Amado Batista é citado em lista suja do Governo Federal por trabalho em condições análogas à escravidão
Por Redação
O cantor Amado Batista foi citado na “lista suja” do Governo Federal, que reúne os nomes de empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão.
Batista tem duas autuações na lista, ambas registradas em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia (GO).
Uma das denúncias envolve o Sítio Esperança, com 10 trabalhadores, e a outra menciona o Sítio Recanto da Mata, com quatro trabalhadores. Os casos ocorreram em 2024.
Por meio de nota, a equipe de Amado Batista contestou a presença do artista na lista. De acordo com a assessoria de Amado, as informações são falsas e inverídicas.
O cantor alega que não houve resgate de trabalhadores, e todos os funcionários seguem exercendo suas atividades normalmente. E que a única questão envolvendo uma de suas terras foi uma fiscalização em 2024 em uma fazenda arrendada para o plantio de milho.
Na época, foram identificadas irregularidades na contratação de quatro trabalhadores vinculados a uma empresa terceirizada responsável pela abertura da área de plantio.
Ao g1, o advogado de Amado falou sobre o caso: "Foram identificadas irregularidades na contratação de quatro colaboradores que eram empregados de uma empresa terceirizada que fora contratada para fazer a abertura da área de plantio", afirmou Mauricio Carvalho.
O cantor ainda pontuou ter firmado um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT), e todas as obrigações trabalhistas teriam sido integralmente cumpridas e quitadas.
