Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Entretenimento

Notícia

Sócios de Virginia Fonseca são investigados por suposta ligação com o PCC

Por Redação

Sócios de Virginia Fonseca são investigados por suposta ligação com o PCC
Foto: Instagram

Os sócios da influenciadora Virginia Fonseca, Samara Martins e Thiago Stabile, estão sendo investigados em um inquérito que apura um esquema de lavagem de dinheiro.

 

De acordo com a reportagem feita pela Revista Piauí, o casal está envolvido na operação que tem como alvo principal Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como Japa do PCC, viúva de Wagner Ferreira da Silva, o Cabelo Duro.

 

Samara e Thiago passaram a ser investigados após uma decisão do delegado Renato Mazagão Junior. O inquérito busca esclarecer se Karen Mori usou dinheiro do tráfico de drogas para investir em negócios ligados ao setor de beleza.

 

Segundo a apuração da Piauí, Karen teria aplicado R$ 800 mil na abertura da primeira unidade da marca Pink Lash, que deu início a WePink. A 'Japa do PCC', chegou a confirmar a ligação.

 

“Eu era uma cliente da Samara [Martins], ela fazia os meus cílios. E, em determinado momento, propus fazermos essa sociedade, sendo 50% para mim e 50% para eles”, disse à Piauí.

 

Karen ainda afirmou ter conhecido Virginia e explicou como surgiu a ligação entre os três e revelou que cada um teria 33,3% de participação na empresa.

 

"A Samara e o Stabile entraram com o marketing, a Virginia, com a divulgação dos produtos através de suas redes sociais, e o chineis, com o dinheiro."

 

Segundo a Japa do PCC, ela teria sido utilizada como escada para o lançamento da WePink e quando a nova marca foi fundada, ela recebeu um ultimato. "Eles me falaram assim: 'Ou você vende a sua parte para a gente ou decretamos falência'. Eu fui usada de escada, me dispensaram quando os chineses apareceram".

 

O chinês na ocasião é Chaopeng Tan, empresário conhecido que possui mais de 15 investimentos.

 

Vale lembrar que no início de julho, se tornou público que Virginia também estava sendo investigada pela Polícia Federal por suspeita de ilegalidades em operações financeiras dela e das empresas das quais é sócia.