Bella Campos detona Cauã Reymond e expõe ator: "Levantou o braço e pediu para cheirar o sovaco"
Por Redação
A atriz Bella Campos expôs detalhes do desentendimento com Cauã Reymond nos bastidores de 'Vale Tudo', que movimentou a trama de Manuela Dias em 2025.
Em entrevista ao jornal 'O Globo', a atriz criticou a postura da emissora diante das denúncias feitas por ela contra o ator, e afirmou que Cauã a fazia se sentir desconfortável com declarações e atitudes desrespeitosas e machistas.
“Meu maior desafio dentro desse projeto foi ter que conviver com uma misoginia interna. Acho que isso era o que no começo me deixava travada, essa sensação de abafamento. As pessoas veem o resultado na tela, mas não fazem ideia das coisas que acontecem nos bastidores e o quanto isso pode afetar o resultado. Eu me senti oprimida no começo”, disse.
Segundo Bella, uma das "brincadeiras" feitas por Cauã aconteceu após a repercussão da briga entre eles na mídia. A intérprete de Maria de Fátima afirmou que o ator passou a tratar com deboche das queixas feitas por ela e chegou a levantar o braço e sugerir que ela cheirasse o sovaco dele.
"Depois que muita merda foi ventilada, que todo mundo já sabia o que estava acontecendo, eu falei: ‘É isso, tá acontecendo um monte de confusão mesmo. Não vou ficar dando entrevista falando que tá tudo bem, porque não estava’. Não pode ser risível um homem levantar o braço no meio de uma gravação e perguntar: ‘Cheira aqui o meu sovaco e vê se eu estou fedendo’. Isso não pode ser tratado como algo cômico, porque não é. Um homem dizer: ‘Ah, mas você tem cara de que gosta do cheiro de homem’. Isso pra mim não é nada engraçado, mas eram por essas coisas que eu estava passando antes de tudo vir à tona."
A atriz afirmou que a Globo não a atendeu em suas queixas e pedidos para reuniões para tratar sobre o assunto, o que a decepcionou.
"Querem que a gente tenha medo de uma porta fechada, de um espaço negado, mas minha porta não tá fechada nem um pouco. Fiquei um pouco chateada com a maneira como as coisas se deram internamente. Solicitei reuniões, mas aí quem está na cadeira de comando? Homens brancos… que até hoje não entendi qual o pacto tão forte ali entre esses homens. Já tive reuniões falando sobre projetos futuros, mas sobre essa situação específica nenhum homem conseguiu sentar na minha frente e conversar comigo sobre o que estava acontecendo."
