China enfrentar o dono da casa, Mingyang Zhang. O chinês tem um cartel de 16 vitórias e seis derrotas. Ele estreou no UFC em 2022, com triunfo no primeiro round sobre George Tokkos, por nocaute.
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Angelo Coronel
"Não tenho presidente de estimação".
Disse o senador Angelo Coronel ao negar ser um senador bolsonarista, durante participação no Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias. Segundo ele, seu compromisso não é com nenhuma liderança específica.