Monitoramento de 5 em 5 minutos é principal ferramenta da Codesal, destaca diretor
Por Ailma Teixeira
Fortes chuvas que culminam em alagamentos, deslizamentos de terra e até desabamentos de casas não são raras em Salvador. Mas é fato que o registro de casos com vítimas fatais diminuíram. A isso, o diretor-geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Sosthenes Macêdo, atribui uma série de ações, entre elas a manutenção do Centro de Monitoramento e Alerta de Defesa Civil, o Cemadec.
A ferramenta, operada por engenheiros ambientais e meteorologistas, conta com 52 pluviômetros, que possibilitam ao órgão a cobertura de toda a capital baiana atualizada de cinco em cinco minutos. “Isso nos remete a um protocolo que diz que, em caso de chuvas rigorosas, de moderadas a fortes, no espaço de tempo de até 72 horas, superando 150mm com a perspectiva de continuidade de chuvas moderadas a fortes por mais 24 horas, deve-se acionar a sirene”, pontua Sosthenes, em entrevista ao Bahia Notícias.
Ele se refere às Sirenes de Alerta e Alarme, instaladas em áreas de risco e acionadas sempre que a comunidade local precisa evacuar o espaço. Foi o que aconteceu em novembro passado, quando moradores de pelo menos seis localidades precisaram deixar suas casas (lembre aqui).
Em conversa com o Bahia Notícias, Sosthenes falou do trabalho contínuo do órgão, que não atua apenas na Operação Chuva, destacou a parceria com outras pastas do governo municipal e também as ações de prevenção e contingência. Ele pontua ainda outras medidas tomadas pela Codesal para otimizar o trabalho dos técnicos e garantir o apoio da população. Clique aqui e leia mais.
