Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Entretenimento

Notícia

VÍDEO: Participante do Masterchef Brasil é acusado de racismo por fala durante o reality

Por Redação

VÍDEO: Participante do Masterchef Brasil é acusado de racismo por fala durante o reality
Foto: Reprodução / TV Bandeirantes

O último episódio do reality show culinário Masterchef, exibido na terça-feira (16) na TV Bandeirantes, chamou a atenção dos telespectadores, mas não por comidas saborosas. Reinaldo Bockor, um dos participantes da décima terceira temporada, está sendo acusado de racismo por uma fala feita durante a edição.

 

Veja vídeo:

 

Na ocasião, o aspirante a cozinheiro estava apresentando a ideia do seu prato aos jurados. "Tem uma influência francesa, então ele tem que ter um pouco de manteiga no caldo. Trouxe uns legumes, rasguei com a mão, imaginei aquelas mamas crioulas rasgando com a mão, cozinhando com um francês que casou e tal", afirmou.

 

O eliminado do episódio, Marcelo, foi um dos primeiros a demonstrar o descontentamento com a fala. "Ele falou que ele fez o prato igual umas crioulas cozinhando pra francês. Isso é inadmissível. Eu acho de um nível de desrespeito que é assim, inimaginável. Eu tô um pouco me f... do qual que é o background dele", disparou.

 

Após a repercussão negativa, Reinaldo se defendeu em suas redes sociais, afirmando que a frase foi retirada de contexto. “A fala não saiu inteira, como deveria ter saído. Eu estava me referindo à comida de origem cajun, que é uma comida que nasceu no sul dos Estados Unidos, de origem crioula", disse o participante.

 

Taís Evaristo, outra participante do reality, também se pronunciou nas redes sociais sobre o assunto, desabafando sobre o excesso de visibilidade dado à fala. “É muito fácil ser antirracista no discurso, fazendo textão lá na rede. Aí, na hora de apoiar o criador preto, vocês não apoiam. Vocês querem que a gente esteja aqui contando história triste e falando de racismo. A gente é um país de maioria negra e, nos espaços de poder, isso não é representado, é só vocês verem quem são os influenciadores que são mais consumidos, quem são os artistas que mais ganham dinheiro. Não são os artistas negros", afirmou a paulista.