Ludmilla aciona Justiça para registrar nome artístico após 'confusão' com Ludmillah Anjos; entenda
Por Redação
Ludmilla trava uma batalha na Justiça pelo uso do nome artístico. De acordo com a coluna de Fábia Oliveira, do site 'Metrópoles', o imbróglio iniciado em agosto de 2025, tem ligação com as derrotas anteriores no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, o INPI.
Segundo a publicação, a funkeira decidiu acionar legalmente o INPI e a ex-The Voice Brasil Ludmilla Anjos de Souza, a Ludmillah.
A cantora alega que desde 2015 tenta registrar as marcas 'Ludmilla' e 'MC Ludmilla', no entanto, o Instituto indeferiu ambos, alegando conflito de marcas com 'La Ludmillah' e 'Ludmillah Anjos'.
A defesa de Ludmilla afirma que a decisão foi equivocada, e que não há indícios de confusão entre as marcas. Para os representantes da cantora, o público não irá fazer confusão por ela e a atriz terem projeções e identidades artísticas diferentes.
A funkeira ainda alega que a marca dela tem fama e conhecimento em nível nacional e internacional, enquanto as demais possuem atuação regionalizada e sem o mesmo alcance público.
Ludmilla pede a anulação dos atos do INPI e que o Instituto reanalise o caso e autorize os procedimentos dela.
Em resposta à reportagem, a assessoria da cantora Ludmilla infomou que o processo não se trataria de uma disputa judicial envolvendo outros artistas, mas sim "uma medida técnica e muito comum nesse tipo de situação", como um processo comum de registro de marca.
Confira a nota da assessoria jurídica na íntegra:
"Diante de informações imprecisas que vêm sendo divulgadas, esclarecemos que não procede a narrativa de que a artista Ludmilla estaria em disputa judicial contra outras artistas ou tentando prejudicar terceiros em relação ao uso de nome artístico.
O processo em questão foi proposto exclusivamente contra o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) e tem como objetivo revisar uma decisão administrativa relacionada ao pedido de registro de seu nome artístico como marca. Trata-se de uma medida técnica e muito comum nesse tipo de situação.
Como ocorre nesses casos, terceiros eventualmente relacionados ao tema são citados apenas para que, se desejarem, possam se manifestar. Isso não significa que estejam sendo processados ou atacados.
É importante destacar que, em nenhum momento, houve qualquer tentativa de impedir ou limitar o uso de marcas de outras artistas. Ao contrário, a própria tese defendida é a de que as marcas podem conviver de forma pacífica no mercado, sem qualquer risco de confusão.
Inclusive, o próprio INPI já se manifestou no processo reconhecendo o equívoco em sua decisão administrativa anterior e se posicionando favoravelmente ao pedido apresentado, entendendo que não há impedimento para a convivência entre as marcas e requerendo que a ação seja julgada procedente.
Reforçamos que se trata de uma discussão técnica, sem qualquer caráter pessoal, e que Ludmilla segue atuando com respeito e profissionalismo no mercado.
Vieites, Rei Advogados"
