Fora do Brasil no 1º turno, Belle Daltro declara apoio a Lula e convoca eleitores: "Não tenho medo de perder seguidor"
Por Redação
A influenciadora digital baiana Belle Daltro movimentou as redes sociais na última terça-feira (6) após compartilhar seu posicionamento político no Instagram.
Dona de um perfil com mais de 5 milhões de seguidores, a blogueira, que não esteve presente no primeiro turno das Eleições 2026 devido a uma viagem de férias para os Estados Unidos, fez uma sequência de vídeos declarando apoio ao atual presidente Lula (PT), candidato a reeleição contra Flávio Bolsonaro (PL).
A influenciadora ainda afirmou que não tinha medo de peder seguidores por declarar apoio ao petista.
"Não venha tirar minha paz. Se você está achando um absurdo porque eu, uma mulher preta, nordestina, sapatão e gorda, voto no Lula, você está se retirando. Eu não tenho medo de perder seguidor."
No vídeo, Belle fala sobre pessoas que perderam familiares no governo Bolsonaro durante a pandemia da Covid-19, além convocar adolescentes para votar. “Pessoas que perderam familiares pro Covid, enquanto o antigo presidente da República, pai do atual candidato à Presidência da República, se negou a trazer as vacinas, debochou do Covid, deu risada, perguntou se era coveiro, disse que não era médico”, afirmou.
Ao chamar a atenção dos adolescentes, Belle pontuou que a independência dos jovens existe em alguns momentos, no entanto, para exercer um direito de cidadão, eles acabam se escondendo. “Vou começar falando logo com você, adolescente, que na última eleição tinha 12, 13 anos e não votava. Agora você está achando que milionário é para você?.”
A influenciadora também debochou da justificativa de Flávio Bolsonaro ser um candidato em prol da família brasileira. "Várias mulheres falando que vão votar em Flávio porque são a favor da família. Que família, mulher? Vocês precisam acordar. O governo não é para vocês.”
Além de Belle, o irmão da influenciadora, o blogueiro e compositor Cristian Bell, também se posicionou sobre as eleições declarando apoio à Lula.
"Eu sou uma pessoa de políticas públicas. Para chegar onde eu cheguei eu tive muita ajuda das políticas públicas, do Bolsa Família, isso até dói em mim, que muita gente diz que é ração do governo. Gente, meus pais trabalhavam, minha mãe era diarista e meu pai era manobrista, o Bolsa Família não era migalhas do governo, lembro de minha mãe comprava gás. Eu morei no Minha Casa Minha Vida, Conjunto Habitacional ali no CIA, Aeroporto. Não posso esquecer disso."
