Diretora de documentário sobre Preta Gil revela que projeto surgiu de desejo da cantora: "Queria que fosse original"
Por Redação
O documentário 'Preta - Eu Não Ando Só', que será lançado pela Globo no próximo dia 20 de julho, data em que marca 1 ano de morte da cantora Preta Gil em decorrência do câncer, chega ao ar como um pedido da artista.
Em entrevista à Quem, a diretora artística Mônica Almeida revelou que a ideia de documentar todo esse momento partiu de Preta, para mostrar ao público sua luta contra a doença.
“Ela me chamou para conversar em 2023. A vontade era fazer um filme mais íntimo, filmado pelos amigos. Ela queria se filmar, queria que fosse de verdade, original como ela. A gente acompanhou todo esse processo, o filme foi mudando ao longo do tempo, se desenhando conforme o caminho da Preta”, contou Mônica Almeida em entrevista à Quem.
Segundo Sandra Kogut, diretora do documentário, a ideia em todo projeot era destacar a essência da cantora.
“O filme coloca a gente muito perto da Preta, na intimidade, e ao mesmo tempo dá a dimensão de quem ela foi. Apesar da doença, tudo na Preta era sobre a vida, a pulsão gigante da vida. Então é um filme que abraça isso, a alegria, a gargalhada, a vontade de viver. E, ao mesmo tempo, ela tinha essa vontade de se mostrar para o mundo de peito aberto. O filme mostra também as dores e as lágrimas”, afirmou.
O projeto conta com depoimentos de amigos e familiares de Preta. Entre os convidados estão Ivete Sangalo, Regina Casé, Ana Carolina, Gominho, Francisco Gil, Gilberto Gil e Caetano Veloso.
O filme documental "Preta - Eu Não Ando Só" será exibido no dia 20 de julho, na Globo, logo após a novela "Quem Ama Cuida". Já os outros conteúdos da iniciativa 'Quanto Mais Preta Melhor', serão disponibilizados no Globoplay.
