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Deputado Sandro Régis sinaliza apoio e se oferece para coordenar campanha de Coronel ao Senado

Por Leonardo Almeida / Victor Hernandes

Deputado Sandro Régis sinaliza apoio e se oferece para coordenar campanha de Coronel ao Senado
Foto: Reprodução Redes Sociais

O deputado estadual Sandro Régis (União) sinalizou apoio à chegada do senador Angelo Coronel ao grupo de oposição do governo estadual. Em contato com a reportagem, o parlamentar informou que se ofereceu para coordenar a campanha de Coronel ao Senado Federal nas eleições de 2026. 

 

Em conversa com o BN, o deputado disse que se ofertou para ser o coordenador na disputa eleitoral de Coronel. Sandro disse ainda à equipe que, caso seja o escolhido, deve manter a candidatura à reeleição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), neste ano. Segundo Régis, "com majoritária forte, a proporcional ganha mais força".

 

No último sábado, após o anúncio de saída de Coronel do PSD e rompimento com a bancada do Governo do Estado, Régis publicou uma foto em seu perfil nas redes sociais, relembrando a época em que coordenou a campanha de Angelo Coronel à presidência da AL-BA. 

 

No registro, junto com o senador e o filho dele, Diego Coronel, o deputado brincou ao dizer e informar que iria coordenador a campanha dele ao Congresso Nacional. O senador Angelo Coronel confirmou a saída do PSD em entrevista ao programa 'Frequência News', da Boa FM 96,1, transmitido no último sábado (31).

 

De acordo com o político, a movimentação dele e de outros nomes, como seus filhos Diego e Angelo Filho, João de Furão, Thiago Gileno, Luizinho Sobral, acontece após ele ter sido limado da chapa.

 

Na última sexta-feira (30), em entrevista ao BN, o senador chegou a comentar sobre as trativas para tentar dar um golpe e tomar o comando do partido, e afirmou que tudo não passava de uma “orquestração” contra ele e o senador e presidente do PSD na Bahia, Otto Alencar.

 

"Eu quero que fique bem claro isso para os baianos, eu saí do grupo porque não me deram a vaga que eu tenho direito. Eu fui defenestrado e eu não tenho sangue de barata. Se você não me quer, por que eu vou ficar do lado? Se você não me quer, praticamente não é uma expulsão. Automaticamente eu já fui destituído só faltando oficializar no Tribunal Regional Eleitoral.

 

Toda situação envolvendo o senador acontece após a chegada do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ao PSD. Desde então, Coronel vem sendo acusado de estar agido nos bastidores contra Otto ao procurar Kassab para tentar mudar o posicionamento do PSD na Bahia, migrando o partido para a base de ACM Neto (União).