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Malévola chora em vídeo após prisão no Egito e revela ter sido abusada por policiais: "Só Deus sabe o que eu passei"

Por Redação

Malévola chora em vídeo após prisão no Egito e revela ter sido abusada por policiais: "Só Deus sabe o que eu passei"
Foto: Instagram

A influenciadora digital Malévola Alves, de 22 anos, surgiu nas redes sociais pela primeira vez após a confusão que resultou na prisão dela e da amiga, Bruna Mercatelli, no Egito. No Instagram, Malévola aparece chorando afirmando que ainda está muito abalada com a situação.

 

A blogueira foi presa por comportamento obsceno após gravar vídeos assediando egípcios nas ruas de Cairo e está voltando ao Brasil, com previsão de chegada às 22h.

 

"Fui muito humilhada, muito humilhada. Eu não paro de chorar desde que eu cheguei aqui no Marrocos. Vou gravar um vídeo contando tudo", contou.

 

 

De acordo com o advogado que representa a influenciadora, Jonatha Carvalho Matos, o post não foi feito do celular de Malévola, que não foi devolvido pelas autoridades após a prisão.

 

No X, antigo Twitter, Malévola revelou ter sido abusada na prisão pelos agentes, que só passaram a tratar ela "melhor" após deixá-la pelada e ver que ela tinha uma vagina. 

 

"Eles deixaram claro que a prisão foi porque éramos trans!!! Vocês não estavam lá, não acreditem no que vocês veem na internet. Eu tive que ficar pelada e, quando viram a minha vagina, começaram a me tratar bem. Eu disse que não era trans. Só Deus sabe o que eu passei. Eu tô com crise de pânico, tenho ansiedade e depressão. Chegando ao Brasil, vou direto ao médico. Estou tendo crise a todo momento", escreveu.

 

 

A influenciadora ainda lamentou que a prisão dela tenha servido como piada nas redes sociais. "Tudo vai ficar bem. Eu fui abusada com minha amiga por DIVERSOS POLICIAIS. Vocês não sabem o que passamos naquela delegacia e agora estão rindo… Vocês são podres".

 

Malévola e Bruna foram soltas após o pagamento de cerca de R$ 10 mil de fiança Apesar de já ter deixado o Egito, Malevóla pode responder criminalmente e até ser condenada pela Justiça do país conforme estabelece a Constituição Federal.